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1 de dez. de 2013

Estudo aponta 12 substâncias que envenenam o cotidiano

Estudo do Environmental Working Group, entidade americana especializada em saúde ambiental, aponta venenos ocultos em artigos comuns.

As primeiras quatro:

 

BISFENOL A OU BPA
O BPA é um composto usado na fabricação de policarbonato, que é utilizado na produção da maioria dos plásticos rígidos e transparentes, e também na produção da resina epóxi, que faz parte do revestimento interno de latas que acondicionam bebidas e alimentos.

Em 2011, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu proibir, no Brasil, a venda de mamadeiras de plástico que tenham a substância. O BPA pode enganar o corpo e fazê-lo pensar que é hormônio real. Na literatura média, tem sido associado à diversos tipos de câncer e problemas reprodutivos, além de obesidade, puberdade precoce e doenças cardíacas.



 

 

 

DIOXINA
A dioxina é um subproduto de certos processos industriais, como produção de cloro, certas técnicas de branqueamento de papel e produção de pesticidas. Quase toda criatura viva já foi exposta à dioxinas. Essas substâncias, que se acumulam no corpo e na cadeia alimentar (incluindo o bife do almoço), são poderosos agentes cancerígenos e podem afetar também os sistemas imunológico e reprodutivo.





 
 

ATRAZINA
O que acontece quando produtos químicos altamente tóxicos entram na natureza? Rãs transexuais podem ser uma das consequências. Pesquisadores descobriram que mesmo a exposição a baixos níveis do herbicida atrazina pode transformar rãs machos em fêmeas . A atrazina é amplamente utilizada na maioria das culturas de milho nos Estados Unidos e, consequentemente, é um contaminante de água potável. Essa substância tem sido associada a tumores da mama, à puberdade atrasada e inflamação da próstata em animais.



 


 

FTALATOS
Você sabia que nossas células são programadas para morrer a certa hora? Todo os dias, milhões delas morrem, e isso é perfeitamente saudável. Estudos têm mostrado, no entanto, que químicos chamados ftalatos também podem desencadear a 'sinalização da morte' em células testiculares, fazendo-as morrer mais cedo do que deveriam.

Comumente usados para dar mais flexibilidade aos plásticos, os ftalatos podem ser encontrados por todos os lados - na cortina do box do chuveiro, em cabos elétricos, na cobertura do chassi do carro e nos plásticos das portas. Outros estudos ligam os ftalatos a alterações hormonais, baixa contagem de esperma, espermatozóides menos móveis, defeitos congênitos no sistema reprodutor masculino, obesidade, diabetes e irregularidades da tireóide.




 

PERCLORATO
O perclorato, um componente presente no combustível de foguetes, é usado em agrotóxicos que podem contaminar a produção de leite, segundo o estudo americano. Uma pesquisa chegou a identificar a presença dessa substancia no leite de mulheres. Quando absorvido pelo corpo, ele compete com o iodo e outros nutrientes. Ingerido em altas quantidades, ele pode alterar o equilíbrio hormonal da tireóide.



Fonte: planetasustentavel.abril.com.br


Cinco ideias para aproveitar totalmente os alimentos

 
 
 
 



Cascas e talos de legumes, verduras e frutas, são facilmente descartados na cozinha - mas não deveriam. Com criatividade, eles podem ser usados no preparo de bolos, sopas e geleias.


ABACAXI
Sua casca possui três vezes mais fibras do que a polpa e dá um ótimo suco. Antes de bater a casca com água, deve-se ralar a parte externa para retirar um pouco das saliências e cozinhá-la por alguns minutos. A água do cozimento ainda pode ser usada para preparar um chá.

TALOS DE LEGUMES
Todos podem ser aproveitados como recheio de tortas, panquecas e também para o preparo de patês e molhos. Em alguns casos, os talos podem ser refogados antes para ficarem mais moles. Os talos do rabanete vão bem na omelete, enquanto os de brócolis são bons complementos à maionese de legumes e no tempero do arroz ou da farofa. Talos de couve podem servir a um cozido.

PARA GUARDAR
Talos e cascas podem ser armazenados em geladeira por até 48h ou no freezer por até 30 dias. A dica é colocar uma etiqueta de identificação para não deixar passar o prazo de validade. Outra ideia é picar tudo e congelar em forminhas. Depois, é só retirar os cubinhos e armazená-los em sacos próprios para freezer. Eles poderão ser usados para o preparo de caldos.

