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17 de dez. de 2013

Walmart inaugura loja com iluminação 100% LED







A cidade de Indaiatuba, no interior de São Paulo, será a primeira do pais a receber um hipermercado totalmente iluminado por lâmpadas de LED. Inaugurada nesta terça-feira (17), a loja ecoeficiente economizará cerca de 27% de gastos com energia, além de reduzir cerca de 60% nos gastos com manutenção. Na loja, o LED está presente em todos os setores, inclusive dentro dos refrigeradores e freezers da área de venda.
 
A adoção do sistema LED faz parte de um programa global da empresa que visa o aumento da eficiência energética em suas unidades. Até 2015, serão 200 lojas com o sistema. A empresa tem como meta global a redução de 20% dos gastos com energia até 2020. Uma das estratégias será a substituição da tecnologia existente por opções mais eficientes, como por exemplo, adotar as lâmpadas de LED e também a opção de utilizar balcões refrigerados com portas.
 
"Desafiamos a nós mesmo a trazer um projeto inovador. Ganhamos não só na economia mas também no design. É um projeto que nos trouxe muito aprendizado e que vamos passar adiante para as próximas lojas", explica Marcio Panassol, diretor geral de compras indiretas do Walmart Brasil em entrevista ao site ciclovivo.com.br.
 
A adoção do sistema de iluminação de Indaiatuba foi responsável por um investimento 40% maior em relação à iluminação convencional de um hipermercado. O retorno do investimento esperado é de aproximadamente de quatro anos. "Devido a demanda global, a previsão é que já em 2014 o preço da iluminação de LED caia pela metade, quase se igualando ao valor das tecnologias convencionais", diz Panassol.
 
A Philips foi a responsável por todo o projeto de iluminação da loja e desenvolveu, juntamente com o Walmart, 13 tipos de luminárias, adaptadas para as necessidades do hipermercado. "A Philips acredita que o LED é a iluminação do futuro e apoiamos essa e outras tecnologias inovadoras", ressalta Wiliam Melo, representante da Philips.
 
Os custos com energia elétrica em uma loja representa 76% dos gastos, seguida por água (10%), diesel para gerador (9%) e gás (5%). Analisando apenas os gastos com energia elétrica, a refrigeração é responsável por 38% do total, ar condicionado com 34% e iluminação, 15%. "Ao adotar o sistema LED de iluminação em 100% da loja, o Walmart espera reduzir 190 mil Kwh em um ano no consumo de energia elétrica em iluminação no hipermercado de Indaiatuba em relação a uma loja com iluminação tradicional. Como as lâmpadas LED têm uma vida útil em média três vezes maior, vamos reduzir também o custo operacional de manutenção", afirma Bruno Vaz, diretor de projetos e design do Walmart Brasil.
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

Universitários criam carregador de celular movido a atividades físicas


 
 
 
 
 
Três estudantes da Universidade Northwestern, em Illinois, nos EUA, desenvolveram um carregador sustentável que utiliza a energia gerada nas corridas e outras atividades físicas para abastecer os celulares. Chamado de myPower, o dispositivo captura e energia cinética gerada pelos atletas e pode transformar uma corrida de 45 minutos na quantia suficiente para garantir o funcionamento dos celulares por até oito horas.
 
O carregador desenvolvido pelos universitários Tajas Shastry, Michael Geier e Alexander Smith fica ligado ao corpo e aproveita a energia gasta livremente durante as voltas na pista e exercícios. De acordo com os inventores, o dispositivo tem o tamanho um pouco maior ao de um iPhone 5 e se encaixa diretamente na cintura de cada atleta. Assim, o equipamento sustentável também é uma maneira de estimular as pessoas a adotarem as corridas e outras atividades físicas.
 
Além de manterem seus celulares carregados e colaborarem para a própria saúde e o bem-estar, os usuários do myPower também reduzem consideravelmente as emissões de carbono no ambiente. Pode parecer inacreditável, mas, de acordo com as pesquisas produzidas pelos estudantes, cada celular emite uma pegada de carbono de, aproximadamente, cinco milhões de toneladas métricas de dióxido de carbono a cada ano, somente com o carregamento convencional.
 
