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20 de fev. de 2014

Água, saneamento e energia: contas pendentes








Nações Unidas, 20/2/2014 – Quando vencer o prazo para os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), em 2015, haverá uma omissão grave: milhões de pessoas continuarão sem água potável, saneamento e eletricidade em suas casas. Conscientes dessa falta, os 193 membros da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) realizaram uma reunião de alto nível de dois dias, encerrada ontem, para abordar esses três temas com relação à próxima agenda mundial de desenvolvimento que substituirá os ODM.

 
Especialistas em água têm sérias dúvidas de que esses objetivos sejam alcançados até o próximo ano, a menos que haja uma drástica aceleração de esforços, particularmente na Ásia meridional e na África subsaariana.

 
Um informe da ONU afirmava em 2012 que a meta de reduzir pela metade a proporção de pessoas que vivem sem água potável fora alcançada e beneficiava mais de dois bilhões de seres humanos. Porém, atualmente há 327 milhões de subsaarianos a mais do que em 1990 sem acesso a este serviço, disse à IPS o diretor de programas internacionais da organização WaterAid, com sede em Londres, Girish Menon. Nesse passo, essa região africana só poderá alcançar a referida meta em 2030, ressaltou.

 
Ao falar, no dia 18, perante os delegados, o presidente da Assembleia Geral, John Ashe, descreveu a magnitude do problema com dados concretos: 783 milhões de pessoas vivem sem água potável, 2,5 bilhões não têm saneamento adequado e 1,4 bilhão carecem de eletricidade. "Para agravar essa situação, em muitos países do planeta existe um severo estresse hídrico e escassez de água", afirmou. Ashe disse que cerca de 80% da população mundial vive em áreas com graves ameaças à segurança hídrica.

 
Um documento de referência preparado por seu escritório alerta que "conseguir o acesso universal à água potável, ao saneamento básico e aos serviços modernos de energia é um dos grandes desafios multifacetários do desenvolvimento que o mundo enfrenta hoje".
 
Menon estima que essas carências devem ser contempladas nos novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a agenda que substituirá os ODM no próximo ano. "Se os ODS tiverem êxito em erradicar a pobreza sobre uma base sustentável, devem aprender com os fracassos dos ODM e reverter a negligência em matéria de saneamento e higiene", afirmou.

 
Clarissa Brocklehurst, ex-chefe de assuntos de água, saneamento e higiene do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), disse à IPS que, "embora os ODM sejam maravilhosos para impulsionar ações, ainda há vários desafios quando se aproxima o prazo de 2015".

 
A meta referente à água foi alcançada, mas ainda não há um monitoramento geral da qualidade do serviço, e as estimativas sobre o número de pessoas que têm água potável se baseia em cálculos de aproximação, como o tipo de tecnologia usada pelas famílias, pontuou Brocklehurst. "Não houve progresso suficiente em saneamento, e estamos atrasados para alcançar a meta dos ODM", acrescentou.

 
A especialista lamentou que o saneamento não faça parte dos ODM e, portanto, não tenha a atenção que merece. "Talvez o mais preocupante seja que os progressos feitos tanto em água como em saneamento estejam muito desiguais", acrescentou.

 
Os moradores de zonas urbanas têm mais probabilidades de contar com água e saneamento do que os que residem em áreas rurais, bem como os ricos têm maior chance de contar com esses serviços do que os pobres. Também há evidência de que, em alguns países, os grupos étnicos marginalizados têm mais probabilidade de depender de fontes de água não melhoradas e de serem obrigados a defecar ao ar livre, acrescentou Brocklehurst.

 
No jargão hídrico, uma fonte melhorada é aquela cuja instalação protege apropriadamente a água da contaminação externa, especialmente da matéria fecal. "No ritmo atual, não conseguiremos a meta mundial de saneamento de 8%, isso representa 500 milhões de pessoas", ressaltou Menon à IPS. Apenas 30% dos africanos subsaarianos contam com adequado saneamento, proporção que aumentou apenas 4% desde 1990. Este lento progresso está atrasando muitas outras metas, alertou.