FRUTAS
As polpas podem ser reaproveitadas se consumidas em até 24 horas, assim os nutrientes não são perdidos. Para usá-las mais tarde (em geleias, por exemplo), também vale a sugestão de congelá-las em forminhas.

DOCES, GELEIAS E VITAMINAS
As polpas de frutas também podem ser usadas em vitaminas ou para finalizar um doce. A do maracujá, misturada com açúcar na panela, vira uma cobertura para pudins ou brigadeiros. E a casca do melão pode ser uma boa alternativa para saladas. Depois de cozida, ela fica macia e com sabor leve.


Fonte: planetasustentavel.abril.com.br
 
 


30 de nov. de 2013

Oceanos Podem Ficar 170% Mais Ácidos em algumas décadas

 
 
 
 



Um estudo sobre a acidificação dos oceanos deve ser apresentando, nesta semana, na COP 19 – Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas. A publicação aponta que o aumento da acidez colocará em risco a biodiversidade marinha.

 
A situação preocupante dos oceanos não é novidade. Entre diversas pesquisas já realizadas, em 2012, foi apresentado um relatório na Califórnia, elaborado por especialistas em acidificação dos oceanos. O documento "Sumário para formuladores de políticas públicas", que será levado à reunião da ONU, afirma que o problema é causado pelas atividades humanas, em consequência dos 24 milhões de toneladas de CO2 acumulado nos oceanos, que alteram a química da água.
 
 
"Quando o CO2 se dissolve na água do mar, forma-se o ácido carbônico. Este processo, denominado de acidificação oceânica, está tornando a água do mar mais corrosiva para conchas e esqueletos de numerosos organismos marinhos, bem como afetando seus processos de reprodução e fisiologia", explica o documento.
 

De acordo com o estudo, os impactos já foram detectados em diversas regiões do planeta e, futuramente, podem alterar a cadeia alimentar, a biodiversidade e os recursos pesqueiros.
 

Segundo o documento, as emissões atuais de CO2 são maiores do que as projeções do pior cenário elaborado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, divulgado há uma década. Ele também estima que a acidez aumentou 30% desde o início da Revolução Industrial, em meados de 1760, e o receio é que seja mantido o ritmo atual. "Não se sabe como ou se os organismos marinhos se adaptarão a esta acidificação", destaca a pesquisa.
 
 
A economia será diretamente afetada ao atingir a indústria pesqueira e os frutos do mar. Além disso, ameaçará a segurança alimentar de milhões de pessoas. A acidificação também pode tornar a maioria das regiões oceânicas inóspita para os recifes de corais, o que também afetará o turismo.
 

Por conta disso, o estudo garante que os custos para evitar os impactos negativos será menor do que os necessários futuramente para compensar os prejuízos da falta de ação.


 
O estudo completo: www.ocean-acidification.net

Share and enjoy!






A consciência sobre a necessidade da preservação do meio ambiente e a cultura do desperdício zero começam na escola e quanto mais cedo, melhor!
 
Mande um texto, com suas ideias, para o endereço: desperdiciozero@yahoo.com.br, que publicaremos!
 
Vamos fazer parte da solução!
 

 








TENSÃO À MESA




Todo ser vivo precisa de duas coisas para sobreviver: água e alimento. Mas nem sempre esses dois recursos vivem em harmonia no mundo. E é aí que mora o perigo. Um estudo feito pelo instituto americano World Ressource Initiative (WRI) indica que um quarto da agricultura mundial está em áreas que sofrem um forte estresse hídrico, ou seja, onde a demanda de água supera, em muito, a oferta.

A análise destaca a tensão entre a disponibilidade de água e a produção de culturas agrícolas que estão entre as principais commodities e servem de base da segurança alimentar. Segundo o WRI, encontrar um equilíbrio entre esses dois recursos críticos será essencial, especialmente porque a população mundial não para de crescer - em 2050, seremos 9 bilhões de pessoas.
Fonte: PLANETA SUSTENTÁVEL - http://planetasustentavel.abril.com.br
 
Imagem: Creative Commons / Flickr
Apoio: Desperdício Zero

29 de nov. de 2013

CARBONO E METANO

 
O documentário Carbono & Metano, disponível no YOUTUBE, voltado para o tema do aquecimento global, acaba de ser lançado pela PH Multivisão e Vídeo. Destinado, preferencialmente, a crianças e jovens de 10 a 15 anos de idade, aborda, de forma lúdica e descontraída, temas, aparentemente, de difícil compreensão, como efeito estufa e mudanças climáticas. Incentivado pela Lei Rouanet e patrocinado pela Tetra Pak, o filme tem cerca de 50 minutos e é dividido em três episódios, facilitando a utilização didática.
 