Embora o myPower ainda seja um conceito, seus inventores já realizam esforços para finalizar o protótipo e dar início à produção em larga escala, pensando na comercialização do dispositivo – segundo os jovens, o carregador sustentável deverá chegar ao mercado com o preço aproximado de 140 reais. De acordo com o InHabitat.com, por enquanto não há previsão de o myPower ser comercializado – mas, quando começar a ser vendido, o carregador vai contar com uma porta USB adicional, podendo ser utilizado por mais gadgets simultaneamente.
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

Sua Empresa Mais Sustentável -Pequenas atitudes que fazem a diferença








Evite substituir aparelhos eletrônicos sem necessidade: A substituição desnecessária causa acúmulo de lixo e resíduos eletrônicos no meio ambiente. Os grandes avanços tecnológicos e a popularização de aparelhos eletrônicos em todo o mundo fizeram a quantidade de resíduos eletrônicos crescer grandiosamente.
 
Adquira produtos junto a fornecedores com práticas ambientais. Além de contribuir diretamente à melhoria da qualidade ambiental, sua empresa também fomenta a sustentabilidade como mercado viável. O desenvolvimento de valores e oportunidades sustentáveis no mercado mundial é importantíssimo ao futuro do planeta.
 
Opte por produtos com embalagem econômica: A embalagem, apesar de muito importante para a atratividade do produto, é um item desnecessário do ponto de vista funcional. Assim, ao optar por formatos econômicos, você e sua empresa fortalecerão a tendência pela redução do uso de matéria-prima na fabricação de embalagens, contribuindo direta e indiretamente com a preservação ambiental.
 
Pondere sobre a real necessidade do produto: Certifique-se que as configurações do produto desejado irão atender efetivamente suas necessidades ou as de sua empresa. A aquisição desnecessária gera necessidade por mais e mais matéria-prima extraída do meio ambiente.
 
Prefira produtos locais, colabore com o ar: Dando preferência a produtos locais ou próximos além de contribuir para o fortalecimento econômico e do comércio regional você também estará colaborando com a redução das emissões de gases de efeito estufa provenientes do transporte de mercadorias e produtos por longas distâncias.
 
Prefira equipamentos que proporcionem economia de água: A economia de água, apesar de muito difundida, é, em muitos casos, menos buscada em equipamentos se comparada à economia de energia. Optando por aparelhos que economizem água além de reduzir os gastos ao final do mês você ou sua empresa colaboram com o meio ambiente.
 
Desligue aparelhos, evite coloca-los em stand by: O desligamento e a retirada da tomada de equipamentos eletrônicos garante bons percentuais de economia energética e contribuí com o meio ambiente.
 
Economize em impressões, reduza a utilização de papel: Imprima o que necessidade de uma só vez, isso faz com que você economize energia (pois a impressora utiliza grande quantidade de energia para se aquecer) e também aumente a vida útil de seu equipamento. Imprima somente o que for necessário e utilize papel com responsabilidade, reaproveitando quando possível, evitando o desperdício.
 
Utilize equipamentos de armazenamento de energia recarregáveis: Você economiza nos gastos decorrentes de novas aquisições e ainda contribuí com a redução de resíduos eletrônicos na natureza.
 
Utilize impressão frente e verso: Sua empresa contribuí reduzindo o consumo de papel, economizando financeiramente e também reduzindo o consumo de matéria-prima e o impacto ambiental da indústria de celulose.
 
Prefira móveis com madeira certificada, assim você faz sua parte no combate ao desmatamento e à ilegalidade nas indústrias madeireiras.
 
Fuja do horário de pico: Se possível evite fazer uso de aparelhos eletrônicos e grandes consumidores de energia no período das 18 às 21 horas. Neste horário a rede elétrica é sobrecarregada devido ao grande número de equipamentos ligados.
 
