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PRONTO, A VIDA FICOU SIMPLES!

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24 de dez. de 2013

Menus vegetarianos melhoram desempenho escolar de crianças e adolescentes


 
 
 
 
 
Em Maio, o site Greensavers.sapo.pt publicou que a escola primária Active Learning Elementary School, do bairro nova-iorquino de Queens, tinha adotado uma dieta 100% vegetariana, servindo às crianças pratos que incluíam tofu e chili vegetariano, entre outros.
 
Agora, surgem os primeiros resultados desta experiência pioneira de vegetarianismo numa escola pública de Nova Iorque: após um semestre com a nova alimentação, o número de estudantes obesos ou acima do peso reduziu em 2%. Por outro lado, a escola registou uma redução no déficit de atenção e nas faltas e uma melhoria no comportamento e nas notas.
 
Quem diz é Bo Groff, diretor e co-fundador da escola, que ainda não conseguiu provar a relação entre os acontecimentos, mas tem a certeza que o tempo e a persistência confirmarão a sua tese.
 
 
 
 
 
A escola é frequentada por 400 crianças e tornou-se na primeira do país a oferecer um menu 100% vegetariano em todas as refeições. No início, a decisão da escola causou algum desconforto entre os jovens, mas a maioria das famílias aceitou a medida. As crianças continuaram a poder levar lanches à base de carne para a escola, mas 90% não o fez.
 
Para ajudar as crianças a decidirem o que é melhor para a sua alimentação, a escola dedica aulas de nutrição semanais ao tema. Os familiares também são bem-vindos aos workshops, que ensinam a preparar comida mais saudável em casa.
 
O objetivo é que as crianças peguem nestes ensinamentos e obriguem os pais a cumpri-los. Só por isso o projeto já pode ser considerado vencedor.
 
 
 
 
Fonte: Greensavers / ciclovivo
Imagem: SweetOnVeg / Creative Commons
 
 
 
 
 

Empresa comercializa carrinho de bebê equipado com bike

 
 
 
 
 
 
Um carrinho de bebê, que também funciona como bicicleta. Esta é a criação da Taga Bikes, uma empresa formada por integrantes de diversos países. A proposta foi idealizada após quatro anos de estudo e agora já está disponível comercialmente.
De acordo com os fundadores da empresa, o modelo foi projeto após análises universais. Mesmo assim, o fator que mais influenciou a criação foi a cultura holandesa, em que as bicicletas são itens comuns à maior parte da população.
 
 
 
 
 
Os idealizadores então pensaram em uma maneira de unir a forma do carrinho à utilidade da bicicleta. O resultado foi o Taga, que oferece praticidade, conforto e segurança, tanto aos pais, como aos filhos. De maneira direta, a invenção é um carrinho para bebês com uma bicicleta embutida.
Enquanto os carrinhos tradicionais possuem quatro rodas pequenas, o Taga é equipado com três rodas de aro médio. Quando a bicicleta está em uso, o "pedalante" vai atrás do carrinho, assim a criança tem a mesma visão da paisagem que o adulto. Ele possui os mesmo sistemas de uma bicicleta simples comum, com freios instalados no empurrador do carrinho. A companhia garante que o Taga passa por testes de segurança e qualidade superiores aos feitos nas bicicletas que são comercializadas em EUA, Europa e Austrália.
Quando a bicicleta está fora de uso, o Taga diminui de tamanho, com a roda traseira, utilizada na bicicleta, passando a ficar à frente, perto dos pés do bebê. O tamanho é reduzido e ele pode ser empurrado normalmente, como qualquer carrinho tradicional.
 
 
 
 
 
 
A mudança do formato bicicleta para o que é exclusivamente carrinho leva apenas 20 segundos. Além de permitir uma interação diferente entre pais e filhos, o Taga também facilita o transporte e possibilita que os pais pratiquem uma atividade física ao mesmo tempo em que passam tempo com seus filhos.
Outro diferencial que merece destaque neste modelo é o fato de ser adaptável para transportar desde recém-nascidos até crianças de dez anos. Ele está disponível comercialmente através do site tagabikes.com, por US$ 1.495, aproximadamente R$ 3.400.
 
