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PRONTO, A VIDA FICOU SIMPLES!

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26 de dez. de 2013

Projeção para as Carnes em 2014



 
 
 
 
Este foi um ano de recuperação para os produtores. O ano anterior (2012) havia sido bastante difícil, com altos custos de produção (especialmente com os preços altos de milho e soja para a alimentação dos animais), resultando no forte abate de matrizes. A decorrente oferta enxuta de animais se refletiu na valorização das carnes em 2013. No caso dos suínos, a oferta também ficou comprometida pelo forte calor do verão e o inverno rigoroso, o que prejudicou a cria dos animais.
 
Com insumos mais baratos em 2013, um mercado interno aquecido pela melhoria do poder aquisitivo e um câmbio favorável à exportação, o ano foi de recomposição de renda para o produtor. Para o boi gordo, por exemplo, o incremento no Valor Bruto da Produção (VBP) foi de 26,2%. Para suínos, o faturamento bruto de 2013 foi 25,6% maior e, para as aves, o acréscimo foi de 16,5% na comparação com o ano anterior. A trajetória de valorização das carnes deve permanecer nesta virada de ano, com o período festivo e a melhoria do poder aquisitivo das famílias, com o recebimento do 13º salário.
 
 
2014
A expectativa é de manutenção de um mercado interno bastante aquecido, impulsionado especialmente pelos eventos festivos e esportivos e por uma forte campanha de marketing para elevação do consumo. Também são esperados novos acordos internacionais. O bom momento de 2013 deve estimular uma produção um pouco maior.
 
 
Vale lembrar
2013 foi também marcado pela reabertura de mercados, queda de barreiras e restrições e novos acordos internacionais. Exemplo foi a missão empresarial da CNA à China, buscando abertura para alguns dos principais produtos agrícolas brasileiros e, especialmente, suspensão do embargo à carne bovina. O presidente da FAEMG, Roberto Simões integrou a comitiva que apresentou, ao país mais populoso do mundo, as oportunidades de negócios e investimentos no agronegócio brasileiro, das cadeias produtivas à infraestrutura.
 
 
 
 
 
 
Fonte: FAEMG / Agron.com.br
 
 
 
 
 
 

Porto Alegre vai ganhar sistema de aluguel de carros elétricos






Três jovens engenheiros prometem trazer novo fôlego à mobilidade urbana em Porto Alegre: o projeto consiste em implantar na cidade um sistema de aluguel de carros elétricos semelhante ao que já ocorre com bicicletas, mas que permita uma utilização dos veículos em viagens que durem mais de uma hora.
 
A iniciativa é de Cezar Reinbrecht, Gerson Scartezzini e Lucas de Paris, que criaram a startup MVM Technologies para viabilizar o negócio. Os dois primeiros são, respectivamente, alunos de doutorado e de mestrado no Instituto de Informática da UFGRS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul), e o terceiro é mestrando na Unicamp. Eles preveem que, até o final de 2014 esteja em funcionamento o SiVI (Sistema Veicular Inteligente), com investimento de três milhões de reais.
 
Inicialmente, estarão disponíveis para aluguel 20 veículos elétricos. Nessa fase, de testes, apenas a comunidade da UFRGS poderá utilizar o sistema, que, posteriormente, será ampliado para outras universidades de Porto Alegre e depois aberto à população em geral. "Nosso interesse é, principalmente, buscar um futuro melhor para as pessoas na cidade. As palavras-chaves que pretendemos colocar nas ruas são: tecnologia verde, utilização consciente e uso compartilhado", esclarece Reinbrecht.
 
No início, haverá apenas dois pontos de retirada dos veículos – um no campus do Centro e outro no Vale, e o trajeto será limitado a esses locais. Para alugar um carro, o usuário deverá realizar um cadastro e fornecer número de cartão de crédito para pagamento. A cobrança será tarifada por viagem, mas haverá a possibilidade de serem adquiridos pacotes para mais de um percurso.
 
Durante o cadastro será exigido número de CNH do condutor, para verificar pontuação na carteira, pois o sistema irá beneficiar bons motoristas. A utilização consciente também é preocupação dos empresários. "Nosso sistema oferecerá descontos às pessoas que compartilharem os carros", explica Scartezzini.
 