Dê destinação correta aos resíduos produzidos por sua empresa: O primeiro passo é consultar a prefeitura de sua cidade para saber se há alguma cooperativa/empresa, que coleta ou recebe resíduos. Faça a separação do lixo seco (papel, plásticos, vidros, metais) e do lixo úmido ou orgânico (restos de alimentos, guardanapos engordurados, cascas de frutas), depositando-os em recipientes diferentes.
 
Opte pela energia solar: Um aquecedor solar gasta R$ 0,0035 por litro de água aquecida, enquanto um aquecedor de gás R$ 0,64, e um chuveiro elétrico R$ 0,89. Reduza custos de sua empresa, utilizando sistemas de aquecimento solar para alimentar chuveiros e torneiras de água quente.
 
Faça parceria com cooperativas de recicladores e doe seus resíduos recicláveis: Os resíduos recicláveis de sua empresa (papéis, plásticos, eletrônicos em desuso, etc) são materiais valiosos para cooperativas de recicladores. Torne-se parceiro dessas entidades em sua cidade e doe os resíduos gerados no dia a dia para elas. Dessa forma estará reduzindo o volume de resíduos na coleta, lixões e aterros sanitários e, ainda, vai apoiar a atividade produtiva e remunerada dos recicladores de resíduos, que fornecem tais materiais para as indústrias de reciclagem.
 
Lave o carro de sua empresa a seco: Antes de mandar lavar o carro de sua empresa, faça pesquisa na cidade sobre lugares que utilizam o método de lavagem a seco. Existem várias opções com redução de utilização de água, com custo menor do que a lavagem tradicional.
 
Envolva e capacite todos os colaboradores rumo à sustentabilidade: Para se tornar uma empresa sustentável, é necessário envolver e capacitar todos os colaboradores na nova postura do mercado sustentável. Os resultados da redução de consumo de energia, água, transporte, embalagens, entre outros, só serão alcançados a partir da mudança comportamental e adoção de novas atitudes pelos integrantes da(s) equipe (s), no dia a dia da empresa.
 
Analise os riscos ambientais de sua empresa: Fique atento a todas as legislações (federal, estaduais e municipais), que impactam seu negócio e se mantenha atualizado em relação a elas. Você pode obter mais informações na pagina de Leis e Certificações.
 
Use a internet e o telefone para reduzir o consumo de CO²: A tecnologia como a internet e o telefone são aliados das empresas para a redução de custos e de emissão de CO² (carbono). A internet é ótima ferramenta de comunicação para capacitar ou reunir funcionários sem necessidade de gastos com deslocamentos (avião, hospedagem e diárias). Cursos de educação à distância, teleconferências, videoconferências ou reuniões remotas por telefone podem ser feitas via internet. Essa dica também é válida para relacionamento com fornecedores.
 
Não descarte pilhas e baterias em lixo comum: Pilhas e baterias contêm metais pesados e tóxicos como cádmio, chumbo e mercúrio, que contaminam o solo e a água. Ao descartar pilhas e baterias, procure um posto de coleta especial. Dê preferência às pilhas e baterias recarregáveis.
 
 
 
Fonte: inbs.com.br
 
 
 
 
 

Você sabe a diferença entre segurança alimentar e soberania alimentar?

 
 
 
 
 
No ano de 1996, a Organização para Alimentação e Agricultura (FAO) realizou a Cúpula Mundial da Alimentação, conferência na qual foram aprovados uma Declaração e um Plano de Ação destinados a combater a fome no mundo.
 
Nesta ocasião, o conceito de Segurança Alimentar e Nutricional foi definido como a forma de "garantir a todos condições de acesso a alimentos básicos de qualidade, em quantidade suficiente, de modo permanente e sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, com base em práticas alimentares saudáveis, contribuindo, assim, para uma existência digna, em um contexto de desenvolvimento integral da pessoa humana".
 
Ao longo dos anos, porém, essa descrição ganhou novos contornos. Segurança alimentar, atualmente, considera que o abastecimento de alimentos tem importância estratégica decisiva para a preservação dos interesses de cada país. O conceito passou a ser tratado como questão de segurança nacional.
 