 
 





Fonte: ciclovivo.com / tagabikes.com





Diferenças entre o arroz integral e o branco

 
 
 
 
 
O arroz é polido para ficar branquinho e fácil de cozinhar. Bonitinho e ordinário, porque o arroz branco é quase puro amido, sem valor nutritivo. O seu polimento joga fora as vitaminas e fibras. "Trata-se de retirar a camada fina que fica entre a casca e o grão, o perisperma", explica o engenheiro químico Eduardo Batista, da empresa de arroz Effen, de Porto Alegre.
 
Joga-se arroz descascado em uma grande pedra áspera giratória, que arranca a película de perisperma. O resultado é o grão branco, preferido por 80% dos brasileiros. Ele cozinha rápido, em 20 minutos. O arroz integral requer 45 minutos de cozimento, mas é muito mais nutritivo e saudável, por conter fibras que regulam o funcionamento do sistema digestivo. Tudo bem, talvez não seja tão gostoso. Um meio-termo é o arroz parboilizado que é mergulhado em água quente antes do polimento para o grão absorver parte dos nutrientes do perisperma.
Vitamina no lixo
Veja as diferenças entre o arroz integral e o branco. (A cada 100 gramas).
 
Fibras
arroz integral - 1,7 grama
arroz branco - 0,3 grama


Proteínas
arroz integral - 8,1 gramas
arroz branco - 7,2 gramas


Carboidratos
arroz integral - 77,4 gramas
arroz branco - 79,7 gramas


Gordura
arroz integral - 2,1 gramas
arroz branco - 1,1 grama


Vitaminas do complexo B
arroz integral - 5,0 gramas
arroz branco - 1,3 grama

 
Fonte: Superinteressante / Agron.com.br
 
 
 
 
 

23 de dez. de 2013

Animais de estimação versus fogos de artifício







Cachorros e gatos odeiam fogos de artifício. Com a chegada do fim do ano e as queimas frequentes de fogos, os animais entram em desespero. Isso acontece porque eles têm uma capacidade auditiva cerca de quatro vezes maior que os humanos, portanto, qualquer barulho mais forte pode ser ensurdecedor para eles.
 
E para amenizar o medo e estresse dos bichinhos o melhor é pegar o animal no colo, abraçá-lo e consolá-lo, certo? Errado, adverte a veterinária Karina Mussolino, coordenadora técnica da Pet Center Marginal. "Nessa tentativa de acalmá-los acabamos estimulando o medo, pois assim o animal passa a associar aquele momento a algo ruim. O ideal é o tutor agir de forma natural, brincar com o animal, entretê-lo com seu brinquedo favorito, fazer festa, como se nada estivesse acontecendo", recomenda a especialista.
 
Cães e gatos costumam se esconder nesses momentos de medo, por isso é importante deixá-los livres para essas fugas inesperadas, deixá-los soltos da coleira (em alguns casos eles podem ficar rodando em círculos e até se enforcar) e manter o espaço livre para que não se machuquem. "No caso dos gatos, é comum que sumam da vista dos donos. Se a casa ou o apartamento forem seguros, com redes nas janelas e portões fechados, deixe o bichano por lá, evite chamar para não estressá-lo mais", aconselha.


O susto nos animais merece atenção dobrada dos donos, pois há casos de animais que passam realmente mal. "Há desde pacientes que convulsionam a animais que morrem por sofrerem parada cardiorrespiratória devido ao estresse ocasionado pelo barulho excessivo", ressalta. "Cães e gatos, que já tenham histórico de doença cardíaca, devem ter cuidados especiais nessas situações. É importante que o tutor converse com o veterinário do animal para evitar tristes surpresas", informa.


Uma das formas de evitar que seus bichinhos sofram é trazê-los para dentro de casa, onde o som é mais abafado e há espaço para se esconderem. Também não é recomendado deixá-los sozinhos nesta época. Em caso de viagens, é aconselhável deixá-los com parentes, vizinhos ou em hotéis especializados.


