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14 de dez. de 2013

Nelson Mandela, Chico Mendes e a conservação da natureza


 
 
 
 
Em 2003, a cidade de Durban, na África do Sul, recebeu o IV Congresso Mundial de Parques da União Internacional de Conservação da Natureza (UICN). As palavras proferidas por Nelson Mandela durante a abertura do congresso foram uma inspiração muito especial, tendo o líder global destacado a importância e o papel das áreas protegidas.
 
"Nelson Mandela nos lembrou como a natureza é maravilhosa e como temos responsabilidade sobre ela. Destacou que o mais interessante é podermos conservá-la para construir um mundo melhor para a humanidade, e como as áreas protegidas podem e devem ser o centro de soluções para esse mundo, mais sustentável, mais justo", relembrou Claudio Maretti, à época vice-presidente regional da Comissão Mundial de Áreas Protegidas da UICN, coordenador do apoio do WWF-Brasil ao Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), e um dos participantes do IV Congresso Mundial de Parques da UICN.
 
"Neste mês de dezembro em que o mundo perde Mandela, também é marcado pelos 25 anos da morte de Chico Mendes. O líder brasileiro ajudou a propor e construir uma solução para conflitos sociais por meio da conservação da floresta, particularmente na Amazônia. As reservas extrativistas, que são áreas protegidas e, portanto, têm também objetivos de conservação da natureza, representam esse apoio direto às necessidades sociais que Mandela nos lembrava em 2003", destacou.
 
"Não podemos nos esquecer que as áreas protegidas prestam serviços sociais, econômicos e culturais muito mais amplos, inclusive ajudando a manter o abastecimento de água de qualidade em cidades, e minimizando os impactos das chamadas ‘catástrofes climáticas", completou.
 
Atualmente à frente da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, Claudio Maretti comenta sobre a oportunidade de conversar com Mandela pessoalmente. "Em mais um retorno à África do Sul, em 2007, como membro do Conselho Mundial da UICN, pude encontrar Mandela pessoalmente e agradecê-lo por seu exemplo. Que ele e o seu legado, bem como o de Chico Mendes, nos guie para sabermos sempre ter a natureza como solução para construir esse mundo melhor", concluiu Maretti.
 
 
Fonte: envolverde.com.br
Publicado originalmente no site wwf.org.br
 
 
 
 
 

Abrigo flutuante autossustentável transforma ondas do mar em energia






 
Batizado de "Arca de Noé", o projeto criado por uma dupla de arquitetos da Sérvia é um centro de abrigo flutuante e sustentável para abrigar os sobreviventes de desastres naturais. Baseado na lenda bíblica, o espaço arrojado em meio ao oceano vai garantir a alimentação das pessoas por meio da agricultura em terras férteis, filtrar as chuvas para a distribuição de água potável e ainda utilizar as ondas do mar, os raios de sol e os ventos para a geração de energia limpa.
 
Os responsáveis pela "Arca de Noé" são Aleksandar Joksimovic e Jelena Nikolic, que apresentaram o projeto durante uma competição internacional de arquitetura. Criada para ser itinerante, a estrutura conta com anéis e torres submarinas, responsáveis pela estabilidade da Arca.
 
Além da moradia oferecida aos sobreviventes, o espaço também comporta áreas de convivência, escritórios, parques e praias. Protegida por um muro de, aproximadamente, 64 metros, a estrutura fica resistente aos fortes ventos e até tsunamis. Na iminência de catástrofes, um sonar é ativado para avisar os moradores a se alocarem em bolhas submarinas.
 
Pensando em "migrar" a vida da terra firme para o alto-mar e salvar o maior número de vidas possível depois de catástrofes, a construção conseguirá conectar-se a outras estruturas flutuantes ou navios e barcos, por meio de uma rede de cabeamentos submarinos. Segundo o InHabitat, a Arca de Noé também foi projetada para atracar em terra firme, sobretudo para realizar o resgate dos sobreviventes.
 