O artigo "Do conceito estratégico de segurança alimentar ao plano de ação da FAO para combater a fome" explica que a persistência da fome e da miséria pode ameaçar a estabilidade interna de um país, além de gerar pressões ou interferências externas. "Tal como ao longo da história, hoje em dia grandes contingentes populacionais de países com déficit alimentar procuram escapar à miséria, qualquer que seja sua causa, emigrando para outros países". A tendência é que os fluxos maiores se orientem para países emergentes, com legislações mais flexíveis, e resultem em "pressões políticas, disputas e inquietação social indesejadas".
 
Já o conceito de Soberania Alimentar surgiu como um contraponto. Basicamente, esta nova forma de pensar considera que, para ser livre, um povo precisa ser soberano – e essa soberania passa, necessariamente, pela alimentação.
 
Ser soberano é produzir e comercializar comida localmente, vinculada à cultura e ao modo de vida do povo, afastando a dependência que existe dos grandes mercados internacionais para alimentar a população de um país.
 
E mais: a soberania também passa pela saúde, com uma produção limpa, sem veneno e que tem por objetivo a manutenção do equilíbrio ambiental – o que não acontece em sistemas de produção como a monocultura.
 
De acordo com a definição oficial da Via Campesina Internacional, é "o direito dos povos a definir suas próprias políticas e estratégias sustentáveis de produção, distribuição e consumo de alimentos, que garantam o direito à alimentação a toda a população, com base na pequena e média produção, respeitando suas próprias culturas e a diversidade dos modos camponeses de produção, de comercialização e de gestão, nos quais a mulher desempenha um papel fundamental".
 
Após o Fórum Mundial de Soberania Alimentar, que aconteceu em 2007, na África, essa concepção ganhou mais alguns pontos importantes. Além de ser um direito que os povos têm a produzir seus próprios alimentos, é também, agora, considerado um dever. "Toda a população que deseja ser livre e autônoma tem a obrigação de produzir seus próprios alimentos. Portanto, é mais do que um direito, é uma determinação, uma condição política", explica João Pedro Stédile na cartilha "Soberania Alimentar, os agro combustíveis e a Soberania Energética", da Via Campesina Brasil.
 
Ele também considera importante "o entendimento de que a Soberania Alimentar somente será possível se acontecer em paralelo com a soberania política dos povos que precisam ter condições políticas para exercer a autonomia dos seus territórios e sobre o Estado, para que este possa aplicar políticas que gerem autonomia na produção de alimentos".
 
 
Fonte: super.abril.com.br
Imagem: Abid Katib/Getty Images
 
 
 
 
 

Frango mais barato que no Natal de 2012; mas consumidor é pouco beneficiado

 
 
 
 
 
Campinas - SP, 17 de Dezembro de 2013 - Neste Natal o frango está mais barato. E devido não apenas à baixa dos custos – extorsivos há um ano – mas também porque a oferta atual é maior. E isto acontece não porque tenha havido aumento de produção (aliás, ela tende a ser menor que a do Natal de 2011) e, sim, porque os custos do ano passado tornaram proibitiva a criação, impondo ao setor forte retrocesso no volume produzido.

Em decorrência, na primeira quinzena de dezembro corrente os preços recebidos pelo criador nas granjas do interior paulista ficaram, em média, 15,3% menores que os de idêntico período de 2012; já o recuo no grande atacado da cidade de São Paulo (considerado, neste caso, o frango resfriado) ficou próximo de 12,5%.


Mas se houve retrocesso ao nível da produção, ele mal chegou ao consumidor. Pois a redução média observada no período sequer alcançou 1%.


É verdade que essa evolução se encontra aquém da inflação acumulada no período e, assim, tanto em valores nominais como reais o frango está mais barato que há um ano também para o consumidor. Porém, considerados os retrocessos de preços registrados no setor produtivo, os benefícios para o consumidor deveriam ser bem maiores.
 