 
Água, saneamento e higiene são fundamentais para erradicar a pobreza, melhorar a saúde, a nutrição, a educação e a igualdade de gênero, e tudo isso permite o crescimento econômico, observou Menon. "Devido ao alcance do desafio, propomos que seja fixada uma meta mundial concentrada em garantir água sustentada e saneamento para todos", ressaltou.

 
Porém, Brocklehurst advertiu que os progressos constatados em vários ODM mostram um padrão semelhante. As novas metas pós-2015 deveriam ser desenhadas de forma a estimular os governos a considerarem com máxima prioridade os pobres, vulneráveis e marginalizados. A água, o saneamento e a higiene devem ser parte das futuras metas. E essas metas devem ser capazes de criar o impulso para um acesso universal, enfatizou.

 
Segundo Menon, a ajuda internacional para água e saneamento caiu cerca de US$ 1 bilhão entre 2009 e 2011, em parte devido à crise financeira mundial. Embora essa assistência tenha se recuperado em 2012, ainda está na metade do valor necessário para financiar completamente os ODM. A informação dos países em desenvolvimento em água e saneamento não é clara, mas parece que nenhum governo subsaariano cumpriu sequer seu próprio objetivo de destinar 0,5% de seu produto interno bruto a esses setores, apontou Menon.

 
O ativista afirmou que o secretário-geral adjunto da ONU, Jan Eliasson, assumiu a liderança nesses temas, e destacou seu "chamado à ação sobre saneamento" e seus discursos em diversos fóruns internacionais. Por outro lado, acrescentou, a Organização Mundial da Saúde e o Unicef lideraram consultas internacionais para elaborar novas metas para depois de 2015. "A WaterAid apoia ativamente esses esforços e acredita que o acesso universal até 2030 é uma meta ambiciosa mas alcançável", concluiu.

 

Número por número


• 748 milhões de pessoas não têm água limpa. Isto é quase um em cada dez habitantes do planeta;

• 2,5 bilhões de pessoas não têm banheiro adequado. Isto é um em cada três habitantes do planeta;

• Cerca de 700 mil crianças morrem por ano de diarreia causada por água contaminada e falta de saneamento. Isto é quase duas mil crianças por dia.
 
 
 


















 
 
Fonte: WaterAid / envolverde.com.br
















18 de fev. de 2014

Ubabef reitera que uso de hormônios na criação de frango é proibido










A União Brasileira de Avicultura (Ubabef) divulgou há pouco nota esclarecendo que toda carne de frango produzida no Brasil dentro do Serviço de Inspeção Federal (SIF) do Ministério da Agricultura é produzida sem uso de hormônios e de conservantes.

A Ubabef reitera na nota que "tanto o uso de hormônios na produção de carne de frango, quanto aditivos como conservantes, são proibidos por legislações do próprio ministério [da Agricultura]". A entidade divulga a nota um dia após o Programa do Faustão, da Rede Globo, ter feito publicidade sobre o frango produzido pela BRF, informando que o produto não tem hormônio.

A BRF tem feito uma agressiva publicidade em jornais e na televisão destacando o processo de produção da ave e ressaltando a não utilização de hormônio. Segundo a Ubabef, o uso de hormônios na criação de frangos é vedada pela Instrução Normativa 17, de junho de 2004.

No início deste mês, o Ministério da Agricultura autorizou o uso da informação sobre o não uso de hormônios no rótulo, numa tentativa de esclarecer o consumidor sobre o mito relativo à utilização do produto. A partir de agora, as empresas produtoras de carne de frango poderão utilizar a seguinte frase: "Sem uso de hormônio, como estabelece a legislação brasileira".

Sem citar o nome da BRF, a Ubabef diz, na nota, que "a intenção das empresas que estão divulgando o não uso de hormônios e conservantes em rede nacional, por meios publicitários, é esclarecer o mercado sobre esses diferenciais do produto brasileiro (...)". E acrescenta: "Nesse sentido, o objetivo da Ubabef com esta nota é adicionar a informação de que toda a carne de frango brasileira é produzida sem uso de hormônios e conservantes."
 