O projeto conta com torres eólicas, painéis fotovoltaicos e turbinas submarinas, que produzem eletricidade por meio das correntes oceânicas. A fim de estimular o desenvolvimento sustentável das espécies do ecossistema local, a parte inferior da arca é preenchida por uma manta de corais artificiais. Além disso, o projeto também oferece abrigo aos animais – não só aos que vivem nos oceanos, mas também aos resgatados das catástrofes.
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

A adaptação versus resistência: um paradoxo a ser considerado no Desenvolvimento Sustentável

 
 
 
 
 
O Desenvolvimento Sustentável (DS) busca suprir as demandas do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades. É aquele que procura no presente preencher as lacunas econômicas, sociais, ambientais, políticas (no que tange a transparência e participação), além dos direitos humanos – inclusive o direito a um meio ambiente limpo e seguro – buscando-se conjuntamente a conservação destes para as gerações futuras. Dentro deste conceito, pode-se elencar uma séria de paradoxos, dentre os quais o da adaptação versus resistência, objeto deste artigo.
 
Fato é que as instituições resistem à mudança em grande parte das sociedades. Tal resistência pode gerar estabilidade, o que seria algo positivo. Todavia, a partir desta pode surgir uma inabilidade de perceber diferentes visões, soluções ou ações. Ainda, pode esta criar um conservadorismo exacerbado.
 
É interessante notar que, em determinadas circunstâncias, os "guardiões" da casa que resistem às mudanças são justamente os que são melhor servidos pelo status quo. Desta forma, não estão ansiosos por ter sua zona de conforto afetada.
 
O paradoxo reside no fato de que, apesar do explanado, os seres humanos notavelmente estão entre os seres mais adaptáveis do planeta. Cada vez mais a humanidade tem comprovado isso ao usar sua criatividade para inovações tecnológicas, as quais geralmente permitem um acréscimo na produção de alimentos das fazendas, ou ainda geram um incremento na quantidade de peixes para serem apanhados no oceano, por exemplo.
 
Estes tipos de inovações, mais do que nunca, foram responsáveis também para pressionar o ambiente e os recursos. Novamente, surgem tensões e conflitos relacionados a melhor maneira para institucionalizar a mudança.
 
 
Fonte: rumosustentavel.com.br
 
 
 
 
 

13 de dez. de 2013

Mudança do clima altera rapidamente paisagem do Ártico


 
 
 
 
 
"A mudança do clima está alterando a paisagem do Ártico mais rápido que em qualquer outro lugar do mundo," disse na sexta-feira (22/11) o secretário da defesa dos Estados Unidos, Chuck Hagel, ao Fórum Internacional de Segurança em Halifax, Nova Escócia, no Canadá.
 
O secretário falava sobre a nova estratégia do Pentágono para a região, destacando que os militares de seu país devem aumentar o treino das tropas para baixas temperaturas e encorajar a cooperação regional, com a abertura de novas rotas marinhas como consequência do aquecimento.
 
Segundo ele, as medidas são necessárias para responder ao derretimento do gelo ártico. Funcionários do Departamento de Defesa não anunciaram quaisquer novos gastos na região, mas disseram que o Pentágono continuaria a avaliar nossos sistemas de armamentos que pudessem ser necessários.
 
Alguns analistas políticos dizem que o Pentágono está se movimentando muito lentamente e não conseguindo determinar que recursos militares devotar ao Ártico, em meio ao crescente interesse na área mostrado pela Rússia e outros países.
 
Hagel afirmou que a mudança do clima não estava hoje causando diretamente conflitos, mas que reforça a instabilidade global.
Em coletiva para a imprensa, em Washington, antes do discurso de Hagel, militares disseram que haveria provavelmente uma ameaça militar de baixo nível vinda do Ártico nos próximos anos. Mas mesmo na ausência de uma ameaça direta, afirmaram eles, a crescente atividade e a prospecção de novos recursos energéticos podem exigir uma presença militar maior no futuro, informa o Wall Street Journal.
 
 
Fonte: planetasustentavel.abril.com.br
 
 
 
 
 

Projeto de Lei que proíbe testes em animais é aprovado em SP






A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (ALESP) aprovou o Projeto de Lei 777/2013, que restringe o uso de animais em testes laboratoriais para fins cosméticos e de higiene pessoal. Caso a lei entre em vigor, São Paulo será o primeiro estado das Américas a deixar de utilizar os animais para a execução destes testes, um grande avanço, visto o grande engajamento da sociedade contra estas práticas.
 