 
 
 
O filme conta a história das personagens Carbono e Metano e suas tentativas de “dominar o mundo” por meio do efeito estufa e do aquecimento global. Em estilo de gibi de super-heróis, o média-metragem trata de um dos maiores problemas da atualidade: a sustentabilidade, ou seja, o equilíbrio entre desenvolvimento econômico, justiça social e respeito ao meio ambiente.
 
 
 
 
Cientistas, professores, ambientalistas, pedagogos e outros especialistas participam do filme, emitindo opiniões embasadas sobre os temas abordados. Entre eles estão Carlos Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e do Ministério da Ciência e Tecnologia, Virgilio Viana, da Fundação Amazônia Sustentável, e Carlos Alberto de Mattos Scaramuzza, superintendente de conservação do WWF-Brasil.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Carbono e Metano foram humanizados e o resultado é que suas personalidades são espelhos de seus traços químicos. Carbono é mais encorpado (com maior peso atômico), enquanto Metano é mais franzino. Isolados, são afáveis e amigáveis – na origem, foram responsáveis pelo surgimento da vida. Reunidos em bandos, descontrolados, podem se tornar agressivos e antissociais, formando verdadeiras “gangues”. Representam, respectivamente, 80% e 15% das emissões de gases de efeito estufa.
 
Incentivo: Blog Desperdício Zero
 

 
 

2 de mar. de 2013

What Is Zero Waste?

Zero Waste Symbol


 

 
Zero Waste is a philosophy and a design principle for the 21st Century. It includes 'recycling' but goes beyond recycling by taking a 'whole system' approach to the vast flow of resources and waste through human society.

Zero Waste maximizes recycling, minimizes waste, reduces consumption and ensures that products are made to be reused, repaired or recycled back into nature or the marketplace.


Zero Waste:
  • redesigns the current, one-way industrial system into a circular system modeled on Nature's successful strategies
  • challenges badly designed business systems that "use too many resources to make too few people more productive"
  • addresses, through job creation and civic participation, increasing wastage of human resources and erosion of democracy
  • helps communities achieve a local economy that operates efficiently, sustains good jobs, and provides a measure of self-sufficiency.
  • aims to eliminate rather than manage waste
    •  
    © GrassRoots Recycling Network ©
    Zero Waste = Desperdício Zero



    Read more about http://www.grrn.org





     

    26 de fev. de 2013

    Mais desmatamento na Amazônia





    Depois de ter atingido seu menor índice anual - 4.656 Km2 - o desmatamento na Amazônia voltou a subir, mês a mês. Segundo o Boletim do Desmatamento do Imazon, que acaba de ser divulgado, houve um aumento de 6% no último mês, comparado ao mesmo período do ano anterior. Mas se o recorte for de agosto de 2012 a janeiro de 2013, a subida é de 118% em relação a um ano antes.
     
    Os dados são do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), que enfrentou 61% da área florestal coberta por núvens. O estado do Amazonas liderou o salto, com 192% a mais nas derrubadas (de 53 Km2 para 156 Km2). Foi seguido pelo Pará - com aumento de 160% - e por Mato Grosso, com 134%.
     
     
     





    De acordo com os cálculos do Imazon, todas essas derrubadas comprometeram ao menos 1 milhão de toneladas de CO2. Isso só em janeiro. Se pegarmos todo o período entre agosto e janeiro, o número vai para 68,5 milhões de toneladas - um aumento de 71% em relação ao ano anterior.
     
    Um dos antídotos para esse escárnio depende de nós para virar realidade: o projeto de lei popular do desmatamento zero. Mais de 757 mil pessoas já assinaram para transformar em lei o fim da devastação.
     
     
    O Blog DESPERDÍCIO ZERO apóia essa iniciativa.
     
     
     
     
    Foto: © Karla Gachet / Panos / Greenpeace
     




     

    23 de fev. de 2013

    Reciclagem Inteligente

    A toxicidade de embalagens plásticas pode ser analisada por método nuclear. É o que mostra o estudo da engenheira química Mitiko Saiki, do Ipen. Entre as vantagens dessa técnica nuclear, estão a rapidez, simplicidade e qualidade do resultados.

