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7 de dez. de 2013

Rio lança programa de reciclagem de óleo em escolas públicas

 
 
 
 
 
 
 
 
Na última segunda-feira (18), as escolas públicas do estado começaram a adotar as medidas de reciclagem e de sustentabilidade ambiental previstas no Programa de Reaproveitamento de Óleos Vegetais (Prove). A iniciativa visa estimular a reciclagem do óleo de cozinha para o uso como matéria-prima na produção de sabão e de fontes de energia alternativas, como o biodiesel. O lançamento ocorreu no Colégio Estadual Brigadeiro Schorcth, no bairro da Taquara, zona oeste da cidade.
Ao todo, dez escolas participarão da primeira fase do projeto. Cada uma delas receberá uma unidade ambiental para recolhimento do óleo, chamadas de ecoponto. Nesses locais, os cidadãos poderão entregar o óleo que já foi utilizado, além de tirar dúvidas sobre reciclagem e produção de fontes alternativas de energia.
No Colégio Brigadeiro Schorcth, a reciclagem de óleo proporcionou a três professores uma viagem pela América do Sul. A jornada foi a bordo de um carro Mercedes-Benz 58, movido a óleo de cozinha reciclado por alunos da instituição de ensino.
Os profissionais de educação percorreram 22.720 quilômetros, deste total, oito mil quilômetros foram abastecidos com o combustível alternativo criado pelos estudantes. Durante 37 dias, os docentes visitaram 29 cidades do Uruguai, da Argentina e do Chile. O objetivo principal foi coletar dados para serem trabalhados com os alunos, abordando os temas nas diversas disciplinas a partir do material produzido pela expedição.
Criado em 2008 pela Secretaria de Estado do Ambiente SEA, em parceria com o Instituto Estadual do Ambiente (Inea), o Prove têm como principal objetivo reduzir o impacto ao meio ambiente provocado pelo despejo de óleo. Atualmente, para entregar o óleo já usado, a pessoa deve procurar os ecopontos instalados em postos de combustível ou nas cooperativas de reciclagem de lixo.
 
Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br
 
 
 
 

Remédios jogados no lixo comum contaminam água e solo

 
 
 
 
 
 
Aquela "farmacinha" básica que a maioria de nós tem em casa, com xaropes, remédios para dor de cabeça e dor muscular, costuma ser providencial em várias situações. O problema é quando os medicamentos desse estoque perdem a validade. Até os remédios, quando descartados de forma incorreta (ou seja, diretamente no lixo doméstico, nos vasos sanitários ou nas pias de casa), prejudicam solo, água, fauna, flora e a própria saúde humana, já que têm em sua formulação substâncias de difícil decomposição, que podem contaminar recursos hídricos e alterar o desenvolvimento de plantas e animais.
Segundo artigo da Revista Ciências do Ambiente On-Line, da Unicamp, análises feitas em todo o mundo detectaram presença de restos de antibióticos, anestésicos, hormônios e anti-inflamatórios em esgoto doméstico, águas superficiais e subsolos. No Brasil, são aproximadamente 170 milhões de unidades de medicamentos ou produtos farmacêuticos vendidos por mês no setor varejista, segundo dados da Anvisa. Muitas das embalagens não são nem abertas.
Em São Paulo, o Pão de Açúcar e a Eurofarma lançaram o programa Descarte Correto do Medicamento. O material recolhido é encaminhado para o Departamento de Limpeza Urbana. Se na sua cidade ainda não há sistema de coleta, ao comprar um medicamento, procure observar com atenção a validade. Assim você diminui as chances de que ele estrague e vá para o lixo do jeito errado.
E cobre as autoridades: está em tramitação no Congresso desde 2009 um Projeto de Lei que obriga indústrias farmacêuticas e empresas de distribuição de medicamentos a destinar corretamente medicamentos com prazos de validade vencidos. Mais do que importante, é essencial.

 
Fonte: Ideias Verdes / super.abril.com.br
 
 
 
 
 

Goodbye Mandela!








Above all, Mandela showed the world that we can never be completely free until we free ourselves of hatred.
 