O valor ainda está em estudo, mas Lucas comenta que a ideia é reduzir o custo à medida que o sistema se consolida. "O preço inicia mais alto e depois diminui, conforme a aceitabilidade do público a essa concepção de transporte", explica o engenheiro.
 
Para viabilizar a ideia, serão trazidos veículos da Espanha, a partir de um convênio firmado com a empresa Hiriko. Além de serem 100% elétricos, os modelos são dobráveis, o que reduz o espaço necessário para estacionar. Para marcar a presença do SiVI na cidade, a pintura dos carros será feita com cores que se destacam no trânsito, como verde limão, rosa, amarelo e laranja.
 
 

 
 
Fonte: ciclovivo.com.br
 
 
 
 
 
 

Como manter uma dieta saudável na praia




Muita gente se esquece de fazer refeições balanceadas durante as férias, mas é importante consumir alimentos mais saudáveis durante o verão. Uma boa dieta na praia é indispensável para turbinar o bronzeado e até garantir a cor por mais tempo.

 
Se você está no litoral, nada de trocar uma refeição saudável pelas iscas de peixes e espetinhos de camarão que são vendidos à beira-mar: além da qualidade ser duvidosa, estes alimentos não substituem uma refeição nutritiva. O CicloVivo garimpou uma lista de alimentos que ajudam a hidratar o corpo na praia e ainda colaboram com o bronzeado dos dias de verão.
 
 
 
 

Alimentos que aumentam a produção de melanina
Aposte no brócolis, no tomate e no pêssego. Entre as refeições, consuma bastante aveia e farelo de trigo, pois todos estes alimentos são ricos em vitamina A e vitamina E, propriedades que aumentam a produção da melanina nas células, substância responsável pela pigmentação da pele.


 
 
 
 
Alimentos que mantêm o bronzeado
No verão, coma mais cenoura, beterraba, abóbora e batata doce. Isso porque estes alimentos são ricos em betacaroteno, propriedade que dá mais cor para a pele e turbina o bronzeado que você conseguiu na praia. Além disso, estes alimentos aumentam a saciedade e são ricos em fibras e vitamina C, que fortalece a imunidade do corpo.
 
 
 
 

Alimentos que hidratam o corpo
Todo mundo sabe que é preciso beber muita água em qualquer época do ano, principalmente nos dias quentes. Mas, no verão, é bom consumir alimentos que hidratam mais ainda o corpo. Além de regular a temperatura do organismo, eles também ajudam a eliminar toxinas, porém, não podem ser substituídos pela água. Coma mais pepino (que é composto por mais de 96% de água) e inclua mais tomates em sua dieta. Se puder, troque a carne vermelha pelos peixes e prefira o arroz integral.






Bebidas de baixa caloria
Além da água natural, a água de coco e o chá gelado são as duas opções mais saudáveis para serem consumidas debaixo do sol. A água do coco é um hidratante natural de baixas calorias rico em nutrientes, que tem potássio suficiente para repor os minerais depois da prática de atividades físicas.


Pense bem se for optar pelas bebidas alcoólicas: a caipirinha, tradicional nas praias brasileiras, é bem mais calórica do que a cerveja, já que o drinque possui um maior teor alcoólico do que a bebida fermentada. Se preferir escolher a caipirinha, peça a bebida com adoçante, e não abuse do álcool nas praias, uma vez que o ideal é manter o corpo sempre hidratado com água.






 
Fonte: ciclovivo.com.br
Imagens: SXC
 
 
 
 
 
 

VAREJO DEVE SE PREPARAR PARA RECEBER LEI DE LOGÍSTICA REVERSA






O varejo é um dos principais responsáveis por conscientizar os consumidores a descartar corretamente os resíduos sólidos. Ele é o intermediário entre o fabricante e o cliente final, que são os maiores consumidores de embalagens, latas, alumínio, plástico e lixo em geral.
 