O projeto foi apresentado pelo deputado Feliciano Filho (PEN51-SP), e tem 15 dias para ser sancionado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP). De acordo com o documento, fica proibido testar sabonetes, shampoos, cremes e outros produtos de higiene e cosméticos nos animais, estabelecendo medidas punitivas aos profissionais e instituições que ignorarem a regulamentação.
 
"O objetivo desta lei é valorizar a saúde humana e animal de forma ética, buscando alternativas eficazes para tratar de problemas reais, substituindo a utilização de animais na experimentação, e testes para cosméticos, por métodos alternativos comprovadamente eficazes e éticos", afirma o texto do projeto.
 
George Guimarães, membro da comissão antivivisseccionista da ALESP e presidente da ONG Veddas, diz que a aprovação do projeto traz uma visão otimista para a luta pela defesa dos direitos dos animais, mas é preciso analisar o tempo que estas mudanças levarão até se tornarem efetivas. "A abolição da experimentação animal para todas as finalidades é apenas uma questão de tempo. A única dúvida é a velocidade com que isso acontecerá. A aprovação célere desse PL na ALESP atesta que a tomada de consciência da população sobre o tema já impacta todas as esferas da sociedade", finaliza o ativista.
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

Garrafa elimina impurezas e transforma Coca-Cola em água







 
A empresa sueca ÖKO comercializa uma garrafa que utiliza uma tecnologia desenvolvida pela NASA, capaz de eliminar mais de 99,9% das impurezas da água.
 
Os suecos também prometem que o recipiente pode transformar a Coca-Cola em líquido transparente, livre de corantes, aromatizantes e outras propriedades industrializadas – mas, de acordo com um teste, o filtro ainda parece preservar o açúcar.
 
O sistema de filtragem da garrafa especial é composto por um dispositivo cujos poros têm apenas dois mícrons de diâmetro. Invisíveis a olho nu, estes pequenos furinhos fazem com que a garrafa possa filtrar com eficiência a quantidade de água disponível em até 100 galões – assim, a alternativa pode ser utilizada nos locais que sofrem com a falta de saneamento básico, problema comum nos países em desenvolvimento.
 
Nos testes da empresa, a conversão do refrigerante em água foi instantânea, e vários usuários da garrafa postaram a experiência nas plataformas da web e nas redes sociais. No entanto, um tira-teima realizado pelo site de notícias asiático RocketNews24 mostrou que o refrigerante fica transparente e perde o gás, mas não fica, necessariamente, potável. "Na verdade, o gosto era de água com açúcar", afirmou o site de notícias.
 
A garrafa é vendida pela internet, e seu preço pode ser considerado como acessível se for levada em conta a eficiência oferecida. No site da ÖKO, cada exemplar é adquirido por cerca de 25 dólares (algo em torno de 58 reais), e a tecnologia tem tudo para melhorar a vida das pessoas que não têm acesso à água potável em várias partes do mundo.
 
 
Fonte: mercadoetico
 
 
 
 
 

Maior vulcão da Terra é descoberto no Pacífico






 

 
Uma equipe internacional de cientistas confirmou que o maior vulcão da Terra está nas profundezas do Oceano Pacífico.
A boa notícia é que ele está extinto.
O vulcão gigantesco, chamado Tamu Massif, também é um dos maiores do Sistema Solar, comparável em tamanho aos vulcões encontrados em Marte.
Localizado a 1.600 km a leste do Japão, o Tamu Massif é a maior estrutura da cadeia de montanhas submarinas chamada Shatsky Rise.
Ele é baixo e largo, o que significa que seus fluxos de lava devem ter viajado longas distâncias em comparação com a maioria dos outros vulcões da Terra. O fundo do mar é pontilhado com milhares de vulcões submarinos, mas quase todos são pequenos e íngremes em comparação com o Tamu Massif.
O maior vulcão da Terra mede cerca de 310.000 km2 - para comparação, o Mauna Loa, no Havaí, o maior vulcão ativo da Terra, cobre uma área aproximada de 5,2 km2.
 