    O método de análise por ativação com nêutrans vem sendo aplicado no Brasil para detecção de elementos tóxicos presentes em embalagens plásticas. O desenvolvimento dessa metodologia, pela engenheira química Mitiko Saiki, do Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen), teve início em 1995. Agora, essa técnica nuclear, altamente viável pela rapidez, simplicidade e qualidade dos resultados, foi estendida ao estudo da migração dos elementos da embalagem para o seu conteúdo de alimentos ou para soluções simulantes de alimentos.


     

    O processo de ativação com néutrons para análise de materiais plásticos é realizado da seguinte maneira: depois de submetidas a uma limpeza, as embalagens são cortadas em pequenos agmentos, para irradiação com utrons de um reator nuclear. reator, o material é bombaro com um feixe de néutrons ativam os átomos dos ele-os presentes no plástico, for-o isótopos radioativos. Esmando isótopos emitem radiações pé. Com um aparelho denomies ectrômetro de raios gama,medem-se as atividades dos radioisótopos assim formados. A seguir, pela comparação com as atividades obtidas para os padrões dos elementos tóxicos a serem estudados - arsênio, cádmio, bromo, antimônio, estanho e cromo, entre outros , calcula-se a quantidade do elemento presente na amostra. "Diferentemente do que ocorre com os outros métodos utilizados na análise de plásticos, esse não requer a dissolução da amostra. Sem a etapa da dissolução, é possível analisar várias amostras por dia" afirma Saiki.

     


    A origem das substâncias tóxicas está ,segundo a pesquisadora, no uso de aditivos, como pigmentos, estabilizantes e catalisadores derivados do processo de fabricaçâo do plástico ou da sua reciclagem. A pesquisa do Ipen demonstra a importancia de se selecionar os tipos de plástico para reaproveitamento. Além disso, o estudo, que conta com a colaboração da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo,aponta quais devem ser as novas aplicações que o plástico reciclado deve ter na volta ao mercado. "A embalagem de material reciclado pode ser novamente utilizada para armazenar alimentos, desde que seja possível saber se há ou do elementos tóxicos em sua composição", diz a pesquisadora.
     
     
    Quando não é reaproveitado, o plástico é levado para o depósito de lixo municipal. Em uma cidade como São Paulo, onde os detritos dessa natureza representam cerca de 10% do lixo total, o que se deve fazer para eliminá-los, visto que levam muito tempo para se decompor? "Não sendo possível reciclar, a outra opção seria queimar o plástico. Para isso, é extremamente necessário analisar a presença dos elementos tóxicos, a fim de evitar que eles, formando gases, passem para a atmosfera ou, quando transformados em cinzas, sejam absorvidos pelo solo, poluindo o meio ambiente", alerta Saiki .

    Depois de quantificar os elementos tóxicos dos recipientes, a engenheira avalia a migração deles para os alimentos. A amostra da embalagem plástica é irradiada no reator e depois submetida ao teste da migração: durante 10 dias, o plastico irradiado fica imerso, a 4OoC, em uma solução simulante de alimento. Os alimentos propriamente ditos não são utilizados na análise porque os valores-limite da legislaçâo são dados para soluções simulantes. "Para simular as características do suco de frutas, por exemplo, usamos uma solução diluída de ácido acético. Para manteiga ou margarina, empregamos hexano", completa Saiki. Decorrido o tempo de migração, mede-se a atividade do radioisótopo que passou do plástico para a solução. O teste pode também ser aplicado em alimentos levados ao forno de microondas em embalagens plasticas.

    No decorrer dos testes, a pesquisadora verificou que a migração depende acidez da substância armazenada: quanto mais ácida for esta, maior é a migração. Ela também garante que as embalagens encontradas no Brasil, em sua grande. maioria, apresentam níveis baixos e aceitáveis de migração de elementos para o seu conteúdo. "A legislação é que determina o limite admissível para que urna embalagem seja utilizada no armazenamento de aiimentos"conclui Saild.
     


    17 de ago. de 2011

    Campanha do Movimento Limpa Brasil Let´s do it! chega à TV com apoio de importantes personalidades brasileiras

    São Paulo, 11 de agosto de 2011 – Já está no ar a campanha “Eu sou catador”, do movimento Limpa Brasil Let´s do it!, em diversas emissoras de televisão. Várias celebridades demonstraram seu apoio à causa por meio da participação na campanha. Entre eles, estão os atores Marília Pêra e Darlan Cunha, os músicos Chico Buarque, Jamelão Neto e Milton Nascimento, os apresentadores Marina Person, Didi Wagner e Edgard Piccoli e, também, o chef Guga Rocha.
    A campanha “Eu sou catador” visa incentivar a participação da população nas ações de limpeza do movimento por meio da reflexão: se essas pessoas se consideram catadoras, porque eu também não seria?