Porém, na prática, são poucos os varejistas que exercem essa função consciente de sustentabilidade. Para incentivar esse trabalho, a Lei de Política Nacional de Resíduos Sólidos, vai se tornar obrigatória aos varejistas. Mas será que eles estão preparados para recebê-la?


Se tratando de uma lei que ficou guardada por duas décadas na gaveta, ela institui uma série de medidas para garantir o tratamento ambiental correto do lixo em todo o Brasil e impõe ao poder público, por exemplo, a substituição dos lixões para aterros sanitários, locais preparados para evitar a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.
 
Além disso, a regulamentação impõe aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes o sistema de Logística Reversa, pelo qual os clientes podem levar de volta às suas origens, embalagens e materiais inutilizáveis após sua venda e consumo.


Na visão do advogado Flávio Menezes - sócio do escritório Menezes Advocacia, os supermercados brasileiros ainda não estão preparados para assumir essa responsabilidade, mas com a chegada da lei, esse cenário vai obrigatoriamente mudar. Será o começo de uma politização dos varejistas. E como ela incentiva a diminuição dos resíduos gerados, cabe a eles também discutir com os fabricantes os métodos mais eficazes de como utilizar menos matéria prima na produção de suas embalagens.
 
A regra vale para embalagens de plástico, metal e vidro, baterias, pilhas, eletroeletrônicos e componentes, pneus, lâmpadas, agrotóxicos e óleos lubrificantes.


Um exemplo de varejista que já trabalha com esse perfil é a rede de supermercados Walmart. Alguns itens de marca própria são produzidos com menos material nas embalagens. Como é o caso do achocolatado Bompreço, cuja redução é de 30%. O Pão de Açúcar também se antecipou e realizam ações onde incentivam os clientes a fazer reciclagem antes mesmo de consumir. Cerca de 65 lojas possuem caixas verdes nos quais os clientes podem descartar o excesso de embalagem logo após a compra. Com a ação, a empresa já transportou para as estações de reciclagem mais de um milhão de embalagens.
 
 
 
 
 
 
Fonte: Portal Gironews / gironews.com






Consumidores Lesados S/A: a importância do respeito

 
 
 
 
 
Certamente todos já ouviram a seguinte frase: "Mais difícil que chegar ao sucesso, é manter-se nele". Esta é a mais pura das verdades. Ninguém chega ao topo sem antes passar por diversos obstáculos e sem ter um prévio conhecimento de todas as etapas de um processo. Em especial, quando o assunto se trata de vendas diretas para o consumidor final. É fundamental que essas fases tenham começo, meio e... continuidade. Pois, crescer todos querem, mas alguns colocam isso antes de aspectos que provocam o crescimento, transformando assim a continuidade em fim.
 
Quando um empresário ou empresa chega ao sucesso, que pode levá-lo à liderança de mercado, é porque tem um produto de qualidade, investe na constante melhoria da qualificação dos colaboradores e oferece benefícios interessantes a eles. Além disso, transforma fornecedores em aliados, cria linhas de fidelização dos clientes e tem uma logística competente. E o principal: jamais despreza alguma das etapas comerciais, ou seja, o pré, durante e pós-vendas. Ele cria uma verdadeira caça aos desperdícios e gargalos.

Vamos falar em vendas, ou melhor, as ações que vão desde o pré ao pós-vendas. A primeira é envolvente, fundamentada numa conversa que procura atrair a atenção do consumidor para o produto em questão. A segunda fase, da decisão sobre adquiri-lo ou não, é aquela em que "geralmente" se pode tudo: "Pode mexer na estrutura?", "pode entregar em 10 dias?", "pode mudar a cor depois?"...
"Pode...?" Claro, tudo pode!


Ok, a venda foi efetuada. E se as coisas não andarem como prometidas, aquele sujeito, o comprador, que era até então uma pessoa maravilhosa, passa a ser "o chato que reclama de tudo...". Infelizmente, essa ainda é uma dura realidade. Tenho estado atento e sido vítima, muitas vezes, daqueles que encaram o cliente como um - desprezível - detalhe no crescimento da empresa. Exemplos? Não faltam!