 

Fonte: Avisite
 
 
 
 
 

16 de dez. de 2013

Meditação diminui dores e aumenta a imunidade do corpo, diz estudo

 
 
 
 
 
Um estudo realizado por pesquisadores dos EUA, da Espanha e da França concluiu que a meditação tem poder analgésico e anti-inflamatório, uma vez que a atividade diminui os níveis das substâncias que causam o estresse e as dores no organismo. Sendo assim, o estudo sugere que, aliada a um modo de vida saudável, a meditação é capaz de aumentar a imunidade do corpo e espantar doenças de forma eficaz.
 
Com objetivo de analisar os efeitos da meditação no organismo, o estudo comparou dois grupos: enquanto o primeiro era composto por meditadores experientes, o segundo era formado por pessoas que não realizam a prática zen. Depois de oito horas de meditação, o primeiro grupo apresentou menores níveis das substâncias inflamatórias – o que significa dizer que, além de reduzir a dor, a meditação também é capaz de trazer uma recuperação física mais rápida depois de uma situação traumática ou estressante.
 
 
 
 
"O mais interessante é que se observaram as mudanças nas propriedades que são os alvos atuais dos remédios anti-inflamatórios e analgésicos", comentou Perla Kaliman, membro do Instituto de Pesquisa Biomédica de Barcelona e responsável pela pesquisa. Assim, o estudo coloca a prática zen como uma alternativa natural aos remédios utilizados para combater diversas doenças.
 
E não para por aí: de acordo com um estudo produzido pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA), as pessoas que fazem meditação tem o cérebro mais bem desenvolvido do que os não praticantes. Isso ocorre porque algumas áreas do cérebro – principalmente as responsáveis por regular as emoções – tornam-se maior a partir dos exercícios zen.

 
Fonte: ciclovivo / veoverde.com
 
 
 
 

Passageiro poderá receber indenização por voo cancelado

 
 
 
 
 
 
O passageiro que tiver o voo cancelado poderá ser indenizado pela companhia aérea. É o que está previsto no projeto de lei (PLS 22/2013) que será votado nesta terça- feira (17/12), pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Pela medida, em casos de cancelamento de voo, o passageiro deverá receber indenização em valor igual à tarifa cheia , além do reembolso do valor do bilhete.


O projeto também estabelece uma antecedência mínima de três meses para comunicação de desistência de exploração ou suspensão de linha aérea à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ficando a companhia desistente sujeita a multa de 0,1% a 20% do faturamento bruto da empresa, além de ser impedida de explorar o trecho por 2 anos.


Segundo a senadora Ângela Portela (PT-RR), autora do projeto, essas medidas ajudarão a coibir práticas abusivas cometidas pela companhias aéreas, como súbita interrupção de serviços, alteração de frequência, cancelamento de voos, cobrança adicional por serviços essenciais e o abuso do poder econômico. O projeto ainda seguirá para decisão terminativa na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
 
 
 
 
 

Por que é importante descartar lâmpadas fluorescentes corretamente


 
 
 
 
 
As lâmpadas fluorescentes, apesar de mais caras, entraram com tudo no mercado: são mais econômicas e duram mais. Em relação às incandescentes, elas têm de 3 a 6 vezes mais eficiência luminosa, têm vida útil até 15 vezes mais longa e 80% de redução de consumo de energia, segundo dados a Revista Química Nova na Escola, da Sociedade Brasileira de Química.
 
Mas nem tudo é só vantagem. As lâmpadas fluorescentes são fabricadas com vidro, alumínio, pó fosfórico e… mercúrio, elemento químico tóxico que pode contaminar água, solo, animais, plantas e pessoas.
 
O artigo A Questão do Mercúrio em Lâmpadas Fluorescentes, no site -http://www.qnesc.sbq.org.br - explica que o mercúrio tem uma grande capacidade de se acumular nos organismos vivos ao longo da cadeia alimentar. "O acúmulo do mercúrio, em especial do metilmercúrio em peixes de águas contaminadas, pode resultar em risco para o homem, além dos pássaros e mamíferos que se alimentam dos peixes".
 