 

















 
 
Fonte: Valor Econômico









16 de fev. de 2014

Overbooking, uma prática recorrente das companhias aéreas










Já é até esperado pelo consumidor que, em determinadas épocas do ano, ou mesmo do mês, haja o risco de não haver assento disponível em aeronaves, dada a procura por passagens aéreas. Mas o que dizer da situação em que o consumidor adquire antecipadamente um ou mais assentos e, na hora do embarque, descobre que não há lugar para ele na aeronave? Isso é o overbooking, nome dado à prática de vender mais passagens do que os assentos disponíveis na aeronave.

Trata-se de uma prática recorrente nas companhias aéreas, que sempre contam com dados estatísticos para justificar o overbooking – por exemplo, o volume de no show, ou seja, de pessoas que adquirem passagens para determinados voos, mas não viajam, qualquer que seja o motivo. Todavia, o consumidor nada tem a ver com esse problema, que é da companhia aérea – aliás, a forma como o consumidor pode trocar as datas das passagens aéreas será pauta de outro artigo.

A situação é extremamente grave, pois compromete toda a logística do consumidor. Imaginem a seguinte situação: um consumidor sai em férias com sua família. As férias foram planejadas com antecedência, todos estão ansiosos para chegar ao destino e desfrutar de dias de descanso e laser. Porém, ao chegar ao aeroporto para o check in, é surpreendido com a falta de assento na aeronave. E lá se vai o início das férias, que deveria ser tranquilo e sem estresse, mas se torna um verdadeiro pesadelo!


O que o consumidor deve fazer nesses casos? Primeiramente, deve coletar todas as informações por escrito com a companhia aérea – vale até mesmo reclamações por meio do serviço de atendimento a clientes – SAC – da companhia aérea, sempre anotando data, horário, nome de quem o atendeu e número de protocolo. Deve exigir que a empresa providencie hotel e refeição, caso não consiga acomodá-lo em outra aeronave em um período de até quatro horas. Se houver algum outro prejuízo, como perda de diárias em hotel ou passeios no destino, ou ainda de negociações ou reuniões, no caso de pessoas que viajam a negócios, o consumidor poderá requerer ressarcimento desses prejuízos.

Alguns aeroportos dispõem de Juizados Especiais. Se o consumidor estiver em um deles, vale a pena dirigir-se até lá e formalizar uma reclamação ali mesmo, no momento em que o problema ocorre. Caso isso não seja possível, ou se o consumidor não quiser passar por mãos esse desgaste nesse momento, poderá exigir o ressarcimento posteriormente, formalizando uma reclamação no Procon de sua cidade ou, caso o problema não seja resolvido, ingressando com uma ação judicial.

Vale lembrar que, para causas cujo valor não ultrapasse 20 salários mínimos, o consumidor não precisa de advogado para representá-lo nos Juizados Especiais. Entretanto, se o valor da causa ultrapassar 20 salários mínimos ou se se tratar de uma causa de maior complexidade, será necessária a contratação de um advogado.

É importante que o consumidor obtenha comprovação de todos os prejuízos ocasionados pelo overbooking, como despesas com hotéis e refeições, passeios não efetuados, enfim, todos os prejuízos, materiais ou morais, que experimentou em decorrência de ter podido viajar na data e horário para os quais adquiriu a passagem. Tudo poderá ser ressarcido posteriormente, inclusive os danos morais.

Algumas companhias aéreas oferecem check in antecipado, via Internet ou telefone, por exemplo. Pode ser uma forma de minimizar o risco de overbooking, embora não o elimine completamente. E, caso aconteça, o importante é que o consumidor exija seus direitos, seja no momento da ocorrência do problema, seja posteriormente, via Procon ou Poder Judiciário. E boa viagem!
 















 
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br









15 de fev. de 2014

Ônibus híbrido está em fase de testes em Fortaleza










O transporte alternativo que já passou por Curitiba e São Paulo chega agora, em fase de testes, no Ceará. Chamado de "Hibribus", o modelo combina motor elétrico com um motor a diesel.

Entre as vantagens, o veículo pode emitir até 90% menos poluentes e a necessidade de combustível também é reduzida - os gastos podem ser até 35% menores. Os passageiros ainda se sentem mais confortáveis, pois, devido ao motor elétrico, o ônibus faz pouco barulho.