Em muitos casos, é possível usar florais de bach para acalmá-los nesses momentos mais tensos. É interessante que o dono seja precavido, leve o animal à consulta rotineira ao veterinária e converse com o médico sobre essa possibilidades. "A automedicação deve ser evitada de qualquer forma. Muitos medicamentos humanos são perigosos e podem matar os animais quando usados de forma indevida", alerta a Dra. Karina.


Esses cuidados também podem ser estendidos para os dias de fortes tempestades com trovões, que também costumam aterrorizar os animais. Alguns sites especializados em comportamento canino, como o aboutdogs.com, recomendam uma terapia de dessensibilização dos animais em relação aos sons de fogos e trovões, fazendo com que sejam expostos a esses sons continuamente, com áudio gravado
de tais barulhos.
 
 
 
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
 
 
 
 
 

9 alimentos que toda grávida deve consumir



A trajetória de nove meses à espera de um bebê aspira cuidados que vão garantir a saúde da mãe e da criança durante muito tempo. Manter uma alimentação saudável ao longo da gravidez é um importante recurso para dar maior segurança não só na hora de dar a luz, mas, principalmente, na recuperação do parto e na produção de leite materno.
O Site CicloVivo elaborou uma lista com nove alimentos, cada um recomendado para cada mês da gestação. Para Gabriela Gasperini, nutricionista do Centro de Incentivo à Nutrição e Qualidade de Vida, é um mito antigo dizer que a "grávida come por dois", e que precisa ser quebrado o mais rápido possível. "A alimentação da mulher grávida deve ser igual à de uma mulher adulta normal, porém, existe a necessidade de se balancear os nutrientes, assim como de se preocupar com o aporte energético nesta fase da vida", diz a nutricionista.
 
Veja abaixo a lista de alimentos das futuras mamães, de acordo com cada mês:
 
1º Mês - Brócolis
 
 
 
 
 
 
O brócolis é um alimento rico em ácido fólico (vitamina do complexo B), presente em outras folhas verde-escuras, como a couve-manteiga e o espinafre, e também no aspargo, nas frutas cítricas e na gema de ovo. Um dos alimentos com maior concentração de água, o brócolis oferece uma boa dose de antioxidantes, fibras, cálcio e vitaminas. A mulher precisa duplicar o consumo de ácido fólico a partir das primeiras semanas de gestação, pois a propriedade ajuda nas primeiras formações do corpo do bebê.
 
2º Mês - Bananas
 
 
 
Rica em carboidratos, a banana contém vitamina B6, que, se ingerida no início da gravidez, auxilia na formação do feto e ainda diminui os enjoos. A vitamina B6 que a fruta possui também pode ser encontrada em diversos alimentos, como legumes, peixes e carnes magras.
 
3º Mês - Iogurte
 
 
 
 
 
Além de ser um santo remédio para aumentar a imunidade da mãe e do bebê, a bebida dá conta do relógio biológico e do funcionamento do intestino. O iogurte pertence à família dos probióticos, em que também aparece o leite fermentado.
 
 
4º Mês - Abacate
 
 
 
 
 
Neste período da gestação, a orientação é comer bastante abacate – a fruta é rica em magnésio, que ajuda a combater as câimbras e também as contrações uterinas antes da hora. Gabriela aponta, ainda, outra vantagem da propriedade. "O magnésio na gravidez ajuda a combater o cansaço e a fadiga", explica.
Na lista do magnésio, também marcam presença os cereais integrais, feijões, ervilhas, soja, nozes, cacau e água de coco.
 
 
5º mês – Cereais integrais
 
 
 
 
 
Os cereais integrais podem evitar a constipação intestinal, problema muito comum na gravidez. Sendo assim, o segredo é aliar o alimento rico em fibras a uma boa hidratação. Fora isso, as grávidas devem consumir tanto as fibras solúveis (encontradas nas frutas), como as insolúveis (presentes em legumes e verduras).
 