 
 
 
 
Até agora, ninguém havia conseguido comprovar se a formação era um vulcão único ou uma série de vulcões.
Mas esta pode não ser a palavra final sobre grandes vulcões terrestres.
"Pode haver vulcões maiores porque há grandes formações ígneas, tais como a Ontong Java Plateau, mas nós não sabemos se essas formações são um complexo de vulcões ou um vulcão único," alerta o Dr. William Sager, que coordenou a pesquisa.
O nome Tamu foi dado pelo Dr. Sager, formado pelas iniciais da sua universidade - Texas A&M University. Massif é um termo genérico usado para batizar várias estruturas montanhosas - significa maciço, ou massivo.
 
 
Fonte: inovacaotecnologica.com.br
 
 
 
 
 

Elementos da poluição atmosférica modificam o DNA humano

 


 

Além dos males causados pela poluição atmosférica já conhecidos, cientistas acabam de detectar, pela primeira vez, uma modificação em DNA humano causada pela presença de dois aldeídos – acetaldeído e crotonaldeído — encontrados na fumaça do cigarro e nas emissões veiculares "Esses aldeídos são mutagênicos e, em concentrações elevadas, podem levar ao desenvolvimento de câncer", alerta a professora Marisa Helena Gennari de Medeiros, do Instituto de Química (IQ) da USP, e pesquisadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia (INCT) de Processos Redox em Biomedicina (Redoxoma).
 
A constatação foi feita em um levantamento, realizado em 2010, que analisou a urina de 82 pessoas, sendo 47 residentes na cidade de São Paulo e outros 35 moradores de São João da Boa Vista, município no interior do estado. Os resultados mostram que a concentração de adutos — resultado da reação dos aldeídos com o DNA — foi significativamente maior nos moradores da capital paulista. "São Paulo tem uma característica incomum, se comparada a outras grandes capitais do mundo", conta Marisa Helena. "Além dos poluentes normalmente encontrados em metrópoles semelhantes, aqui temos uma grande frota que utiliza o etanol". A pesquisa excluiu fumantes, alcoólicos, pessoas com problemas de saúde e fazendo uso de suplementos alimentares e de medicamentos. Nos testes com a urina, os cientistas utilizaram técnicas ultrassensíveis como a espectrometria de massas.
 
Reparo do DNA A pesquisadora explica que é a primeira vez que a urina foi utilizada como biomarcador para esse tipo de estudo. "É de conhecimento que a poluição atmosférica é um agente carcinogênico", ressalta Marisa. "No entanto, ainda não se tinha um controle específico em relação aos danos causados no DNA humano e usando a urina como biomarcador", explica.
 
A docente descreve que o que é descartado pela urina é justamente o produto do reparo do DNA. Ao entrar em contato com o organismo, os aldeídos se ligam à estrutura do DNA, modificando-a. Contudo, as enzimas que protegem a estrutura realizam um trabalho de "clivagem" (corte) na modificação promovida pelos aldeídos. "O resultado deste mecanismo é justamente o que conhecemos como o reparo, que é o que acaba indo para a urina", explica. Se o dano causado ao DNA não for reparado pode levar a uma mutação e ao câncer. Marisa destaca ainda que a vantagem de se utilizar a urina é que trata-se de um método não invasivo.
 

Fator de risco
Na região metropolitana de São Paulo, onde circula uma frota de cerca de 7.4 milhões de veículos, aldeídos genotóxicos presentes na atmosfera são um grande fator de risco para a saúde da população.
 
Por isso, um aspecto importante da possibilidade de detecção de adutos de DNA na urina é o desenvolvimento de um método não invasivo que permita o monitoramento da exposição da população a aldeídos presentes na atmosfera. Esse monitoramento pode fornecer informações para a formulação de políticas públicas que reduzam os efeitos nocivos da poluição atmosférica. "Pretendemos ampliar esse estudo, analisando e comparando amostras de urina de moradores de diferentes bairros na cidade de São Paulo e de diferentes cidades", conclui a pesquisadora.
 