Atividades como mineração, queima de combustíveis fósseis, fabricação de cimento e aterros sanitários irregulares muitas vezes são responsáveis por contaminar rios, lagos e mares. As consequências voltam para o próprio homem, que sofre com problemas como perda de memória, alterações de metabolismo, irritações a pele e danos no sistema respiratório.
 
Por isso, é bom consumir lâmpadas fluorescentes e economizar, mas é igualmente importante atentar-se ao momento em que elas queimam e têm de ser descartadas. O mesmo vale para pilhas e baterias, que também são classificadas como resíduos perigosos e não podem ir para o lixo comum.
 
Um dos artigos da Política Nacional de Resíduos Sólidos, instituída pela Lei 12.305 em 2010, prevê que os fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de lâmpadas fluorescentes devem estruturar e implementar sistemas de logística reversa, com o retorno do produto usado pelo consumidor. Mesmo assim, o mercado brasileiro não está totalmente preparado para receber ao lâmpadas usadas e destiná-las corretamente.
 
O que fazer?
Por lei, estabelecimentos comerciais que realizam a revenda de tais produtos são obrigados a recebê-los e enviá-los para tratamento adequado. Para fazer o descarte, procure as lojas da sua cidade e cobre o recolhimento do material.
 
O site E-Cycle tem um sistema de busca que ajuda você a achar pontos de coleta mais próximos (de lâmpadas e outros materiais) e o CEMPRE (Compromisso Empresarial para Reciclagem) fornece alguns endereços que recolhem lâmpadas.
 
 
Fonte: super.abril.com.br
 
 
 
 
 

Conheça 4 substitutos sustentáveis do açúcar


 
 

 
 
Substituir o açúcar pelo mel e por outras propriedades naturais pode ser uma maneira simples de tornar a vida mais doce. Aliadas de uma vida saudável, as alternativas para adoçar bebidas e comidas melhoram o funcionamento do organismo e podem ajudar – e muito – o meio ambiente.
 
Rapadura
O tradicional doce nordestino é um dos melhores substitutos sustentáveis para o açúcar. Isso porque, além de ser produzida apenas no Brasil, a rapadura é feita artesanalmente, dispensando o agressivo trabalho industrial e o uso de embalagens mais elaboradas. Além disso, utilizar as sobras do doce ralado no lugar do açúcar é uma boa alternativa para evitar o desperdício da rapadura.
 
Mel
Fabricado pelas abelhas, o mel é rico em carboidratos, vitaminas do complexo B e minerais. Constituído por frutose e glicose, tem ação contra fungos e bactérias, além de atuar contra dores de estômago e transtornos gastrointestinais mais sérios. Produzido na natureza, o mel é o doce mais bem aceito pelo corpo, podendo substituir o açúcar tanto para adoçar bebidas, como na hora de elaborar receitas na cozinha. Dê preferência ao mel orgânico, que não passa por processos industriais.
 
Açúcar orgânico
Até chegar às casas das pessoas, o açúcar orgânico não sofre com a ação de aditivos químicos – nem durante o cultivo, nem ao longo da fabricação. Sendo assim, a versão orgânica é mais nutritiva do que a refinada (comum) e tem menos substâncias que prejudicam o funcionamento do corpo. Entretanto, o consumo do açúcar orgânico deve ser controlado, uma vez que ele também aumenta a taxa glicêmica.
 
Açúcar mascavo
Rico em cálcio, fósforo, potássio e magnésio, o açúcar mais escuro é obtido das primeiras extrações da cana. Além de ter menos calorias do que a versão convencional, o açúcar mascavo costuma ser vendido a granel, o que torna o produto mais sustentável. Assim como as demais alternativas, o mascavo pode se utilizado para adoçar bebidas e na elaboração de receitas.
 
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

14 de dez. de 2013

Meio Ambiente aprova selo para empresa que não usar animais como cobaias


 
 
 
 
 
A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável aprovou o Projeto de Lei 4586/12, do deputado Ricardo Izar (PSD-SP), que cria o selo nacional "Brasil sem Maus-Tratos".
 
A identificação será concedida a empresas e instituições que não utilizem animais em experimentos científicos ou testes de produtos, não usem matéria prima de origem animal para elaboração de produtos, e promovam a cultura de defesa dos direitos dos animais.
 