 
 
 
Fonte: CNN
 
 
 
 
 

Mundo joga fora um terço de todos os alimentos que produz









Cerca de um terço dos alimentos produzidos todos os anos no mundo para consumo humano – aproximadamente 1,3 bilhão de toneladas – são perdidos ou desperdiçados, segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO).
Na América Latina, segundo o relatório "Perdas alimentares globais e desperdício alimentar" da FAO, o maior índice de desperdício se dá na produção de frutas e vegetais. "Mais de 40% das frutas e vegetais produzidos são desperdiçados durante o processo de produção, pós-colheita e embalagem".
Segundo o estudo da FAO, a quantidade de alimentos desperdiçada no mundo equivale a mais da metade de toda a colheita de grãos no mundo. E, tanto os países industrializados como os em desenvolvimento "dilapidam mais ou menos a mesma quantidade de alimentos: 670 e 630 milhões de toneladas respectivamente".
A quantidade total de alimentos desperdiçados nos países industrializados apenas pelos consumidores (222 milhões de toneladas) é quase equivalente à quantidade total de alimentos produzidos na África Subsaariana (230 milhões de toneladas).
As médias de desperdício per capita também são muito maiores em países industrializados. Na Europa e América do Norte, cada pessoa desperdiça entre 95 a 115 quilos de alimentos por ano. Na África Subsaariana, a média per capita é de seis a 11 quilos.
 

 

Fonte: Instituto Akatu





Água engarrafada custa até 2 mil vezes mais que água da torneira






Nada mais simples que comprar uma garrafinha de água em um supermercado, loja de conveniência, bar ou restaurante. Para a maior parte das pessoas, fazer isso é absolutamente inofensivo. Todos nós fomos acostumados a consumir água engarrafada (e sem culpa). Mas, vários movimentos que defendem o consumo de água da torneira mostram que os impactos do produto engarrafado no meio ambiente são grandes (e complexos).
Em 2010, Annie Leonnard (que fez vídeo A História das Coisas e A História dos Cosméticos), lançou uma explicação para o problema das garrafinhas de água – o filme A História da Água Engarrafada. A ativista conta como o processo de produção desse tipo de água impacta os recursos do planeta e porque a consumimos dessa forma. As empresas fabricantes, segundo ela, argumentam que apenas atendem a uma demanda do mercado. "Mas quem demandaria uma água menos sustentável, menos saborosa, um produto muito mais caro, especialmente aquela água que você pode pegar quase de graça na sua cozinha?", indaga.
 
 
A impressão do consumidor
 
O consumo excessivo de água engarrafada começou quando os consumidores passaram a considerar a qualidade superior desse produto como uma verdade absoluta. "Uma das primeiras táticas de marketing foi assustar as pessoas sobre a água da torneira. Você faz com que elas se sintam apavoradas e inseguras caso não tenham o seu produto. É isso que a indústria de água engarrafada fez", diz Annie.
Essa dinâmica do mercado resultou em números estrondosos: dados do site insidethe bottle.org mostram que 1/5 da população do Canadá e EUA bebe somente água em garrafa. Só os norte-americanos consomem meio milhão de unidades por semana – o suficiente para dar cinco voltas ao mundo. Consegue imaginar?
 
Custos

Quando bebemos água na garrafinha, pagamos cerca de 2 mil vezes mais do que se consumíssemos pela torneira. Segundo o site bottledwaterblues.com, 90% do custo dessa água está na fabricação do rótulo, tampa e garrafa, que usam recursos como petróleo. "A cada ano, a fabricação das garrafas plásticas utilizadas para água engarrafada nos EUA requer uma quantidade de petróleo e energia suficiente para abastecer um milhão de carros", mostra Annie.
Depois das etapas de produção, há o transporte do produto. Muita energia é gasta para fabricar embalagens resistentes para que a água possa "andar" por todo o planeta. Assim, uma garrafinha de água da França pode ser consumida aqui no Brasil. Depois do consumo, vem o descarte: 80% das garrafas acabam em aterros sanitários ou são incineradas. Mais lixo…
 
 
 
 
 
 
No Brasil

Por aqui, o movimento aguanajarra.com da organização Igtiba, incentiva o consumo de água filtrada no lugar das garrafinhas em restaurantes, empresas, hotéis e eventos. Para participar, o estabelecimento se compromete a servir água em jarras e deve seguir algumas regras: usar água tratada fornecida pela concessionária pública da cidade, usar filtro purificador certificado pelo Inmetro, limpar periodicamente a caixa d´água e servir a água em recipientes reutilizáveis. O site mantém um guia de restaurantes que aderiram à iniciativa.
 