O modelo da empresa Volvo utiliza o motor elétrico para o arranque até chegar a uma velocidade de 20 km/h, quando entra em ação o motor a diesel. Quando o ônibus estiver parado - por exemplo, nos semáforos e congestionamentos – é a opção elétrica que mantém em funcionamento os sistemas auxiliares, como as luzes, o ar-condicionado e os letreiros.

O sistema também permite carregar as baterias por meio da energia de desaceleração provocada sempre que os freios são acionados e armazená-las em bateria de íon de lítio.
O ônibus ecológico foi colocado nas ruas da capital cearense, ainda em fevereiro, na linha 075 – Campus do Pici/Unifor. A tarifa do coletivo é a mesma dos ônibus comuns. Entretanto, o passageiro deve ficar atento: assim como o sistema de Curitiba, o embarque é feito pela porta dianteira.














Fonte: ciclovivo.com.br








10 de fev. de 2014

COPOS CAMPEÕES DO MCDONALD´S






A rede de fast food em parceria com a Coca-Cola lança seis diferentes Copos Campeões, inspirados nas bolas oficiais de cinco mundiais, sendo uma das opções especial em comemoração à Copa do Mundo no Brasil.


Para ganhar os itens, o cliente precisa pedir uma McOferta (sanduíche, acompanhamento e bebida) e um McFlurry.

Os copos já estão disponíveis em todos os restaurantes da marca no País. A rede também reforça o seu programa "Sonho de Craque" (clique aqui e saiba mais), que permite as crianças ao redor do mundo entrar em campo com os craques das seleções durante o torneio.







Fonte: Portal Giro News / gironews.com














4 de fev. de 2014

O marketing do Super Bowl: quando a disputa pela atenção do espectador ultrapassa as 120 jardas















Economia da atenção. Provavelmente você já tenha ouvido falar disso. Pois bem, o jogo de campeonato mais assistido do mundo, transmitido ao vivo para 180 países, o Super Bowl, é um belo exemplo deste conceito quando ganha desdobramentos impactantes de marketing através de canais digitais como o buscador Google e canal Youtube (ambos pertecentes a companhia Google).



A disputa pela atenção do consumidor ultrapassou há muitos anos as fronteiras de canais tradicionais. O Super Bowl conhece bem esta tática e sabe que a percepção de seus fãs e das marcas patrocinadoras não fica estagnada apenas no momento do evento – que neste ano ocorre no próximo domingo. Likes , tweets e comentários sobre o Super Bowl invadem a Internet e extrapolam as 120 jardas do campo antes, durante e depois da partida. No entanto, não é apenas o Super Bowl que ganha com essa exposição.





Hoje, o custo médio de um comercial de 30 segundos no intervalo do Super Bowl é de cerca de 4 milhões de dólares. Mas Adam Komack, diretor de clientes de Mediacom, uma das empresas responsáveis pela inserção de anúncios na grade do evento, aconselha seus clientes a se prepararem para gastar entre 6 a 10 milhões de dólares a mais - uma vez que os custos de promoção para aumentar a visibilidade da peça alcancem o pré e o pós-jogo.



E quem referencia e gera essa audiência? Google e Youtube, claro. Logo, uma grande margem de rentabilidade no evento não está mais com a mídia tradicional. Boa parte dessa relevância e de valor intangível fica com empresas que nada investem em cobertura, show, etc. São canais de compartilhamento e de busca digitais, que não põem um dólar no evento e se beneficiam indiretamente destas promoções.



O fato é que a atenção do consumidor custa cada vez mais caro. Ganhar esta disputa hoje se faz com boas ideias e muito planejamento de trans/cross mídia. Via internet estas possibilidades ganham novos contornos e disseminação espontânea. E os canais digitais de compartilhamento e de buscas acabam ganhando uma boa parte desta disputa gratuitamente.



Para se ter uma ideia, no ano passado, é possível que mais pessoas tenham visto comerciais veiculados durante a transmição do Super Bowl fora do jogo. Segundo dados da Visible Measures, os comerciais foram vistos 486.700.000 vezes ao redor do mundo via web.