O grupo responsável pelo estudo integra a rede de pesquisadores dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia (INCT), com apoio do Conselho Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico (CNPq), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) com o Programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID), e do Núcleo de Apoio à Pesquisa (NAP) da USP.

 
Fonte: mercadoetico / Agência USP
 
 
 
 
 

8 dicas para ser sustentável no supermercado







 
Para algumas pessoas as compras no mercado podem representar um grande empecilho para uma vida sustentável. O site CicloVivo sugere oito dicas para evitar o desperdício de alimentos e fazer escolhas mais saudáveis para o meio ambiente e até para o bolso.
- Listas: Fazer uma lista dos itens necessários antes de sair de casa é muito importante, pois evita as compras por impulso. Para não cair na tentação passe longe dos setores de guloseimas, onde ficam os produtos menos importantes.
- Validade dos produtos: Sempre preste atenção no prazo de validade dos alimentos. Em especial, os que estiverem em promoção, pois geralmente o mercado baixa os preços dos produtos quando estão perto de vencer. Caso opte por comprar o produto mesmo assim, avalie se conseguirá consumi-lo até a data estipulada e se você realmente precisa dela, talvez você perceba que só quer comprar porque está barato.
- Alimente-se antes das compras: Ir ao supermercado com fome aumenta muito as chances de comprar produtos desnecessários. Já existe estudos que comprovam que quem vai às compras com fome tende a gastar mais.
- Não compre tudo de uma só vez: Para economizar tempo, muitas pessoas procuram fazer somente única compra por mês. Entretanto, o ideal é ir ao supermercado a cada 15 dias. Dessa forma, o consumidor tem mais chances de ter em casa produtos mais frescos, como hortaliças, verduras e frutas.
- Compra a granel: Opte pela compra a granel se tiver alguma loja perto de casa. Além de prática, ela evita o desperdício. Neste caso, o consumidor leva uma vasilha para armazenar a quantia exata de alimento necessária.
- Busque alimentos da estação: Prefira sempre verduras, legumes e frutas da estação. Esses alimentos são mais saudáveis, pois não são produzidos de forma induzida, o que gasta muita água e agrotóxicos, que são prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.
- Prefira orgânicos: Sempre que possível compre os alimentos orgânicos que são cultivados sem nenhum tipo de inseticida ou modificação genética. Eles não contêm agrotóxicos e pesticidas, além de serem mais saborosos e terem mais vitaminas.
- Recuse sacolas plásticas: É valido lembrar, mesmo que a sua cidade não proíba ou limite o uso de sacos plásticos tente reduzir ao máximo o uso deles. Algumas das alternativas são: levar ecobags, carrinho de feira ou, se for levar as compras no carro ou morar perto do mercado, use caixas de papelão.

 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

The Brighter Side of the East Coast Ice Storm








As the ice storm makes its way through the northern Virginia area, the birds don't seem to be minding. The biting cold and wet weather that keeps most of us inside doesn't keep the local birds from enjoying an early meal at our feeder.
 
 
Fonte: cnn.com / ireport
 
 
 
 
 

12 de dez. de 2013

Estresse estimula fissura por doces em mulheres


 
 
 
 
 
A vontade de comer doces que algumas mulheres sentem pode ter uma explicação: o estresse. Uma pesquisa da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP mostrou que mulheres estressadas têm sete vezes mais chances de desenvolver a Dependência de Substâncias Doces (DSD) que também é conhecida como fissura por alimentos doces. O estudo foi realizado pela aluna de mestrado Danielle Marques Macedo, sob orientação da professora Rosa Wanda Diez Garcia, do Departamento de Nutrição e Metabolismo da FMRP.
 
A amostra do estudo foi composta por 31 mulheres com estresse e 26 mulheres sem estresse. A maioria das mulheres com DSD afirmou que comem doces para se sentirem melhor (ou para mudar o estado de humor); já constataram que precisa de quantidades de doces cada vez maiores; sentem algum sintoma na ausência de doces; sempre consomem doces mais do que pretendia; ficam horas pensando em como adquirir doces; já reduziram atividades diárias ou de lazer para ficar ingerindo doces; e continuam consumindo estes produtos mesmo sabendo das possíveis consequências à saúde.
 