O foco do investimento
Em muitas cidades do mundo não é possível consumir água da torneira. Mesmo quando é, muita gente têm medo. É importante questionar o que está por trás dessa indústria e como o dinheiro é investido. Annie Leonard mostra o contraponto: "no mundo, bilhões de pessoas não tem acesso à água limpa e as cidades gastam milhões de dólares para lidar com todas as garrafas plásticas que descartamos. Como seria se nós gastássemos esse dinheiro melhorando nosso sistema de água ou prevenindo a poluição?".
 
E você, já pensou em mudar o hábito de beber água engarrafada?
 
 
 
Fonte: super.abril.com.br
 
 
 

Por que no Brasil a gente come "pão francês"?








Da imitação do que se fazia na França surgiu a tradição brasileira.
Não querendo estragar a viagem de ninguém, mas quem entrar em uma padaria de Paris e pedir "un pain français, s’il vous plaît" ("um pão francês, por favor") vai encontrar dificuldades. Mesmo após muita gesticulação, deve sair apenas com um pedaço de baguete. Acontece que o pãozinho também conhecido como "pão de sal" e "cacetinho", e que a maior parte do Brasil chama de "francês", não existe na França.
Os encontros e desencontros de tradução começaram no início do século 19. Naquela época, o pão popular da França era curto, cilíndrico, com miolo duro e a casca dourada - um precursor da baguete, que só consolidou a forma comprida no século 20. Enquanto isso, no Brasil, o pão comum era um com miolo e casca escuros, uma versão tropical do pão italiano.
Acontece que, quando a elite do Brasil recém-independente viajava para Paris, voltava descrevendo o pãozinho para seus padeiros, que faziam o possível para reproduzir a receita pela descrição. Dessa gastronomia oral saiu o "pão francês brasileiro", que difere de sua fonte de inspiração europeia, sobretudo por poder levar até açúcar e gordura na massa. Assim como o arroz à grega e o café carioca, a homenagem é alheia ao homenageado.
 
 
Fonte: agron.com.br
Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr / Creative Commons
 
 
 
 

Lixo Marinho – uma ameaça global crescente



 
 
 
 
 
Quantidades cada vez maiores de lixo estão chegando aos oceanos do mundo e prejudicando a saúde dos ecossistemas, matando animais quando eles ficam presos ou ingerem o lixo. A saúde humana também está em risco, pois os plásticos podem se fragmentar em pedaços menores que, por sua vez, podem acabar em nossos alimentos. Esses são apenas alguns dos problemas que estão emergindo da coleta de resíduos em nossos mares.
Há, atualmente, grandes manchas de lixo e partículas plásticas menores acumuladas por correntes oceânicas em todos os oceanos. A mancha no Pacífico é do tamanho da Europa, de acordo com algumas estimativas, e há também uma mancha menor, porém significativa, próxima à Europa, no Atlântico. O lixo marinho também se acumula em áreas costeiras, tanto no fundo do mar, quanto em praias, quando carreado pelas ondas. Veja o infográfico sobre lixo marinho da EEA (European Environment Agency – Agência Ambiental Europeia).
Os líderes mundiais reconhecem cada vez mais a escala do problema, e na Cúpula Mundial do Rio em 2012, eles se comprometeram a "reduzir significativamente o lixo marinho até 2025". A European Marine Strategy Framework Directive (Diretiva-quadro "Estratégia Marinha" Europeia), que tem como objetivo alcançar um "bom estado ambiental" para os mares até 2020, reconhece o lixo marinho como uma das principais ameaças ao ambiente marinho, juntamente com a pesca, poluição, espécies invasoras alienígenas e ruídos.
A European Environment Agency (EEA) irá considerar o lixo marinho em sua próxima avaliação do estado do ambiente marinho, a ser publicada no terceiro trimestre de 2014.
 