Por conta desta nova dinâmica já está sendo discutida por lá uma antecipação ainda maior dos primeiros teasers do Super Bowl. Normalmente eles começam a surgir no início de janeiro, trinta dias antes da grande final, analistas já preveem que logo após o Natal, 26 de dezembro, o Super Bowl já comece a ganhar relevância dentro de casa e nas redes sociais.



Na prática, isto significa que os canais digitais como Google, Youtube, Twitter, Facebook, Instagram, entre outros, têm acesso a um dos recursos mais escassos do planeta na atualidade: a atenção de muita, muita gente.



Como diria Herbert Simon (1916-2001), primeiro a descrever o fenômeno da economia da atenção: "A riqueza de informação cria pobreza de atenção, e com ela a necessidade de alocar a atenção de maneira eficiente em meio à abundância de fontes de informação disponíveis". Hoje, sabemos muito bem onde encontrar este posto.








* Com informações de Ad Age. Imagem: NFL.com Ilustration


 










 


 


Fonte: consumidormoderno.uol.com.br















3 de fev. de 2014

Distrito Federal inaugura primeiro supermercado sustentável








A Rede de Supermercados Super Maia inaugurou seu primeiro estabelecimento ecológico no Distrito Federal. Incorporando um conceito ambientalmente correto, a loja da cidade satélite de Sobradinho passou por uma reforma estrutural apostando na construção sustentável.



 
Entre as mudanças, o prédio tem reduzido o uso de ar-condicionado graças ao telhado térmico, em que uma camada de isolamento diminui o calor na área interna da loja. Além disso, a iluminação natural zenital, durante o dia, proporciona maior captação de luz, consequentemente, ganhos na economia de energia. Todas as lâmpadas são de LED, recicláveis e, além de não emitirem raios ultravioleta, possui uma durabilidade 25 vezes maior do que as convencionais. Elas também não possuem mercúrio nem nenhum outro tipo de metal nocivo ao meio ambiente.



 
Também foi instalado um reservatório de água, que possibilita que o prédio realize captação da água da chuva e a utilize para diversas atividades, como lavagem de pisos e paredes. A área verde da loja, que envolve árvores, gramado e jardins, é irrigada com a água captada por este sistema. As torneiras foram confeccionadas para evitar o desperdício e o consumo de água.



 
A empresa também adotou equipamentos que utilizam gás carbônico para congelar alimentos e preservá-los. Estes refrigeradores não emitem gases nocivos à camada de ozônio como o clorofluorcarboneto (CFC), o conhecido "gás de geladeira", que é um meio de retirar o calor que o equipamento produz.



 
Atuando em Sobradinho desde 2006, a empresa tem realizado diversas atividades com a comunidade desde então. Este ano, o Super Maia já deu início a um sistema de coleta e reciclagem de óleo, gordura e resíduos, além de vários pontos de coleta seletiva de lixo. As sacolas distribuídas na loja são de material oxi-biodegradável e todas as lojas adotaram a campanha para que os clientes evitem utilizar sacolas plásticas.

























 
 
 
Fonte: ciclovivo.com.br













1 de fev. de 2014

10 razões para o varejista implementar um sistema de contagem de pessoas em sua loja






Ferramenta ajuda varejista a converter visitas em venda efetiva


2014 começa com boas perspectivas para o varejo graças à estabilização da economia, menor índice de endividamento do consumidor e taxas estáveis de empregabilidade. Neste cenário, atrair o consumidor às lojas parece mais fácil, porém converter sua visita em venda efetiva requer algumas estratégias pontuais. Afinal, uma loja cheia não quer dizer, necessariamente, uma loja com bom faturamento.