    Idealizado pelo ambientalista Rainer Nõlvak, o movimento Let´s do it! aconteceu pela primeira vez na Estônia, em 2008, e envolveu 50 mil voluntários, retirando 10 mil toneladas de lixo das praças, ruas e florestas em um período de apenas 5 horas.

    No Brasil o projeto terá duração de dez anos, com o objetivo de conscientizar a população em relação à produção e o descarte de resíduos. Durante a primeira ação, que aconteceu no Rio de Janeiro, no dia 05 de junho, 6,5 mil pessoas participaram de um mutirão, recolhendo das ruas 17 toneladas de lixo reciclável. Até o final de 2011, o Limpa Brasil Let’s do it! pretende reunir mais de meio milhão de pessoas na limpeza de outras seis cidades brasileiras: Brasília, Campinas, Goiânia, São Paulo e Belo Horizonte.

    O movimento conta com a cooperação da UNESCO, o patrocínio da Vale, Banco do Brasil, Fundação Banco do Brasil, Braskem e Oi, além do apoio da Rede Globo, Canal Futura, TV Cultura, MTV, rádio CBN, Revista IstoÉ, Editora Trip, gráfica Stilgraf, agência Leo Burnett e da marca de roupas 1dasul. Algumas emissoras que já confirmaram o início da veiculação da campanha são o Canal Futura (a partir de 08/08) e a Rede Globo (a partir de 14/08).

    O Blog DESPERDÍCIO ZERO também participa da campanha "EU SOU CATADOR".


    26 de jul. de 2011

    Os princípios da Carta da Terra

    O IV Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, realizado em meados de 2011, baseou-se nos princípios da Carta da Terra.

    O primeiro princípio, Respeitar e Cuidar da Comunidade da Vida, aborda o reconhecimento da responsabilidade compartilhada em relação à Terra e a nossos irmãos e irmãs na sociedade. O tema que orientou o Fórum neste ano, “O Futuro da Educação e a Educação do Futuro”, estava inteiramente relacionado à questão do respeito ao próximo, ao planeta e a nós mesmos. Medidas práticas para que todos possam agir de forma mais responsável social e ambientalmente foram discutidas ao longo do evento.
    O segundo princípio, Integridade Ecológica, marca o respeito pela natureza e também a alegria e as ferramentas de sobrevivência que ela nos oferece, descompromissadamente. Para assegurar o funcionamento desse sistema, precisamos atuar de maneira plenamente responsável, em nome do bem-estar das gerações presentes e futuras. Todos os membros da sociedade precisam ensinar uns aos outros, especialmente aos mais jovens, como agir de forma sustentável.


    O terceiro princípio da Carta da Terra, Justiça Social e Econômica, deve funcionar como a base de cada ação. Erradicar a pobreza, assegurar o desenvolvimento internacional em cada área da sociedade e da natureza, promover a igualdade e incentivar a educação adequada de todos os seres humanos – o compromisso com esses aspectos define os fortes alicerces sobre os quais deve ser construído o planeta do futuro.
    O quarto princípio, Democracia, Não-Violência e Paz, representa questões centrais como igualdade educacional. No Fórum, diversas experiências e ideias foram discutidas na tentativa de encontrar soluções para as questões que envolvem a educação e as futuras gerações.
    A Carta da Terra é capaz de promover grande impacto em nossas vidas, e acreditamos fortemente na relevância de seus princípios para toda a humanidade. Por esse motivo, as palestras e debates do Fórum foram integradas aos princípios apresentados, com o intuito de sistematizar o evento e garantir o sucesso e a eficiência das trocas de conhecimento. Os seres humanos encontram-se profundamente conectados entre si e com o imenso universo que nos cerca, e a Carta da Terra expressa essa relação de maneira simples e verdadeira, de modo que não haveria outro documento de maior credibilidade para servir como pedra fundamental do Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade.