Fonte: portaldomeioambiente.org.br
 
 
 
 

6 de dez. de 2013

Mais de 50% da população mundial não coleta lixo


 
 
 
 
 
Um novo levantamento estima que cada indivíduo produz 270 kg de lixo a cada ano, porém, apenas 15,4% desses resíduos são reciclados.
A informação consta no estudo da Associação Internacional de Resíduos Sólidos (Iswa), divulgado na última semana.
De acordo com os dados apurados, anualmente, a produção mundial é de um bilhão de toneladas de resíduos urbanos. Entretanto, mais da metade da população não tem acesso regular ao serviço de coleta de lixo. Os cálculos dos pesquisadores mostram que é preciso investir 40 bilhões de dólares para resolver esse problema.
Enquanto essa questão for adiada, mais caros ficarão a conta e os prejuízos. Além do fator econômico, pesa ainda mais o problema ambiental, uma vez que, todo esse lixo, é direcionado para os rios, aterros e outros meios inadequados, que contaminam o solo.
A exagerada produção de resíduos deve-se, principalmente, porque a população está se tornando mais economicamente estável, e, consequentemente, consumindo mais, acredita David Newman, presidente da Iswa.
O estudo em questão destaca que, por meio do crowdsourcing, é possível lidar com os entraves mencionados na pesquisa. O termo refere-se a um modelo de produção que aproveita o conhecimento coletivo disponível na internet para criar novas tecnologias e facilitar a resolução de problemas.
"A comunidade global de gerenciamento de resíduos e reciclagem deve se concentrar mais em atividades de crowdsourcing como um meio para fornecer soluções para a falta de dados", afirma o documento. "Experiências documentadas no primeiro ano da pesquisa mostram a necessidade de desenvolver um banco de dados mais concreto, coerente e com apoio científico".
 
 
Fonte: consumidorconsciente.eco.br
 
 
 

Cientistas desenvolvem chip que se dissolve na água

 
 
 
 



A novidade vem da Universidade de Illinois, nos EUA: chips eletrônicos fabricados com seda que se dissolvem completamente na água ou em fluidos corporais. A ideia é quebrar paradigmas e encontrar formas de contribuir para a diminuição de lixo eletrônico que se acumula ao redor do mundo.
A princípio, três áreas de aplicação são estudadas como possibilidade. Primeiro, em implantes médicos, executando funções de diagnóstico por tempo determinado – sendo dissolvidos e reabsorvidos pelo corpo depois de um tempo.
Segundo, podem servir para monitoramento ambiental em situações como um derramamento de produtos químicos – depois de enviar as informações necessárias, se degradam. E por último, como parte de dispositivos eletrônicos como celulares, que hoje em dia são substituídos em uma velocidade impressionante.
 
De acordo com o site ciclovivo.com.br, a pesquisa vem causando polêmica entre a comunidade científica, já que o produto pode apenas transferir, do solo aos corpos d’água, a contaminação por metais pesados e outras substâncias perigosas.
 
 
Fonte: news.illinois.edu / super.abril.com.br / ciclovivo
 
 
 
 
 
 

 
 
 
Environmentally safe electronics that also vanish in the body
 
 
Physicians and environmentalists alike could soon be using a new class of electronic devices: small, robust and high performance, yet also biocompatible and capable of dissolving completely in water – or in bodily fluids.
Researchers at the University of Illinois, in collaboration with Tufts University and Northwestern University, have demonstrated a new type of biodegradable electronics technology that could introduce new design paradigms for medical implants, environmental monitors and consumer devices.
Three application areas appear particularly promising. First are medical implants that perform important diagnostic or therapeutic functions for a useful amount of time and then simply dissolve and resorb in the body. Second are environmental monitors, such as wireless sensors that are dispersed after a chemical spill, that degrade over time to eliminate any ecological impact. Third are consumer electronic systems or sub-components that are compostable, to reduce electronic waste streams generated by devices that are frequently upgraded, such as cellphones or other portable devices.
 