Em uma das conversas que o Elias Awad (autor desse artigo, no site Consumidor Moderno) teve com o Dr. Affonso Brandão Hennel, durante o livro que escreveu sobre a trajetória desse líder importante empresarial, ele falou-lhe, com convicção, a seguinte frase: "O que aprendi de melhor com meu pai foi o respeito ao cliente. Por várias vezes parei a produção para fabricar peças que faltavam no conserto de um ou mais produtos na assistência técnica. "Antes de vender a próxima peça, deixe aquele que acreditou no seu produto feliz", costuma dizer ele.


É por isso que essa parceria entre a Semp e a Toshiba dura mais de três décadas e meia, enquanto que, segundo pesquisa feita pelo Sebrae no ano passado, 48% das empresas brasileiras fecham as portas depois de três anos. E apenas a título de curiosidade, sabe qual o principal motivo desse fator? A falta de clientes.

Por isso, o Elias Awad deixa um aviso aos navegantes de primeira, segunda, décima, centésima ou milésima viagem: "Mais difícil que chegar ao sucesso, é manter-se nele". Ou, em outras palavras, cuidado para não destruir o que você mesmo construiu.
 
 
 
 
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
 
 
 
 
 
 

25 de dez. de 2013

Uma pele bonita usando... Lesmas!

 
 
 
 

Ter a pele lisinha sem as lesões de espinhas ou parecer mais jovem são os desejos de muitas pessoas. Em Tóquio, capital do Japão, um novo tratamento de beleza promete esses e outros ganhos, utilizando lesmas no lugar de super cremes. Que tal?
 
A nova tendência em estética foi lançada pelo Ci: Grupo zMedical, sob a justificativa de que há propriedades na baba do caracol que podem ajudar em diversas finalidades no tratamento estético, passando pela liberação de toxinas que atuam contra anti-envelhecimento, remoção de células-mortas, e outras que ajudam na recuperação de tecidos queimados ou nas cicatrizes futuras das erupções cutâneas, advindas das espinhas e dos cravos, segundo o site inhabitat.com.
 
Os pesquisadores teriam notado os indícios do poder curativo na secreção do caracol há décadas, ao observarem que as cicatrizes nas mãos dos agricultores que lidavam também com o escargot haviam sido curadas "extraordinariamente bem". Algumas tentativas foram feitas com a essência da baba misturada a cremes convencionais, mas somente agora foi tentado o tratamento com o animal vivo.
 
O Ci: Grupo zMedical promove uma sessão de 60 minutos por cerca de US$ 240 (R$ 560). A "essência de escargot" já foi adicionada a muitos cremes para pele ao redor do mundo, mas este é o primeiro exemplo conhecido do uso de animais vivos.
 
E agora, sabendo de todos os possíveis ganhos, você apostaria nesse método?
 

 
 
Fonte: mercadoetico.com.br
 
 
 
 
 
 

Roda elétrica para aviões diminui poluição e preços das passagens


 
 
 
 
 
Uma empresa de tecnologia de Gibraltar desenvolveu um sistema de rodas elétricas para aeronaves, a fim de diminuir as emissões de carbono durante os voos e ainda proporcionar ganhos às companhias aéreas. Chamado de Wheeltug, o potente sistema economiza cerca de 700 dólares em combustíveis a cada voo – e que, num futuro próximo, pode colaborar com a redução do preço das passagens.
 
 
 
 
 
 
Pouca gente sabe, mas é nos aeroportos que os aviões mais gastam combustível, durante o taxiamento (enquanto se preparam para decolar e após o pouso). Produzindo uma força suficiente para carregar mais de 600 toneladas, as rodas elétricas especiais cumprem a mesma função das convencionais, sem depender da queima de combustíveis enquanto permanecem no solo.
Por enquanto, apenas a companhia aérea israelense El-Al Airlines utiliza o sistema, e já se espera uma economia milionária ao final do primeiro ano de uso. Assim, quanto maior a utilização das rodas elétricas, mais baixos tendem a se tornar os preços das passagens, de acordo com as expectativas do site Techyzmundo.com.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: techyzmundo / ciclovivo.com.br
 
 
 
 
 
 

10 pratos típicos ao redor do mundo




 
Conheça melhor a história das comidas que ajudam a fazer a fama de vários lugares mundo afora.
 