A Virtual Gate, que fornece aos varejistas soluções que impactam diretamente no aumento do faturamento de suas lojas por meio da gestão do fluxo de consumidor e da taxa de conversão, pontua algumas razões pelas quais vale a pena investir em um sistema de contagem de pessoas:


1. Ajuda a descobrir onde existem oportunidades de vendas existentes;

2. Possibilita a medição do desempenho de uma loja versus seu potencial;

3. Otimiza recursos humanos, pois ajuda a definir melhor a escala de funcionários evitando ociosidade ou sobrecarga;

4. Permite uma comparação de desempenho entre lojas;

5. Atua no monitoramento acerca dos efeitos das campanhas de marketing no tráfego da loja;

6. Ajuda no desenvolvimento de KPIs (indicadores de performance) organizacionais e medição de seu impacto nas lojas;

7. Melhora a rentabilidade, afinal apenas o que se é medido pode ser avaliado e corrigido;

8. Permite a identificação de oportunidades para melhorar o treinamento de vendas e reciclagem de equipe;

9. Determina se as mudanças de merchandising atraem mais shoppers (compradores);

10. Permite o acompanhamento do desempenho da equipe de vendas e da taxa de conversão.

"Tão importante quanto incentivar o volume de clientes nas lojas por meio de campanhas de marketing e promoções é saber identificar o real potencial da loja versus faturamento", explica a diretora geral da empresa, Heloísa Cranchi. "O sistema de contagem de pessoas possibilita ao varejista uma análise de potencial máximo de negócio, de modo que possa expandir seu faturamento sem, necessariamente, abrir novas lojas para isso", conclui.














 
 
 
 
Fonte: lyderis.com.br

















31 de jan. de 2014

McDonald's terá carne sustentável a partir de 2016









O McDonald’s iniciou 2014 com a promessa de se tornar mais ecológico nos próximos anos: na última terça (7), a rede de fast-food anunciou que começará a comprar "carne sustentável" a partir de 2016. Sem definir os critérios que tornam agregam sustentabilidade à carne, o McDonald’s explicou que espera reduzir os impactos da cadeia de fornecimento do recurso para a produção dos lanches servidos na rede de restaurantes.
 
A decisão de alterar a carne dos lanches faz parte do programa de redução da pegada ecológica do McDonald’s, que inclui diversas estratégias para diminuir o impacto ambiental da rede de fast-food. Assim, a empresa incentivou a criação da Mesa Redonda Global sobre Carne Sustentável (GRSB, em inglês), composta por diversas empresas e até entidades ambientalistas, como, por exemplo, a WWF.



A GRSB vai fiscalizar a origem do alimento, a produção e o consumo. O grupo estabeleceu diversos princípios que a rede de fast-food precisará obedecer para ser menos agressiva socioambientalmente, como, por exemplo, oferecer locais de trabalho seguros e saudáveis aos funcionários e garantir a saúde e o bem estar dos animais e dos ecossistemas. Segundo o INFO, a GRSB também vai adotar medidas para diminuir o desperdício e aprimorar a produção do McDonald’s.




Segundo especialistas, mesmo que as atividades da GRSB surtam efeito para o McDonald’s, reduzir os impactos da empresa no planeta ainda não é sinônimo de sustentabilidade. Além disso, embora o McDonald’s seja um grande vilão do meio ambiente, os produtores de carne e de laticínios no mundo todo aparecem como grandes responsáveis pela emissão de gases efeito estufa na atmosfera, de uma forma geral.
 






















 
 
Fonte: consumidormoderno.com.br

















30 de jan. de 2014

VENDAS NOS SUPERMERCADOS CRESCEM ACIMA DO ESPERADO







As vendas reais do setor supermercadista nacional cresceram 5,36% em 2013 ante 2012, de acordo com o Índice Nacional de Vendas divulgado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

O desempenho superou a expectativa da associação, que era de 3,5% no início de 2013 e chegou a 5% no fim do ano.

"É um resultado para se comemorar, pois é, sem dúvida, um dos melhores desempenhos entre os diversos setores da economia brasileira em 2013", afirmou o presidente do conselho consultivo da Abras, Sussumu Honda. Para 2014, a estimativa inicial é um avanço de 3%.













Fonte: Portal Giro News







29 de jan. de 2014

Ford desenvolve veículo movido a energia solar













 



A Ford está desenvolvendo o C-Max Solar Energi Concept, um veículo experimental movido a energia solar, que pode revolucionar a mobilidade urbana sustentável. Equipado com um painel fotovoltaico de um metro e meio de extensão instalado no teto, o C-Max tem autonomia de cerca de 34 quilômetros e pode ser abastecido com combustíveis convencionais quando acaba a bateria movida com os raios de sol.