Fonte: news.illinois.edu / super.abril.com.br / ciclovivo
 
 
Imagens: Beckman Institute, University of Illinois and Tufts University
 
 
 
 

5 de dez. de 2013

10 citações inspiradoras de Nelson Mandela


 
 
 
 
Nesta quinta-feira (5) faleceu Nelson Mandela, símbolo da luta pela igualdade racial no mundo. O ex-presidente da África do Sul foi considerado um dos principais responsáveis pelo fim do regime racista do apartheid, que separava brancos de negros entre 1948 a 1993.
Mandela ficou preso durante 27 anos e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1993, sendo eleito em 1994 o primeiro presidente negro da África do Sul, nas primeiras eleições multirraciais do país.
Como homenagem, separamos 10 citações de Mandela que nos inspiram a seguir lutando por uma sociedade mais justa, com mais respeito, tolerância e paz:
"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo."
"Não existe revelação mais nítida da alma de uma sociedade do que a forma como esta trata as suas crianças."
"Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar."
 
"Sonho com o dia em que todos levantar-se-ão e compreenderão que foram feitos para viverem como irmãos."
"Ainda há gente que não sabe, quando se levanta, de onde virá a próxima refeição e há crianças com fome que choram."
"Devemos promover a coragem onde há medo , promover o acordo onde existe conflito, e inspirar esperança onde há desespero."
"Ser pela liberdade não é apenas tirar as correntes de alguém, mas viver de forma que respeite e melhore a liberdade dos outros."
 
"Tudo parece impossível até que seja feito."
"Liberdade parcial não é liberdade."
"A prioridade é sermos honestos conosco. Nunca poderemos ter um impacto na sociedade se não nos mudarmos primeiro. Os grandes pacificadores são todos gente de grande integridade e honestidade mas, também, de humildade."
– Nelson Mandela
 
Fonte: ciclovivo.com.br
Homenagem: Desperdício Zero
 
 
 
 
 

Até 80% do consumo de água nas casas vem das descargas



Você já parou para pensar na descarga dos vasos sanitários da sua casa? Para economizar água, até esse detalhe é importante. Nem todos os tipos de descargas disponíveis no mercado oferecem padrões aceitáveis de economia.
Os números são expressivos: em um prédio comercial, por exemplo, a água consumida nas descargas representa de 50% a 70% do consumo total do edifício. Nas casas, chega a 80% o uso das descargas para remoção de dejetos líquidos.
 
 
 
 
 
 
Nos últimos anos, o mercado brasileiro tem se ajustado à norma NBR 15.097/04, da ABNT, que fixa o consumo máximo de 6 litros de água por descarga para todos os tipos e modelos. No entanto, uma descarga pode chegar a consumir até 15 litros de água, ou seja, mais do que o dobro determinado.
Se você estiver fazendo uma reforma ou construindo um novo imóvel, o ideal é dar preferência a caixas de descarga no lugar das válvulas. Existem ainda bacias sanitárias com sistema "dual" de descarga, que economizam até 40% de água em comparação ao sistema convencional, uma vez que apresentam duas opções de descarga: de 6 ou 3 litros. Outra opção conhecida e aplicada comercialmente são as descargas a vácuo, que consomem 1,5 litros de água por vez. Neste caso, porém, o gasto de energia elétrica é considerável.
O impacto é tão intenso que, em 2009, a ONG SOS Mata Atlântica criou a "Campanha Xixi no Banho", que estimula o hábito para poupar descargas. Você aplica a ação no dia-a-dia?
 
Fonte: Super Interessante - super.abril.com.br
 
 
 
 

4 de dez. de 2013

Entenda a relação entre água e segurança alimentar

 
 
 
 
O dia 22 de março homenageia o elemento que nos dá vida: a água. Com o perdão do clichê, a Terra é, na verdade, o planeta água. E pode existir verdade maior que essa?
O Dia Mundial da Água foi instituído pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1993. Desde então, segundo a ANA (Agência Nacional de Águas), "os países foram convidados a aderir às recomendações da ONU relativas aos recursos hídricos e a concretizar atividades apropriadas ao contexto de cada país".
A gente lembra e comemora, mas a hora também é boa para refletir e conhecer mais sobre o assunto. Afinal, a água não está somente no chuveiro e na torneira. Indiretamente, ela faz parte do processo produtivo de tudo que comemos, usamos, vestimos…
Este ano, o tema escolhido pela ONU para comemorar o dia é Água e Segurança Alimentar.
 
 
 

 
 
 
O que é Segurança Alimentar?