    11 de mai. de 2011

    O Nordestão implanta Sacolas Oxibiodegradáveis

    O Nordestão inova mais uma vez ao adotar o uso de sacolas oxibiodegradáveis que já estão sendo distribuídas em todas as lojas, no lugar das sacolas plásticas tradicionais. As sacolas oxibiodegradáveis se desintegram num período de 6 a 18 meses quando colocadas em contato com o meio ambiente. Esta é mais uma ação da empresa na área de sustentabilidade.


    Buscando estimular os consumidores a adotarem uma postura de uso sustentável, o Nordestão está comercializando nas lojas sacolas reutilizáveis de algodão cru que suportam até 35kg e custam apenas R$ 3,99, além das sacolas de Polipropileno Trançado (Ráfia). Esta sacola é feita de material 100% reciclado, impermeável e lavável. O usuário pode utilizar a sacola por até três anos, sem deformá-la. O valor de venda representa apenas o custo de fabricação, pois objetivo do Nordestão é impulsionar o uso do produto.



    Outro atrativo das sacolas é a beleza. Com disigner moderno, a sacola de algodão cru exibe uma árvore com a cópula formada pelos pictogramas da empresa no formato do mapa do Rio Grande do Norte, valorizando também o nosso estado, e as de polipropileno exibe uma estampa da arara-vermelha e outra da flor do cerrado.

    O objetivo é estimular o consumo consciente, levando a preservação ambiental. Ao levar a sacola retornável sempre que for às compras, o consumidor contribui com a redução do lixo gerado diariamente com as sacolas descartáveis e, como consequência, com a diminuição na demanda pela produção de materiais plásticos.






     
    O Nordestão foi a primeira rede de supermercados do Estado a se preocupar com a preservação do meio ambiente, contribuindo para a reciclagem do lixo e melhoria da qualidade de vida dos natalenses.

    O Nordestão investe desde 2005 no Programa Recicle, patrocinando as cooperativas dos recicladores e conscientizando a população sobre a importância da coleta seletiva e reciclagem do lixo, através de um trabalho educativo em todas as escolas da rede de ensino da nossa cidade.
                                                       


    Fonte: Marketing / Nordestão

    Leia mais no site: http://www.nordestao.com.br/

    O DESPERDÍCIO ZERO apioa essa iniciativa.

    14 de abr. de 2011

    Manuseio consciente por menos desperdício e mais lucro

    A embalagem Longa Vida da Tetra Pak é considerada um dos maiores avanços tecnológicos da área alimentícia nos últimos 50 anos, especialmente porque foi desenvolvida para proteger o que é bom: o alimento, um dos nossos bens mais valiosos. Mais do que desenvolver uma embalagem revolucionária, a Tetra Pak acompanha o ciclo de vida dos seus produtos em todas as suas fases: produção, envase, distribuição e ponto-de-venda, até o seu descarte.


    Dentro desta filosofia, a Tetra Pak monitorou os seus produtos e constatou que, como qualquer outra embalagem, um volume considerável de produtos é desperdiçado ao longo da cadeia de distribuição, gerando prejuízo para a indústria e impossibilitando o varejo de lucrar mais. Segundo os supermercadistas, o desperdício geral das lojas varia entre 1% e 3%, sem mencionar as perdas ocorridas entre o centro de distribuição e o ponto-de-venda, exatamente quando o produto está prestes a chegar às mãos do consumidor.
    Portanto, consulte as melhores práticas de paletização, transporte, estocagem, exposição das embalagens Longa Vida e outras informações úteis, para juntos buscarmos o nosso maior objetivo: o desperdício zero. Mais do que nunca, governo e população estão unindo esforços contra a fome e o desperdício. Participe! Quanto mais você buscar o desperdício zero, mais você ganha!

    Fonte: site GIRO NEWS - http://www.gironews.com.br/

    11 de abr. de 2011

    Sacola plástica é o tipo mais sustentável, diz estudo. O DESPERDÍCIO ZERO abre o debate.