Em relação à análise da ingestão média diária de açúcares, não houve diferença estatística entre as mulheres com e sem estresse. No entanto, as mulheres com estresse afirmaram que sentem mais vontade de comer doces. Os níveis basais de leptina foram significativamente mais altos entre as dependentes de doces. Níveis aumentados deste hormônio parecem favorecer ainda mais o consumo alimentar, sobretudo de produtos ricos em açúcares. E os dados antropométricos não se diferenciaram entre as mulheres com e sem estresse, com exceção da medida da circunferência da cintura que foi significativamente maior entre as mulheres estressadas.
 
Estresse
Segundo Danielle, as principais características das mulheres com estresse foram: baixa escolaridade, baixa renda sócio-econômica, presença de problemas conjugais e insatisfação com o ambiente de trabalho. Foram selecionadas 57 mulheres saudáveis de 20 a 45 anos e com o Índice de Massa Corporal (IMC) na faixa de sobrepeso.
 
O estresse foi diagnosticado por meio do "Inventário de Sintomas de Estresse para Adultos de Lipp" e as mulheres foram divididas em dois grupos: com estresse e sem estresse. Foram identificadas características do comportamento da DSD e o consumo alimentar. Os níveis basais de dois hormônios reguladores do apetite foram dosados e analisados (grelina ativa e leptina).
 
Os dados antropométricos avaliados foram: peso corporal, estatura, circunferência da cintura e Percentual de Gordura Corporal (%GC). As variáveis (DSD, consumo de açúcares e exames bioquímicos) foram analisadas com mulheres separadas de acordo com a presença do estresse e, posteriormente, com mulheres separadas pela DSD.
 
O estudo foi resultado da dissertação de mestrado Estresse, consumo de açúcares, dependência de substâncias doces, e níveis plasmáticos de hormônios reguladores do apetite em mulheres. A apresentação do trabalho aconteceu em novembro do ano passado.
 
 
Fonte: envolverde.com.br
 
 
 
 
 

Quatro vantagens para as empresas que calculam as emissões de carbono


 
 
 
 
 
 
Medir as emissões de carbono pode trazer diversos benefícios para o próprio negócio – vantagens que não são restritas às questões ambientais. Embora muitos empreendedores desconheçam essa realidade, os atrativos da prática são, inclusive, legais e econômicos.
Ter as informações em mãos pode ser uma necessidade para o negócio. Hoje, em diversos processos de aquisição de bens e serviços, é cada vez mais requerido que os fornecedores sejam certificados ou tenham o inventário da emissão de gases verificado.
Se não por isso, a empresa pode se beneficiar também com vantagens comerciais, particularmente em relação aos gastos com energia e tratamento de dejetos e efluentes.
Pensar na sustentabilidade, em vários casos, pode ser sinônimo de maior competitividade e melhor imagem da marca no mercado. Veja a seguir quatro razões para fazer a medição de emissões de carbono.
 
1. Alcance de novos mercados
Esse é um importante fator que o inventário bem feito pode trazer. Além da empresa se manter em solos já conquistados, com os dados em mãos ela consegue ampliar o campo de atuação.
"Lembre-se que muitos clientes importantes somente serão alcançados com a implantação de um sistema de gestão ambiental nas corporações. Essa já é uma exigência de grande parte do mercado", afirmou à Exame Carlos Roberto Sanquetta, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e diretor do Instituto de Pesquisas em Biomassa e Sequestro de Carbono (Biofix).
Os dados servem, ainda, para avaliar o desempenho no setor. "Com o inventário disponível no Programa Brasileiro GHG Protocol, muitas empresas têm acesso aos dados de seus concorrentes e podem comparar o seu desempenho", analisa Guy Ladvocat, gerente de Certificação de Sistemas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
 
2. Obtenção do Selo Ambiental
Para que a sua empresa tenha um desses selos, tão relevantes nos dias de hoje, a apresentação do inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE) é um dos requisitos básicos.
 