 
6º Mês - Acerola
 
 
 
 
 
Alimentos ricos em vitamina C, como a acerola, aumentam a imunidade, ajudando na prevenção de infecções, gripes e resfriados. Além disso, melhoram a absorção de ferro no corpo, importante propriedade obtida nas carnes, verduras escuras e no feijão.
 
 
7º Mês - Leites e derivados em suas versões mais magras
 
 
 
 
 
Os leites e derivados são muito importantes para o desenvolvimento saudável dos ossos, uma vez que são ricos em cálcio. "Se a gestante ingerir poucos alimentos ricos em cálcio, este mineral acaba sendo retirado de seus próprios ossos", explica Gabriela.
Muitos alimentos comuns na dieta dos brasileiros são ricos em cálcio. Nesta lista, aparecem as folhas verdes (como brócolis, espinafre, couve, salsa, manjericão, mostarda), peixes (por exemplo, salmão e a sardinha) e muitos grãos e cereais – como o feijão, a castanha do Pará e a semente de gergelim.
 
 
8º Mês - Salmão
 
 
 
 
 
O peixe é rico em ômega 3, óleo essencial que ajuda a criança em seu desenvolvimento físico e cognitivo, prevenindo a hiperatividade, ansiedade e impulsividade ao longo da vida. Esse óleo também pode ser encontrado em outros peixes, como atum, sardinha e arenque. As nozes, castanhas, avelãs e sementes, tanto de linhaça, como de chia, também possuem o ômega 3.
 
 
9º Mês - Amêndoa
 
 
 
 
 
 
Comer amêndoas está mais do que permitido nas últimas semanas de gravidez, pois elas são ricas em ácidos graxos poli-insaturados, componentes essenciais para o desenvolvimento neurológico e função visual da criança. Estas propriedades podem também ser encontradas nos óleos usados na cozinha, tais como de girassol, milho, soja e óleos de peixe. Também vale investir em oleaginosas, como as castanhas.
Não se esqueça de que durante a amamentação a mãe deve continuar a manter os hábitos saudáveis que procurou ter durante a gestação. É simples imaginar: tudo o que a mãe ingere neste período, o bebê recebe através do leite.
 
 
 
 
 
Fonte: ciclovivo.com.br
 
 
 
 
 

Moinhos brasileiros compram trigo dos EUA


 
 
 
 
 
Moinhos brasileiros compraram 50 mil toneladas de trigo norte-americano por temores de que a Argentina esteja restringindo exportações, disseram operadores europeus nesta quarta-feira. A compra envolveu trigo duro vermelho de inverno com embarque para janeiro, disseram os operadores. "Os moinhos brasileiros estão sendo forçados a buscar cobertura nos EUA", disse um operador.
 
"Eu acredito que mais de 100 mil toneladas podem ser compradas." A Argentina irá permitir que exportadores embarquem menos trigo que o esperado devido a temores com a perspectiva ruim de colheita, disse uma fonte da indústria exportadora em 10 de dezembro. A Argentina é o principal fornecedor de trigo para o Brasil.
 
 
Fonte: Agron.com.br / Reuters
 
 
 
 
 

Frango de Natal

 
 
 
 
 
Receita de preparo rápido e fácil. Aproveite o tempo para o que realmente interessa: deliciar-se com sua família e amigos no natal.
 
 
INGREDIENTES:
 

1 frango inteiro grande.
1/2 xícara (chá) de suco de laranja.
1 xícara (chá) de maionese HELLMANN´S sabor peito de peru.
 
 
Para decorar:

figos em calda, fatias de abacaxi em calda, ameixa preta em calda, pêssego em calda, cereja em calda e fios de ovos.
 
 
Para cobrir:

papel-alumínio.
 
 
MODO DE PREPARO:

Coloque o frango em uma assadeira grande (40 x 28 cm) e faça alguns furos com o auxilio de um garfo.
 