A proposta original previa o selo apenas para organizações que não utilizassem animais em experimentos científicos. Uma emenda do relator na comissão, deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), incluiu os outros critérios para receber a menção.
 
"A sociedade brasileira demonstra sua preocupação com a aplicabilidade das normas e preceitos de bem-estar animal", disse.
Conforme o projeto, a cada dois anos, os órgãos competentes verificarão as condições das empresas cadastradas voluntariamente para a obtenção do selo.
 
 
Provas
Outra emenda aprovada na comissão obriga as empresas a demonstrar, com provas documentais, iniciativas e investimentos em métodos alternativos sem usar animais; na não utilização de matéria prima de origem animal; no desenvolvimento de ações de conscientização sobre defesa dos direitos dos animais; e na promoção do bem-estar animal.
 
O texto inicial previa a comprovação de preocupação com a defesa dos direitos dos animais e com práticas sociais em benefício de jovens, idosos, pessoas com deficiência e pessoas de baixa renda.
 
 
Comissão interministerial
Tripoli retirou da proposta a criação de uma comissão interministerial para avaliar os candidatos ao selo a ser formada por representantes dos ministérios da Saúde; da Ciência e Tecnologia; e do Meio Ambiente. Segundo ele, a medida é inconstitucional e poderia prejudicar a aprovação do texto pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
 
O debate sobre o projeto ganhou mais visibilidade depois que, na madrugada de 18 de outubro, um grupo de ativistas invadiu o Instituto Royal, localizado em São Roque, no interior paulista, e retirou 178 cães da raça beagle que estavam sendo usados em testes científicos.
 
 
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
 
 
 
Fonte: ambientalnoticias.com.br / Câmara dos Deputados.
 
 
 
 
 

Nelson Mandela, Chico Mendes e a conservação da natureza


 
 
 
 
Em 2003, a cidade de Durban, na África do Sul, recebeu o IV Congresso Mundial de Parques da União Internacional de Conservação da Natureza (UICN). As palavras proferidas por Nelson Mandela durante a abertura do congresso foram uma inspiração muito especial, tendo o líder global destacado a importância e o papel das áreas protegidas.
 
"Nelson Mandela nos lembrou como a natureza é maravilhosa e como temos responsabilidade sobre ela. Destacou que o mais interessante é podermos conservá-la para construir um mundo melhor para a humanidade, e como as áreas protegidas podem e devem ser o centro de soluções para esse mundo, mais sustentável, mais justo", relembrou Claudio Maretti, à época vice-presidente regional da Comissão Mundial de Áreas Protegidas da UICN, coordenador do apoio do WWF-Brasil ao Programa Áreas Protegidas da Amazônia (ARPA), e um dos participantes do IV Congresso Mundial de Parques da UICN.
 
"Neste mês de dezembro em que o mundo perde Mandela, também é marcado pelos 25 anos da morte de Chico Mendes. O líder brasileiro ajudou a propor e construir uma solução para conflitos sociais por meio da conservação da floresta, particularmente na Amazônia. As reservas extrativistas, que são áreas protegidas e, portanto, têm também objetivos de conservação da natureza, representam esse apoio direto às necessidades sociais que Mandela nos lembrava em 2003", destacou.
 
"Não podemos nos esquecer que as áreas protegidas prestam serviços sociais, econômicos e culturais muito mais amplos, inclusive ajudando a manter o abastecimento de água de qualidade em cidades, e minimizando os impactos das chamadas ‘catástrofes climáticas", completou.
 
Atualmente à frente da Iniciativa Amazônia Viva da Rede WWF, Claudio Maretti comenta sobre a oportunidade de conversar com Mandela pessoalmente. "Em mais um retorno à África do Sul, em 2007, como membro do Conselho Mundial da UICN, pude encontrar Mandela pessoalmente e agradecê-lo por seu exemplo. Que ele e o seu legado, bem como o de Chico Mendes, nos guie para sabermos sempre ter a natureza como solução para construir esse mundo melhor", concluiu Maretti.
 