    As sacolinhas plásticas de supermercado causam menos danos ambientais que outros modelos, quando a comparação leva em conta o uso da sacola uma única vez, defende um estudo da Agência Ambiental da Inglaterra. A pesquisa do órgão governamental inglês explica que sacolas de papel, plástico resistente (polipropileno) e algodão consomem mais matéria-prima e energia para sua fabricação. Por isso, teriam que ser reutilizadas 3, 11 ou 131 vezes, respectivamente, para causar menos danos ambientais que uma sacola plástica usada apenas uma vez.
    O estudo divulgado em fevereiro no Reino Unido analisa, especificamente, o potencial de aquecimento global dos diferentes modelos de sacolas. Para isso, os pesquisadores Chris Edwards e Jonna Meyhoff Fry acompanharam o ciclo de vida (extração de matéria-prima, manufatura, distribuição, uso, reuso e descarte) de cada modelo. Em cada uma das etapas do ciclo de vida, foi contabilizada a quantidade de gases causadores do efeito estufa emitidos pelo consumo de energia na fabricação e no transporte das mercadorias, além dos desperdícios de materiais durante o processo.
    A partir desse acompanhamento, os pesquisadores verificaram que, em seu ciclo de vida completo, uma sacola plástica comum emite 1,5 kg de gás carbônico e outros gases que contribuem para o aquecimento global. O dado já considera que 40% desse tipo de sacola são reutilizados com frequência pelos ingleses para acondicionar o lixo em casa. Já o ciclo de vida das outras sacolas têm um impacto bem maior: papel (5,53 kg), plástico resistente (21,5 kg) e algodão (271,5 kg). Isso é o que explica a necessidade de tantos reúsos para neutralizar a fabricação desses modelos, de acordo com a pesquisa.
    Outro ponto importante foi a constatação de que, na Inglaterra, o uso de matérias-primas e a fabricação das sacolas concentram em média 70% dessas emissões de carbono. A partir desses dados, o estudo conclui ainda que sacolas que foram feitas para durar mais - como as de plástico mais resistente ou as de algodão - também exigem mais recursos para sua fabricação. Portanto, se não forem reutilizadas devidamente, o potencial de aquecimento global pode ser pior que o das sacolas plásticas.
    Reações no Brasil
    O presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente, Hélio Matar, afirmou que, apesar desses resultados, as sacolas plásticas não são a opção mais sustentável. Segundo ele, é preciso ponderar os dados da pesquisa. Ele lembrou que os estudos foram realizados na Inglaterra, onde a matriz energética baseada em combustíveis fósseis torna a atividade industrial - e a fabricação de qualquer tipo de sacola - muito mais poluente. "No Brasil, o resultado certamente seria diferente", disse, ao lembrar que o País tem uma matriz energética limpa, baseada em hidrelétricas
    Para Cláudio José Jorge, presidente da Fundação Verde (Funverde), a pesquisa também destoa da realidade no Brasil por outro motivo: a sacola de algodão costuma ser maior que a sacola plástica convencional e comporta praticamente o dobro de itens. "Uma sacola retornável substitui mais de uma sacolinha plástica e carrega mais itens no supermercado ou na feira. Isso ajuda a neutralizar o impacto da fabricação", defende.
    Hélio Matar acrescentou que as sacolas plásticas também são responsáveis por outros danos ambientais não contabilizados pela pesquisa, cujo foco foi o aquecimento global. "O volume de sacolas descartadas no Brasil é gigante, em torno de 150 bilhões de unidades por ano", disse. Segundo Matar, isso cria problemas como entupimento de bueiros e enchentes nas cidades, além de sobrecarregar aterros sanitários. "Em um País com recursos financeiros limitados como o nosso, isso representa uma dificuldade a mais para a administração pública", afirmou.
    Já Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, entidade ligada ao setor produtivo do plástico no Brasil e divulgador da pesquisa no País, tem opinião contrária. "Os questionamentos no Brasil não têm levado em conta as questões técnicas e ambientais. Se a sacola plástica teve o melhor desempenho na pesquisa, por que proibir o produto?", argumenta. Bahiense ainda sugere que, em vez de coibir as sacolas plásticas, como tem ocorrido em algumas cidades, é preciso conscientizar a população. Ele defende a necessidade de ensinar os cidadãos a diminuir o consumo de sacolas, reaproveitá-las ao máximo e encaminhá-las para reciclagem sempre que possível.


    Fonte: Agência Estado
    Por: Circe Bonatelli

    21 de mar. de 2011

    Plástico reciclado, em vez de madeira - Tecnologia substitui compensado

    O uso de formas plásticas com 50% de material reciclado (garrafas PET) na estrutura de prédios é uma maneira eficiente de reduzir a quase zero a quantidade de madeira empregada numa obra. É o que afirma o engenheiro Luiz Edmundo Pereira, sócio-diretor da Premag/Impacto Rio, que adota a técnica ecologicamente correta desde 2007.