 
 
México: feitos à base de milho, os tacos mexicanos costumam vir recheados de carne picada, tomate, queijo e alface.
 
 
 
 
Argentina: quem nunca ganhou um alfajor de presente de alguém que viajou a Buenos Aires? A iguaria, recheada com doce de leite e coberta com chocolate, é presença certa entre os souvenirs argentinos.
 
 



 
Irlanda: carne de carneiro (claro!), cebola, batata, cenoura, aipo, salsa picada, caldo de carne e sal e pimenta a gosto. Misture tudo e você tem o Irish Stew, ou, em bom português, um delicioso ensopado de carneiro.
 
 
 
 
 
Coreia: bulgogi significa carne de fogo, o que dá uma boa ideia sobre o que é esse prato coreano. Temperado com vinho, cebola, molho de soja, alho e óleo de gergelim, a carne bovina é cozida e embrulhada em vegetais. A comida é tão famosa na Coreia que é até vendida em algumas cadeias de fast-food.
 
 



 
Hungria: o Goulash é praticamente um símbolo nacional. Foi criado no século 19 para diferenciar a Hungria do Império Austro-húngaro. O preparo leva carne, vegetais, páprica e pimenta.
 
 
 

 
Áustria: O Wiener Schnitzel é a versão austríaca de uma prato bem conhecido no Brasil: o bife à milanesa.
 
 
 
 
 
França: é comum que os Pot-au-feu seja servido nos dias frios. O ensopado de carne e especiarias pode ser preparado com frango, boi e até mesmo caranguejo.
 
 
 
 
 
Inglaterra: O Yorkshire pudding era servido para que as visitas se empanturrassem e não comessem tanta carne nos jantares. Hoje, ele vem acompanhado de fatias de limão e salada de batatas.
 

 
 
Filipinas: o ovo de pato fertilizado é comido na própria casca. A iguaria é considerada deliciosa pelos filipinos, mas apenas os mais corajosos dos ocidentais conseguem encará-la.
 
 
 

 
Peru e Ecuador: o porquinho-da-índia é mais que um bicho de estimação em alguns países latinos. O cuy, como é chamado por lá, é servido inteiro e frito, acompanhado de arroz.
 
 
 
 
 
 
Fonte: super.abril.com.br
Getty Images
 
 
 
 
 

24 de dez. de 2013

Menus vegetarianos melhoram desempenho escolar de crianças e adolescentes


 
 
 
 
 
Em Maio, o site Greensavers.sapo.pt publicou que a escola primária Active Learning Elementary School, do bairro nova-iorquino de Queens, tinha adotado uma dieta 100% vegetariana, servindo às crianças pratos que incluíam tofu e chili vegetariano, entre outros.
 
Agora, surgem os primeiros resultados desta experiência pioneira de vegetarianismo numa escola pública de Nova Iorque: após um semestre com a nova alimentação, o número de estudantes obesos ou acima do peso reduziu em 2%. Por outro lado, a escola registou uma redução no déficit de atenção e nas faltas e uma melhoria no comportamento e nas notas.
 
Quem diz é Bo Groff, diretor e co-fundador da escola, que ainda não conseguiu provar a relação entre os acontecimentos, mas tem a certeza que o tempo e a persistência confirmarão a sua tese.
 
 
 
 
 
A escola é frequentada por 400 crianças e tornou-se na primeira do país a oferecer um menu 100% vegetariano em todas as refeições. No início, a decisão da escola causou algum desconforto entre os jovens, mas a maioria das famílias aceitou a medida. As crianças continuaram a poder levar lanches à base de carne para a escola, mas 90% não o fez.
 
Para ajudar as crianças a decidirem o que é melhor para a sua alimentação, a escola dedica aulas de nutrição semanais ao tema. Os familiares também são bem-vindos aos workshops, que ensinam a preparar comida mais saudável em casa.
 
O objetivo é que as crianças peguem nestes ensinamentos e obriguem os pais a cumpri-los. Só por isso o projeto já pode ser considerado vencedor.
 