 
O veículo é construído pela indústria automobilística norte-americana em parceria com o Instituto de Tecnologia da Geórgia e a empresa Sunpower, especializada em aplicações de energia fotovoltaica. Mike Tinskey, diretor de infra-estrutura da Ford, disse que o veículo será testado durante este ano, e, caso tenha sucesso em todas as etapas, passará a ser produzido e vendido em larga escala.












 
Segundo a Ford, os painéis fotovoltaicos do automóvel geram energia a uma bateria e demoram cerca de sete horas para serem abastecidos completamente, garantindo o uso da energia renovável como combustível. Durante o período de recarga, o C-Max Solar Energi deve ficar estacionado num local em que receba luminosidade, mesmo que o dia esteja nublado. O primeiro exemplar do C-Max Solar Energi Concept será apresentado em Las Vegas, durante o evento Consumer Electronics Show, que será realizado nos próximos dias.



 
Pelo fato de o C-Max Solar Energi ainda estar em fase de testes, especialistas do setor automobilístico consideram a possibilidade de o veículo não ser comercializado em larga escala tão rapidamente. Além disso, a inovação pode sofrer pressão da indústria petrolífera, que já considera os carros elétricos e híbridos como ameaças para a utilização de combustíveis no mundo todo.











 
 


 
Fonte: ciclovivo.com.br







28 de jan. de 2014

Rumores sugerem que futuro iPhone 6 será carregado por energia solar








Rumores, patentes e pedidos de produção de fábrica parecem indicar que a nova versão do iPhone 6, da Apple, terá um sistema de carregamento solar. Eles sugerem que o novo modelo será capaz de se autocarregar utilizando uma tela de vidro de safira.



 
De acordo com o analista do site Seeking Alpha’s Matt Margolis, esta nova funcionalidade seria parte de um esforço para prolongar a vida útil da bateria do iPhone. O analista prevê que a Apple vai implementar uma tela de vidro de safira incorporado com células solares, que poderão ser produzidos na fábrica da empresa no Arizona, EUA.



 
Não há como dizer se os rumores são verdadeiros ou não, mas há pistas que reforçam esta teoria. Em setembro, por exemplo, a empresa postou um anúncio de emprego para um engenheiro com experiência na indústria solar para trabalhar em seus dispositivos móveis.
 
Dois meses depois, a Apple também anunciou uma parceria de 578 milhões de dólares com especialistas de cristal mineral da empresa GT Advanced Technologies, somando-se as especulações. Além disso, no final de outubro, o departamento de patentes e marcas dos EUA publicou uma patente da Apple para um sistema de gerenciamento de energia que utiliza os raios do sol para operar dispositivos iOS e Mac.



 
De acordo com o blog de tecnologia PhoneArena, protótipos de um iPhone ostentando uma tela de vidro de safira já podem estar em produção. O blog relata que a fábrica da Foxconn, em Shenzen (China), reuniu cem protótipos de um iPhone da próxima geração que troca o Gorilla Glass para um visor de vidro de safira.



 
Vidros de safira são conhecidos por serem cerca de três vezes mais duráveis que o Corning Gorilla Glass, que é o utilizado hoje na maioria dos smartphones. Displays com base em vidro de safira ainda são muito caros para serem implementados em escala comercial, e, até agora, a tecnologia tem sido utilizada principalmente na indústria aeroespacial, militar e dispositivos médicos.



 
Para Nigam Arora, colunista da revista Forbes, é pouco provável que as células solares serão incluídas já no iPhone 6. "A tecnologia ainda não é suficiente. A película transparente fina com células solares embutidas tem uma eficiência muito baixa em termos de conversão de luz em eletricidade. E não é uma vantagem significativa para a melhoria da vida da bateria. Tal como acontece com todas as tecnologias, a eficiência irá melhorar ao longo de um período de tempo. Uma tela de safira com um laminado de película contendo células solares é provável no iPhone 7, mas não no iPhone 6".













 
 
 
 
 
Com informações do Mother Nature Network e Forbes.
Fonte: ciclovivo.com.br