    Produzido pela empresa no Ceará – a partir de garrafas PET recolhidas por cerca de mil catadores da região – o chamado “plasterit” substitui os compensados de madeira tradicionalmente utilizados como suporte para a confecção de laje plana “tipo cogumelo” (que é feita de concreto protendido, não necessitando de vigas). O uso do plasterit na construção civil evita o desmatamento e ainda a queima de madeira, já que os compensados tradicionais têm pouca durabilidade e são, posteriormente, queimados. A tecnologia também dá um destino útil às garrafas PET, tão nocivas à natureza.

    – Essa concepção estrutural, aliada ao uso das formas plásticas com material reciclado e de peças metálicas, reduz o gasto de madeira a praticamente zero, numa edificação – afirma Pereira, lembrando que a tecnologia com material reciclado rendeu à Promag/Impacto Rio o prêmio Top Imobiliário 2009 da Associação de Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário (Ademi – Niterói), na categoria Sustentabilidade ambiental.

    Segundo o engenheiro, o emprego do plasterit na estrutura dos prédios também é mais econômico, pois os compensados do material podem ser reutilizados várias vezes (eles apenas dão suporte à laje, bem como as estruturas metálicas, e todos são retirados após alguns dias). O resultado é uma economia de 15% no valor da estrutura do prédio.

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    Imagem: Levpet
     

    18 de fev. de 2011

    As Responsabilidades dos Donos de um País

    “Ninguém limpa um país alugado”. Esse é o ponto de vista do colunista Thomas Friedman, do New York Times, em seu artigo a respeito da situação no Egito. O jornalista passou uma manhã recolhendo depoimentos e ouvindo histórias da população egípcia na Praça Tahrir, no Cairo. Ele relata que, entre as pessoas que se encontravam no local, havia um grupo de jovens estudantes com luvas de plástico que recolhia o lixo do chão da praça. E aponta a sensação de pertencimento como motivo dessa ação voluntária. Ou seja, aqueles jovens estavam ali limpando a praça simplesmente porque se sentem donos de seu país. Porque a relação que tem com sua terra não é postiça, mas algo para a vida toda.

    O respeito ao ambiente em que se vive é uma necessidade para o futuro de toda a humanidade, mas também para o presente. Não há qualidade de vida se a sociedade não se empenha em manter limpo o espaço público. E essa atitude dos cidadãos só ocorre se eles se sentirem proprietários da nação em que vivem, e se puderem se considerar respeitados e pertencentes e se identificar com ela.

    A Atitude Brasilhttp://www.atitudebrasil.com - acredita que, apesar dos elevados índices de exclusão social e da parcela de pessoas vivendo em extrema pobreza, o Brasil é um país muito acolhedor e, por possuir uma cultura que é resultado de tanta miscigenação, pertence a todos que aqui vivem e ajudam a construir, diariamente, nossa identidade nacional. Por esse motivo, crê que é responsabilidade de todos os brasileiros lutar por um país limpo e pelo crescimento sustentável do mesmo. Com base nesse pensamento é que se decidiu trazer para cá o movimento Limpa Brasil Let’s do it!http://www.limpabrasil.com - , que requer iniciativa e envolvimento dos diversos setores da sociedade, e que, sem dúvida, será benéfico para todos. 


    Fonte: Equipe Atitude Brasil

    14 de fev. de 2011

    O QUE É PET

    O PET - Poli (Tereftalato de Etileno) - é um poliéster, polímero termoplástico.

    Simplificando, PET é o melhor e mais resistente plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, cervejas, entre vários outros como embalagens termoformadas, chapas e cabos para escova de dente.


    O PET proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, além de ter excelente barreira para gases e odores. Devido as características já citadas e o peso muito menor que das embalagens tradicionais, o PET mostrou ser o recipiente ideal para a indústria de bebidas em todo o mundo, reduzindo custos de transporte e produção. Por tudo isso, oferece ao consumidor um produto substancialmente mais barato, seguro e moderno.
     
    O PET chegou ao Brasil em 1988 e seguiu uma trajetória semelhante ao resto do mundo, sendo utilizado primeiramente na indústria têxtil. Apenas a partir de 1993 passou a ter forte expressão no mercado de embalagens, notadamente para os refrigerantes. Atualmente o PET está presente nos mais diversos produtos.


    100% recicláveis e de ótima performance ambiental, as embalagens de PET representam o mais moderno conceito de embalagem e oferecem inúmeros benefícios ao longo da cadeia de produção e consumo.

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    Imagens: Levpet