 
Fonte: envolverde.com.br
Publicado originalmente no site wwf.org.br
 
 
 
 
 

Abrigo flutuante autossustentável transforma ondas do mar em energia






 
Batizado de "Arca de Noé", o projeto criado por uma dupla de arquitetos da Sérvia é um centro de abrigo flutuante e sustentável para abrigar os sobreviventes de desastres naturais. Baseado na lenda bíblica, o espaço arrojado em meio ao oceano vai garantir a alimentação das pessoas por meio da agricultura em terras férteis, filtrar as chuvas para a distribuição de água potável e ainda utilizar as ondas do mar, os raios de sol e os ventos para a geração de energia limpa.
 
Os responsáveis pela "Arca de Noé" são Aleksandar Joksimovic e Jelena Nikolic, que apresentaram o projeto durante uma competição internacional de arquitetura. Criada para ser itinerante, a estrutura conta com anéis e torres submarinas, responsáveis pela estabilidade da Arca.
 
Além da moradia oferecida aos sobreviventes, o espaço também comporta áreas de convivência, escritórios, parques e praias. Protegida por um muro de, aproximadamente, 64 metros, a estrutura fica resistente aos fortes ventos e até tsunamis. Na iminência de catástrofes, um sonar é ativado para avisar os moradores a se alocarem em bolhas submarinas.
 
Pensando em "migrar" a vida da terra firme para o alto-mar e salvar o maior número de vidas possível depois de catástrofes, a construção conseguirá conectar-se a outras estruturas flutuantes ou navios e barcos, por meio de uma rede de cabeamentos submarinos. Segundo o InHabitat, a Arca de Noé também foi projetada para atracar em terra firme, sobretudo para realizar o resgate dos sobreviventes.
 
O projeto conta com torres eólicas, painéis fotovoltaicos e turbinas submarinas, que produzem eletricidade por meio das correntes oceânicas. A fim de estimular o desenvolvimento sustentável das espécies do ecossistema local, a parte inferior da arca é preenchida por uma manta de corais artificiais. Além disso, o projeto também oferece abrigo aos animais – não só aos que vivem nos oceanos, mas também aos resgatados das catástrofes.
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

A adaptação versus resistência: um paradoxo a ser considerado no Desenvolvimento Sustentável

 
 
 
 
 
O Desenvolvimento Sustentável (DS) busca suprir as demandas do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de responder às suas necessidades. É aquele que procura no presente preencher as lacunas econômicas, sociais, ambientais, políticas (no que tange a transparência e participação), além dos direitos humanos – inclusive o direito a um meio ambiente limpo e seguro – buscando-se conjuntamente a conservação destes para as gerações futuras. Dentro deste conceito, pode-se elencar uma séria de paradoxos, dentre os quais o da adaptação versus resistência, objeto deste artigo.
 
Fato é que as instituições resistem à mudança em grande parte das sociedades. Tal resistência pode gerar estabilidade, o que seria algo positivo. Todavia, a partir desta pode surgir uma inabilidade de perceber diferentes visões, soluções ou ações. Ainda, pode esta criar um conservadorismo exacerbado.
 
É interessante notar que, em determinadas circunstâncias, os "guardiões" da casa que resistem às mudanças são justamente os que são melhor servidos pelo status quo. Desta forma, não estão ansiosos por ter sua zona de conforto afetada.
 
O paradoxo reside no fato de que, apesar do explanado, os seres humanos notavelmente estão entre os seres mais adaptáveis do planeta. Cada vez mais a humanidade tem comprovado isso ao usar sua criatividade para inovações tecnológicas, as quais geralmente permitem um acréscimo na produção de alimentos das fazendas, ou ainda geram um incremento na quantidade de peixes para serem apanhados no oceano, por exemplo.
 
Estes tipos de inovações, mais do que nunca, foram responsáveis também para pressionar o ambiente e os recursos. Novamente, surgem tensões e conflitos relacionados a melhor maneira para institucionalizar a mudança.
 
 
Fonte: rumosustentavel.com.br