3. Antecipação à legislação
O conhecimento adquirido na elaboração dos primeiros inventários e na sua melhoria contínua permite que a empresa já esteja preparada para futuros marcos regulatórios", afirma Guy Ladvocat.
Afora isso, a realização de um inventário de GEEs pode representar a antecipação de futuras legislações nacionais. "Isso ocorre devido ao fato do Brasil ter assumido compromissos internos e também no âmbito de tratados internacionais sobre o clima global. Se a empresa estiver preparada, ela não será surpreendida diante de futuras exigências legais", diz Carlos Roberto Sanquetta.
 
4. Melhor gestão ambiental = menos efeito estufa
Com o inventário em mãos é possível gerenciar as emissões de carbono. "E esse conhecimento adquirido faz com que o uso dos recursos seja feito de maneira eficiente para as emissões de gases de efeito estufa", afirma Ladvocat, que é também coordenador na ABNT do projeto "Fomento à Gestão dos Gases de Efeito Estufa e à Verificação em Pequenas e Médias Empresas".
Isso evita possíveis danos ambientais e até mesmo multas, autuações e outros enfrentamentos que poderiam surgir com a falta de atenção ao tema.
 
 
Fonte: mercadoetico.com.br
 
 
 
 
 

PIB do G-20 cresce 0,9% no terceiro trimestre; Brasil tem o pior desempenho






A produção de bens e serviços (PIB) do grupo das 19 economias mais poderosas do mundo mais a Rússia (G-20) avançou 0,9% no terceiro trimestre em relação ao anterior – calcula a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). No segundo trimestre, a variação havia sido positiva em 0,8%.
A China foi a economia que mais cresceu no período: 2,2%. A Índia, em segundo lugar, avançou 1,9%. A indonésia, na sequência, teve expansão de 1,3% no intervalo.
No Brasil, dono da rabeira da lista, o PIB foi negativo em 0,5% no terceiro trimestre - como divulgado recentemente pelo IBGE.
Veja no gráfico como evoluíram as economias do G-20 que já tiveram o PIB do terceiro trimestre calculado.
 
Fonte: estadao.com.br
 
 
 
 
 

Comer para viver ou para morrer?


 
 
 
 
 
 
Uma das perguntas mais frequentes que ouço dos meus pacientes é "o que devo comer?". Você pode pensar que o seu médico é capaz de ajudar no sentido de orientar sobre a melhor dieta para o seu caso, mas na grande maioria das vezes a resposta não é satisfatória. A maioria dos médicos se desinteressa a respeito do tema DIETA e não ajuda nas escolhas alimentares que possam beneficiar os pacientes e frequentemente são desinformados no que diz respeito à alimentação saudável.
 
Na faculdade de Medicina não costuma existir um treinamento adequado sobre nutrição e as matérias se concentram principalmente no conhecimento de doenças e na forma de tratá-las. Poucas são as menções a respeito de condutas nutricionais, embora, para reconhecermos plenamente o que chamamos de SAÚDE, devamos conhecer o que compõe os organismos vivos sob forma de matéria-prima para que haja um desempenho normal.
 
A sociedade moderna evoluiu bastante sob o ponto de vista tecnológico, trazendo-nos facilidades para desempenharmos nossas funções diárias, porém não nos conduziu corretamente sob o aspecto nutricional e isto propiciou o surgimento de vários tipos de doenças que não existiam nos primórdios dos tempos, quando a espécie humana apareceu no nosso planeta.
 
O homem primitivo se alimentava de carne crua e vegetais disponibilizados na natureza. Ele devia andar para conseguir alimento e correr para fugir de predadores. À medida que o tempo passou, foram desenvolvidas variações que serviam para melhorar o sabor dos alimentos que vão desde o cozimento após a descoberta do fogo até o consumo do leite, fabricação de açúcar, farinha e tantas outras, passando pelos condimento até chegarmos na industrialização. O Homem não foi programado para adoecer, embora mudanças de hábitos ao longo do tempo contribuíram para o surgimento de inúmeras doenças, tais como as cardiovasculares, diabetes, alergias etc. Mudanças de hábito de vida tais como sedentarismo, consumo exagerado de alimentos industrializados (principalmente os que contém carboidratos refinados) fumo, álcool e o stress cada vez mais crescente, levaram a espécie humana a sofrer de doenças que poderiam ser evitadas, mas que se consolidaram seriamente.
 