 
 
 
Fonte: Greensavers / ciclovivo
Imagem: SweetOnVeg / Creative Commons
 
 
 
 
 

Empresa comercializa carrinho de bebê equipado com bike

 
 
 
 
 
 
Um carrinho de bebê, que também funciona como bicicleta. Esta é a criação da Taga Bikes, uma empresa formada por integrantes de diversos países. A proposta foi idealizada após quatro anos de estudo e agora já está disponível comercialmente.
De acordo com os fundadores da empresa, o modelo foi projeto após análises universais. Mesmo assim, o fator que mais influenciou a criação foi a cultura holandesa, em que as bicicletas são itens comuns à maior parte da população.
 
 
 
 
 
Os idealizadores então pensaram em uma maneira de unir a forma do carrinho à utilidade da bicicleta. O resultado foi o Taga, que oferece praticidade, conforto e segurança, tanto aos pais, como aos filhos. De maneira direta, a invenção é um carrinho para bebês com uma bicicleta embutida.
Enquanto os carrinhos tradicionais possuem quatro rodas pequenas, o Taga é equipado com três rodas de aro médio. Quando a bicicleta está em uso, o "pedalante" vai atrás do carrinho, assim a criança tem a mesma visão da paisagem que o adulto. Ele possui os mesmo sistemas de uma bicicleta simples comum, com freios instalados no empurrador do carrinho. A companhia garante que o Taga passa por testes de segurança e qualidade superiores aos feitos nas bicicletas que são comercializadas em EUA, Europa e Austrália.
Quando a bicicleta está fora de uso, o Taga diminui de tamanho, com a roda traseira, utilizada na bicicleta, passando a ficar à frente, perto dos pés do bebê. O tamanho é reduzido e ele pode ser empurrado normalmente, como qualquer carrinho tradicional.
 
 
 
 
 
 
A mudança do formato bicicleta para o que é exclusivamente carrinho leva apenas 20 segundos. Além de permitir uma interação diferente entre pais e filhos, o Taga também facilita o transporte e possibilita que os pais pratiquem uma atividade física ao mesmo tempo em que passam tempo com seus filhos.
Outro diferencial que merece destaque neste modelo é o fato de ser adaptável para transportar desde recém-nascidos até crianças de dez anos. Ele está disponível comercialmente através do site tagabikes.com, por US$ 1.495, aproximadamente R$ 3.400.
 
 
 





Fonte: ciclovivo.com / tagabikes.com





Diferenças entre o arroz integral e o branco

 
 
 
 
 
O arroz é polido para ficar branquinho e fácil de cozinhar. Bonitinho e ordinário, porque o arroz branco é quase puro amido, sem valor nutritivo. O seu polimento joga fora as vitaminas e fibras. "Trata-se de retirar a camada fina que fica entre a casca e o grão, o perisperma", explica o engenheiro químico Eduardo Batista, da empresa de arroz Effen, de Porto Alegre.
 
Joga-se arroz descascado em uma grande pedra áspera giratória, que arranca a película de perisperma. O resultado é o grão branco, preferido por 80% dos brasileiros. Ele cozinha rápido, em 20 minutos. O arroz integral requer 45 minutos de cozimento, mas é muito mais nutritivo e saudável, por conter fibras que regulam o funcionamento do sistema digestivo. Tudo bem, talvez não seja tão gostoso. Um meio-termo é o arroz parboilizado que é mergulhado em água quente antes do polimento para o grão absorver parte dos nutrientes do perisperma.
Vitamina no lixo
Veja as diferenças entre o arroz integral e o branco. (A cada 100 gramas).
 
Fibras
arroz integral - 1,7 grama
arroz branco - 0,3 grama


Proteínas
arroz integral - 8,1 gramas
arroz branco - 7,2 gramas


Carboidratos
arroz integral - 77,4 gramas
arroz branco - 79,7 gramas


Gordura
arroz integral - 2,1 gramas
arroz branco - 1,1 grama


Vitaminas do complexo B
arroz integral - 5,0 gramas
arroz branco - 1,3 grama

 
Fonte: Superinteressante / Agron.com.br