Reserve

Tempere dentro e fora do frango, espalhando meia xícara (chá) de maionese HELLMANN´S peito de peru. Regue com o suco. Reserve.
Pré-aqueça o forno em temperatura média (180° C). Cubra com papel-alumínio e leve ao forno por 40 minutos. Retire o papel-alumínio, regue com o caldo da assadeira e leve ao forno por mais 1 hora ou até dourar, regando de vez em quando.
 
 
Retire o frango e reserve.

Coloque o molho restante da assadeira em uma panela e misture o restante da maionese HELLMANN´S sabor peito de peru e leve ao fogo médio, mexendo sempre até ficar cremoso. Reserve. Coloque o frango em uma travessa e decore com as frutas e os fios de ovos. Sirva em seguida com o molho a parte.
Dica: lave o frango com água e vinagre para tirar o cheiro característico da ave. Na hora da compra, escolha um frango com aproximadamente 2 quilos.
 
 
 
Fonte: Agron.com.br / Unilever
 
 
 
 
 

Laboratório cria doce que elimina riscos de cárie







Boa notícia para quem é viciado em doces: cientistas do laboratório de biotecnologia ORGANOBALANCE, de Berlim, anunciaram a criação de uma guloseima que ajuda no combate às cáries.

Ao contrário do que muita gente diz por aí, as cáries e cavidades que surgem nos dentes não são causadas pelas comidas açucaradas. A grande causadora é a bactéria Mutans streptococci, que é liberada na boca enquanto mastigamos. A bactéria gruda no dente e começa a liberar um ácido, que acaba estragando o esmalte que reveste o esmalte dentário.

O doce criado pela equipe do laboratório pretende destruir essa bactéria. Para isso, eles incluíram uma versão "morta" de outra bactéria, chamada Lactobacillus paracasei, na receita. Isso porque a Lactobacillus paracasei tem uma característica excelente para o propósito da invenção: ela possui uma camada açucarada que consegue "agarrar" a Mutans streptococci e a impede de grudar nos seus dentes.

Os pesquisadores afirmam que o nível da bactéria causadora da cárie caiu significativamente nos voluntários da pesquisa. É uma boa descoberta para quem não resiste a um doce, mas é bom lembrar que nada disso substitui a escovação.
 
 
 

Fonte: Superinteressante
Imagem: GettyImages
 
 
 
 
 

22 de dez. de 2013

Vinho melhora sua saúde

 
 
 
 

O Natal tá quase aí. E a ciência trouxe uma notícia de presente: vinho melhora seu sistema imunológico – e te deixa mais longe de infecções e doenças. Pode beber mais tranquilo nessas festas com a família. Mas não se empolgue muito: a receita só funciona se o consumo for moderado.
 
Cientistas americanos usaram 12 macacos rhesus para testar como o álcool pode influenciar as respostas do corpo às vacinas e infecções. Primeiro, os pesquisadores injetaram vacina contra varíola em todos os animais e avaliaram os resultados. Em seguida, os ensinaram a beber álcool quando (e quanto) quisessem. Aí deixaram à disposição deles, por 14 meses, água comida e uma bebida alcoólica.
 
Diariamente, os pesquisadores acompanhavam e anotavam o consumo alcoólico dos bichinhos. E, assim como nós, cada macaco bebida uma quantidade diferente – alguns exageravam na dose, enquanto outros bebiam moderadamente (a concentração de etanol no sangue varia de 0,02% a 0,04%).
 
No sétimo mês após o início do teste, eles foram outra vez vacinados. E, surpreendentemente, os macacos que bebiam um pouco de álcool (aqueles do grupo dos moderados) tinham as melhores respostas à vacina. E se livravam mais rápido de infecções. Já os beberrões tiveram os piores resultados. "Isso prova todos acreditam há tempos: consumo moderado de álcool resulta numa redução de todas as causas de mortalidade, especialmente as doenças cardiovasculares", explica Ilhem Messaoudi, líder da pesquisa.
 
Viu que beleza? É só saber beber com moderação que tudo vai bem.
 