A obesidade é hoje um dos mais sérios problemas de saúde e causa principal de diabetes, hipertensão arterial, infarto do miocárdio, derrame cerebral, entre outras. São doenças FABRICADAS pelo homem. O médico está preparado para receitar remédios que ajudam a melhorar sintomas de cada doença, porém ele raramente orienta os pacientes no sentido de promoverem mudanças no estilo de vida para evitarem complicações dessas doenças ou mesmo impedirem que elas se instalem.
 
Devemos nos lembrar que a alimentação pode servir como poderosa medicação. É claro que podemos fazer escolhas alimentares que satisfaçam o paladar, porém temos que nos cuidar, porque essas escolhas são, muitas das vezes, causas de obesidade, doenças cardíacas, câncer, doenças autoimunes etc. As escolhas alimentares adequadas dependem de conhecimento das propriedades dos alimentos. Evitar os industrializados deveria ser a primeira medida a ser tomada para se pensar em saúde. Não há duvida alguma que devemos nos satisfazer comendo o que nos dá prazer. Entretanto, morrer por isto não parece valer a pena. O mais importante é colocarmos em prática o treinamento de fazer a compensação logo após qualquer tipo de abuso. Se abusarmos hoje, amanhã, depois de amanhã, ninguém nos segurará. Se, ao contrário, aprendermos a compensar com alimentação saudável o dia seguinte aos abusos, teremos mais chance de aproveitarmos a vida naquilo que ela nos oferece de mais valor, que é a SAÚDE.
 
Comer para viver é mais sábio do que viver para comer.

 
Fonte: envolverde.com.br
 
 
 
 
 

Artistas brasileiros aderem à campanha contra trabalho infantil


 

 
 
 
 
 
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) relançou a campanha Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil, que já conta com o apoio de diversos artistas renomados como Cher e Susan Sarandon. Agora, as estrelas brasileiras também aderiram a iniciativa, são elas: Wagner Moura, Priscila Camargo, Osmar Prado, Camila Pitanga, Gilberto Miranda, Dira Paes e Bete Mendes. Além disso, a Copa de 2014 e as Olimpíadas do Rio, em 2016, também serão grandes eventos de mobilização da ação.
 
A OIT lançou a primeira campanha do cartão vermelho em 2002 com o objetivo de sensibilizar a opinião pública sobre o trabalho infantil. Oito anos depois, a segunda Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que foi realizada em Haia, comprometeu-se com a eliminação das piores formas de trabalho infantil até 2016.
 
 
 
 
 
 
Embora durante a última década o número de crianças que trabalham no mundo tenha reduzido em um terço (atualmente são 168 milhões de jovens no trabalho), os progressos foram lentos. Os 152 países que participaram da terceira Conferência Global, promovida em Brasília, renovaram o compromisso da segunda conferência.
 
Metade das crianças que trabalham está presa nas piores formas de trabalho infantil. Trabalham em campo, minas ou fábricas e podem ser vítimas de abuso sexual, exploradas pelo tráfico de drogas ou forçados a alistar-se em milícias ou exércitos.
 
A OIT é a agência da ONU especializada no mundo do trabalho e conta com o maior programa para a eliminação do trabalho infantil. A iniciativa contribuiu para liberar três milhões de crianças em todo o mundo.
 

 
Fonte: mercadoetico.com.br
 
 
 
 
 

Governo cria medida para evitar caos logístico








Para evitar, em 2014, a repetição do caos logístico como as filas quilométricas de caminhões que se viram no início deste ano, o governo lançou um pacote de medidas que inclui um sistema de agendamento que vai sincronizar a chegada de navios e caminhões aos portos, o Portolog. A ideia é evitar que os caminhões sobrecarreguem o sistema Anchieta-Imigrantes e a cidade de Santos (SP). Os caminhões só serão autorizados a entrar no porto dentro de uma faixa de horário estabelecida pelo administrador portuário, de forma que ele não ficará esperando para descarregar. Para evitar que o motorista fique parado na estrada, serão colocados à disposição pátios de estacionamento. (Estado)
 
 
 
Fonte: gironews.com