Historicamente, o termo foi utilizado pela primeira vez após a Primeira Guerra Mundial, quando o fornecimento de alimentos poderia ser instrumento de controle de um país sobre outro. Estava ligada, portanto, à capacidade de produção de um país para alimentar seus habitantes, segundo pesquisa do caderno "Segurança Alimentar", da Embrapa.
Ao longo do tempo, outras questões somaram-se ao conceito, como o sistema de produção da comida que comemos, o acesso a alimentos de boa qualidade nutricional, sem componentes químicos que prejudicam a saúde, e o respeito à cultura alimentar dos diferentes povos.
Todas, no entanto, convergem para um ponto: alimentar-se é essencial e um direito básico de qualquer pessoa. "É preciso que se considere o direito humano à alimentação como primordial, que antecede a qualquer outra situação, de natureza política ou econômica, pois é parte componente do direito à própria vida", diz o estudo.
A segurança alimentar depende de um sistema que garanta a produção, distribuição e consumo de alimentos em quantidade e qualidade adequadas, mas que não comprometa a capacidade de alimentar as próximas gerações. "Cresce a importância dessa condição frente aos atritos produzidos por modelos alimentares atuais, que colocam em risco a segurança alimentar no futuro" – os grandes números de desperdício fazem parte desses modelos.
É importante lembrar que a água está intimamente ligada à produção de alimentos. Segundo a ANA, "estatísticas dizem que cada um de nós bebe de 2 a 4 litros de água todos os dias, além da água utilizada para produzir o que comemos: produzir 1 kg de carne por exemplo consume 15 mil litros de água, enquanto 1 kg de trigo consome 1.500 litros".
 
 
 
 

 
Pegada hídrica

O termo pegada hídrica é um indicador da quantidade gasta na fabricação de produtos e consumida pelas pessoas não apenas de forma direta (quando abrimos uma torneira), mas também indireta (quando compramos uma roupa ou tomamos um café).
O termo também vale para países. Na média anual, os norte-americanos têm uma pegada de 2.482 m3, bem cima da média global, que é de 1.243 m3 de do Brasil é de 1.381 m3. No nosso país, 5% vêm do consumo doméstico, em atividades cotidianas. A maior parte (95%) corresponde ao consumo de produtos industriais e agrícolas.
 
 
 
(Imagens: 1. Wikimedia Commons; 2. Getty Images; 3. Lydia Cintra)
Fonte: abril.super.com.br
 
 
 
 
 

Conheça as empresas que testam e as que não testam em animais






Após o escândalo do Instituto Royal e dos testes em cães da raça beagle a discussão sobre testar ou não produtos em animais ganhou força no país
Apesar de serem comuns os testes realizados em diversos tipos de animais, o debate acalorado dividiu a opinião pública e mobilizou ativistas e cientistas. Mas, opiniões à parte, é importante que o consumidor escolha com consciência seu produto ou serviço, de forma alinhada aos seus conceitos e convicções.
Para facilitar esse trabalho, separamos as maiores empresas que se recusam a testar em animais e as que ainda recorrem ao uso dos bichos para experimentar seus produtos.
Empresas que testam produtos em animais
• Johnson & Johnson
• Unilever
• Revlon
• L'Oreal
• Close-Up
• Dolce & Gabbana
• L'Occitane
• M.A.C. Cosmetics
• Mary Kay
• Michael Kors
• Olay
• Shiseido Cosmetics
• P&G
 
Empresas que não testam em animais
• Água de Cheiro
• Bioderm
• Contém 1g
• Davene
• Éh Cosméticos
• Embelleze
• Eudora
• Farmaervas
• Granado
• Impala
• Jequiti
• Koloss
• L'acqua di Fiori
• Leite de Rosas
• Nativa Biocosméticos
• Natura
• O Boticário
• OX
• Quem Disse Berenice?
• Racco
• Vult
• Ypê
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
Fonte: consumidorconsciente.eco.br
 
 
 
 
 

GOL levanta primeiro voo comercial com biocombustíveis do Brasil



 
 
 
 