 
 
Fonte: Super.abril.com.br
Crédito da foto: flickr.com/rpeschetz
 
 
 
 
 

Postos Ecoeficientes da Ipiranga são expandidos e atraem atenção internacional

 
 
 
 
 
 
A Ipiranga atraiu a atenção da Boston University School of Management, nos Estados Unidos, e se transformou em objeto de estudo por conta da sua iniciativa sustentável. O Posto Ecoeficiente da rede adota o conceito de preservação ambiental. A prioridade é a utilização de materiais e recursos naturais de maneira mais consciente e eficiente.
 
Atualmente com 750 unidades em todo o país, os postos Ecoeficientes fazem a gestão de energia, água, resíduos e materiais, utilizados desde a construção até a fase de operação. "A Ipiranga possui o compromisso com o futuro de apresentar um produto que traz um benefício para o meio ambiente", informou Fabiano Dagfal, Coordenador de Desenvolvimento, Engenharia e Arquitetura da Ipiranga.
 
Conheça melhor cada processo realizado no Posto Ecoeficiente:
Gestão da Água: os itens que promovem redução no consumo de água englobam coleta da água da chuva, reuso de água da lavagem de veículos, instalação de sistema de fechamento automático em torneiras e chuveiros e diminuição de consumo de água nas descargas dos vasos sanitários.
 
Iluminação: foram desenvolvidas soluções para um melhor aproveitamento da luz natural, integrando-a com a artificial, empregando reatores, lâmpadas e luminárias mais eficientes, além da instalação de sensor de presença para evitar o desperdício de energia.
 
Condicionamento de ar: um conjunto de ações contribuiu para reduzir a carga térmica do ar condicionado e ainda melhorar a qualidade dos ambientes. Foram incorporados à edificação elementos sombreadores; vidro especial; e isolamento térmico para otimizar o desempenho do ar condicionado.
 
Gestão de Materiais e Métodos Construtivos: utiliza-se o Sistema Light Steel Framing na edificação, que é modular, com estrutura em aço 100% reciclável, gerando bem menos resíduo. Para a cobertura da pista de abastecimento, utiliza-se um sistema de camada única, onde a telha metálica faz também o papel do forro, totalmente aparafusado, sem uso de solda. Utilizam-se também materiais que impactam menos o meio ambiente em sua produção, aplicação e descarte, como tinta a base de água e madeira certificada.
 
Gestão de Resíduos: dar o destino correto ao lixo que for gerado tanto na construção quanto na operação, via coleta seletiva.
 
 
Mais curiosidades:
Em relação à construção convencional da edificação do posto, o uso de concreto é 80% menor.
 
A redução de tempo na obra de um Posto Ecoeficiente Ipiranga em relação a uma obra convencional é de 50%.
 
A redução de resíduos gerados é de 40% em relação a uma obra convencional.
 
A água da chuva é tratada e aproveitada em descargas sanitárias, rega de jardins e lavagem de para-brisas. Esse sistema é capaz de reduzir o consumo de água em até 30%. Há um sistema de reuso de água da lavagem que reduz o consumo em aproximadamente 70%. A combinação entre os dois sistemas pode até zerar o consumo de água com lavagem.
 
 
Fonte: ideiasustentavel.com.br
 
 
 
 
 

Campanha de Natal compre menos doe mais!






O Natal está chegando! É uma boa época pra ficar com a família e todos adoram ganhar presentes. Que tal fazer diferente?
 
O Portal Voluntários Online, um dos promotores do SGB - SOCIAL GOOD BRASIL, acabou de lançar a campanha #CompreMenosDoeMais, inspirada no Giving Tuesday, da UN Foundation, ação que lembra a todos a consumir com responsabilidade e lembrar de que tem muita gente precisando da sua ajuda.
 
Participe e ajude a espalhar esta ideia! #compremenosdoemais
 
 
 
Fonte: socialgoodbrasil.org.br / voluntariosonline.org.br
Apoio: desperdiciozerobrasil
 
 
 
 
 
 

Qual a quantidade que cada pessoa pode consumir de agrotóxico?