Uma das maiores companhias aéreas da América Latina, a GOL Linhas Aéreas Inteligentes realizou o primeiro voo comercial com biocombustíveis do Brasil na última quarta-feira (23). Percorrendo o trajeto que liga São Paulo à Brasília, a aeronave teve 25% de seu tanque abastecido com combustível limpo, elaborado a partir do bagaço de cana de açúcar e de óleos residuais.
Depois de colocar no espaço aéreo brasileiro o primeiro avião cheio de passageiros movido a combustível verde, o objetivo da GOL é realizar outros 200 voos comerciais com biocombustíveis durante a Copa do Mundo, e dar início a uma rota diária em que os aviões sejam abastecidos com bioquerosene renovável.
O Boeing 737 percorreu cerca de 1.170 quilômetros, normalmente, num voo com tempo médio de duas horas, do Aeroporto de Congonhas, na capital paulista, até o Aeroporto de Brasília. De acordo com a companhia aérea, o principal desafio é vencer o alto valor dos insumos sustentáveis, que chegam a custar até quatro vezes mais que a versão convencional. "Os preços ainda são elevados. E precisamos ver como construir uma logística que garanta o fornecimento do biocombustível nos aeroportos", declarou ao Valor Econômico o diretor técnico operacional da GOL, Pedro Scorza.
Voos experimentais com biocombustíveis já haviam sido realizados anteriormente no Brasil, organizados pela TAM e pela Azul – entretanto, nenhum deles carregava passageiros em seu interior. Em agosto deste ano, o CicloVivo foi convidado para o primeiro voo comercial movido a biocombustível da Colombia, ligando a capital, Bogotá, à cidade de Cali.
Um dos incentivos para a produção de biocombustíveis é a meta ambiental a que o setor aéreo se comprometeu: até 2050, as companhias de aviação precisarão reduzir em 50% as emissões de gases efeito estufa em relação ao patamar de 2005. Atualmente, 2% das emissões de gás carbônico no mundo são registradas nas viagens de avião.
 
Fonte: ciclovivo.com.br
 
 
 
 

6 benefícios do uso do vidro como embalagem

 
 
 
 
 
A embalagem de vidro é a única feita com material puro e mantém intocadas as características de sabor, pureza e qualidade de tudo que é armazenado nela. Ele tem todas estas vantagens em relação a outros materiais, além de ser 100% reciclável e poder ser reaproveitado na decoração (veja aqui).
A ABIVIFRO criou a campanha 'Vidro. Use certo. Use sempre', sobre atributos do vidro e utilização correta das embalagens desse material. O CicloVivo separou seis benefícios do uso deste material como embalagem:
1- O vidro é o único material 100% reciclável e pode ser reutilizado inúmeras vezes, reduzindo impacto no meio ambiente.
2- Por não interagir com o produto, as bebidas e os alimentos colocados em recipientes de vidro podem ser aquecidos e refrigerados sem riscos de contaminação;
3- Alimentos e bebidas acondicionados no vidro necessitam de menos conservantes e estabilizantes;
4- O vidro mantém inalterados o sabor e a qualidade dos alimentos e bebidas ingeridos, preservando também a saúde do consumidor em produtos cosméticos e farmacêuticos;
5- O vidro é o material mais indicado para armazenar os alimentos de bebês e crianças, como papinhas, leite (mamadeiras de vidro) e sucos, pois não libera disruptores endócrinos, tais como bisfenois e ftalatos, extremamente prejudiciais à sua saúde.
6- Diversos frascos de vidro podem ser encaminhados para Bancos de Leite Humano do país, já que é a única embalagem utilizada para o acondicionamento de leite humano. O frasco precisa ter uma boca larga e tampa de plástico, como por exemplo: embalagens de café solúvel, maionese entre outras. Os potes de vidro são esterilizados pelo banco de leite materno e encaminhado às mamães doadoras que irão utilizar os potes de vidro para um armazenamento seguro.
 
 
 
 
 
 
Cuidados:
O vidro, quando quebrado, deve ser embrulhado em jornal ou outro material que proteja a pessoa que irá manuseá-lo e descartado separadamente do lixo comum. Já o vidro inteiro, pode ser encaminhado para coleta seletiva ou a qualquer posto de entrega voluntária.
Bebidas gaseificadas em vidro, assim como ocorre com outras embalagens, não podem ser deixadas no congelador. A pressão do gás pode estourar a garrafa se o líquido congelar dentro dela. Não se deve utilizar objetos cortantes para abrir qualquer embalagem. Crianças devem manusear o vidro, sempre supervisionadas por um adulto.
 
Fonte: ciclovivo.com.br
Foto: Divulgação / Abividro