 
 
 
 
 
Ao entrar em um supermercado e caminhar entre frutas, verduras e legumes, é possível que você já tenha notado gôndolas destinadas apenas a alimentos orgânicos, que, dentre outras coisas, são cultivados sem o uso de agrotóxicos – assunto que vem ganhando destaque ao longo dos últimos anos no Brasil.
 
As atenções dos holofotes direcionam-se a constatações como a da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco): um dos maiores problemas no Brasil é o uso de muitos princípios ativos que já foram banidos em outros países. De acordo com um dossiê da Associação, dos 50 produtos mais utilizados nas lavouras brasileiras, 22 são proibidos na União Europeia, o que faz com que o país seja o maior consumidor de agrotóxicos já banidos em outros locais do mundo. "Quando um produto é banido em um país, deveria ser imediatamente em outros. Quando chega ao Brasil para fazer o banimento é um luta enorme das entidades sanitárias", diz a médica toxicologista Lia Giraldo, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz/ Ministério da Saúde).
 
Em 2011, uma pesquisa conduzida pela Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) em parceria com a Fiocruz comprovou que até mesmo o leite materno pode conter resíduos de agrotóxicos. O estudo coletou amostras em mulheres do município de Lucas do Rio Verde/MT, um dos maiores produtores de soja do país. Em 100% delas foi encontrado ao menos um tipo de princípio ativo. Em algumas, até 6 tipos.
 
Hoje, é difícil dissociar safras recordes e indústria química, responsável pela fabricação de herbicidas, inseticidas e fungicidas que matam e controlam a disseminação de plantas daninhas, insetos e fungos nas plantações. Só em 2012, 185 milhões de toneladas de grãos foram colhidas no Brasil. Números tão expressivos se justificam para além das extensões continentais do território brasileiro. Um sem-fim de opções tecnológicas para evitar perdas de produção está disponível aos agricultores. Dentre elas, mais de 1.640 agrotóxicos registrados para uso.
 
Um dos pontos importantes do processo político de incentivo ao uso de venenos no Brasil aconteceu na época do regime militar, quando, em 1975, foi instituído o Plano Nacional de Defensivos Agrícolas, que condicionava a obtenção de crédito rural pelos agricultores ao uso dos produtos químicos nas lavouras. "Foi também nesta época que apareceram as primeiras denúncias de contaminação de alimentos e intoxicação de trabalhadores rurais", explica engenheiro agrônomo e consultor ambiental Walter Lazzarini, que teve participação ativa na formulação da Lei dos Agrotóxicos brasileira (7.802) em 1989.
 
A lei vigora até hoje, com algumas mudanças no texto original. O gargalo, porém, fica visível no cumprimento do que prevê a legislação. "Existe um descompasso entre a regra e os mecanismos para cumpri-la. O país investe menos do que deveria em fiscalização e monitoramento", comenta Decio Zylbersztajn, professor e criador do Centro de Conhecimento em Agronegócios da FEA/USP.
 
Um estudo da USP revela que, entre 1999 e 2009, o Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas (Sinitox) registrou 62 mil intoxicações por agrotóxico no país – uma média de 15,5 por dia. Apesar de altos, os números não refletem totalmente a realidade, já que projeções do próprio Sistema indicam que para cada caso de intoxicação notificado, 50 acabam no desconhecimento. "Faltam dados de registro das intoxicações para suportar a necessidade de uma política de fiscalização na aplicação", alerta Lazzarini.
 
A repercussão dos números levanta debates entre movimentos civis e órgãos regulatórios. Aumentar a rigidez das fiscalizações e proibir o uso dos produtos químicos já banidos em outros países são algumas das exigências da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida, que reúne entidades, organizações civis e comunidade científica em Comitês Populares presentes em quase todos os estados brasileiros. Outra proposta da Campanha é a rotulação dos produtos alimentícios com as informações sobre os agrotóxicos utilizados.
 
 
Fonte: super.abril.com.br / Ideias Verdes