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28 de dez. de 2013

Apetite global por energia subirá 56% até 2040

 
 
 
 
 
Apesar do aumento das fontes renováveis, relatório da AIE - Agência Internacional de Energia prevê que os combustíveis fósseis continuarão a garantir quase 80% da demanda
 
O consumo mundial de energia vai crescer 56% até 2040, prevê um novo relatório AIE - Agência Internacional de Energia, divulgado nesta quinta-feira. A maior parte desse incremento virá de países de fora da OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, onde o apetite energético é estimulado pelo rápido crescimento econômico, como China, Índia, Brasil e África do Sul.

Apesar das energias renováveis e nuclear serem as fontes que mais crescem no mundo, com expansão de 2,5% por ano, o documento IEO2013 - International Energy Outlook 2013 estima que os combustíveis fósseis continuarão a fornecer cerca de 80% da demanda mundial nos próximos trinta anos.

Nessa seara, o gás natural é o combustível fóssil que mais cresce, a uma taxa de 1,7% ao ano. Segundo a agência, o aumento da oferta de gás natural, incluindo de xisto (veja as maires reservas de gás de xisto), ajudarão a atender a alta da demanda.

Para o carvão, o relatório prevê crescimento maior do que o de petróleo e outros combustíveis líquidos, pelo menos até 2030, principalmente devido ao aumento no consumo da China. O setor industrial continuará a representar a maior fatia do consumo de energia, recebendo metade da energia total entregue em 2040.

DISPARADA NAS EMISSÕES

O crescimento econômico das nações em desenvolvimento, alimentado por uma dependência contínua de combustíveis fósseis, será responsável por um salto relevante nas emissões de gases efeito estufa.

Levando em conta as políticas e normas vigentes que regem o uso de combustíveis fósseis, as emissões de carbono associadas à geração e consumo de energia em todo o mundo deverão aumentar em 46% nos próximos 30 anos, em relação às emissões de 2010.

Como o mundo ainda se recupera dos efeitos da recessão global de 2008-2009, a AIE sublinha que muitas das questões econômicas ainda não resolvidas acrescentam um fator de incerteza à avaliação de longo prazo dos mercados energéticos mundiais.
 
 
 
 
 
 
Fonte: planetasustentavel.abril.com.br
 
 
 
 
 
 

ONU lança primeiro mapa global de lixo eletrônico

 
 
 
 
 
Se a geração de e-lixo não for controlada, em 2017 o volume de resíduos eletrônicos no planeta aumentará 33% e dará para encher 200 edifícios como o Empire State, nos EUA. O alerta foi divulgado no lançamento do primeiro mapa global de lixo eletrônico, produzido pelas Nações Unidas
 
Cidadãos, empresas e governos estão mais conscientes a respeito da importância de dar destino correto aos resíduos eletrônicos, mas mesmo assim a produção desse tipo de lixo não para de crescer. Foi o que revelou o E-waste World Map, primeiro mapa global de e-lixo, lançado pela iniciativa Step - uma aliança entre a ONU e empresas, governos e ONGs de todo o mundo.

A ferramenta mapeou a quantidade de resíduos eletrônicos produzida em cada país e concluiu que a geração de e-lixo quase alcançou a marca de 49 milhões de toneladas em 2012, o que representa 7 kg por habitante. Se continuar nesse ritmo, o planeta terá que suportar 65,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico em 2017, que dariam para encher 200 edifícios como o Empire State, nos EUA.

Aliás, é a nação do Tio Sam que, por enquanto, mais tem culpa no cartório. Segundo o E-waste World Map, os EUA foram os que mais geraram resíduos eletrônicos no ano passado: foram 9,4 milhões de toneladas, o que representa 29,8 kg por habitante - seis vezes mais do que a China, que aparece na segunda posição do ranking.

Já na América Latina, o Brasil aparece em posição de destaque. Nosso país produziu 1,4 milhão de toneladas de e-lixo - o equivalente a média global de 7 kg por habitante - e só perdeu para o México, que gerou 9 kg por pessoa.

A intenção é que, com os dados fornecidos pelo E-waste World Map, governos, empresas e cidadãos entendam melhor o problema do lixo eletrônico e desenvolvam políticas mais efetivas para combatê-lo. "Mesmo existindo muita informação sobre os impactos negativos ao meio ambiente e à saúde dos primitivos métodos de reciclagem de lixo eletrônico, a falta de dados globais dificulta entender a magnitude real do problema", afirma Ruediger Kuehr, secretário-executivo da iniciativa Step e membro da Universidade das Nações Unidas, em comunicado oficial.
 
 
 
 
 
 
 
Fonte: planetasustentavel.abril.com.br
 
 
 
 
 
 

Bullying entre irmãos: é normal ou é perigoso para as crianças?

 
 
 
 
 
Segundo um novo estudo da Universidade Clemson (EUA), bullying entre irmãos é um tipo de violência predominante na vida da maioria das crianças, mas pouco se sabe sobre o fenômeno. Os pesquisadores clamam que mais estudos precisam ser feitos na área.
 
A pesquisa explorou em que medida o bullying entre irmãos era visto como normal, e as diferenças percebidas entre vítimas e agressores.
 
O objetivo do estudo era traçar o perfil desse fenômeno ao examinar suas taxas de prevalência. 75% dos participantes relataram que ter sofrido bullying por um irmão, e 85% relataram ter cometido bullying contra um irmão.
 
"Em pesquisas sobre bullying, normalmente os percentuais são significativamente mais baixos para perpetração do que vitimização", explica o professor de psicologia Robin Kowalski, um dos autores do estudo. "O contrário ocorreu desta vez, o que sugere que os participantes não viam o bullying entre irmãos como algo tão negativo".
 
As conclusões foram apoiadas por outros dados que mostraram que, entre a maioria dos pares de irmãos, há uma norma de aceitação sobre o bullying.
 
Vítimas e agressores não avaliaram os casos de bullying da mesma maneira, no entanto. As vítimas avaliaram o bullying mais negativamente do que os perpetradores.
 
Kowalski acredita que estes resultados servem para aumentar a consciência de um fenômeno pouco estudado. "As pessoas tendem a pensar que irmãos provocando e intimidando um ao outro é ‘normal’. Minimizar o comportamento desta forma, no entanto, faz com que se deixe de examinar as consequências que o bullying pode ter para o relacionamento entre os irmãos envolvidos, algo que definitivamente precisa de pesquisas adicionais".
 
Por exemplo, um estudo da Universidade de New Hampshire (EUA) publicado na edição de julho da revista Pediatrics descobriu que ser fisicamente ou mentalmente intimidado por um irmão pode ser tão prejudicial à saúde mental da vítima como ser intimidado por um colega.
 
O comportamento agressivo por parte de um irmão pode produzir raiva, ansiedade e depressão na vítima.
"Acho que porque os pais esperam algum nível de agressão entre os seus filhos, eles podem não reconhecer quando isso se torna um problema real", disse Tim Goldsmith, terapeuta familiar e diretor clínico da Youth Villages, uma entidade privada sem fins lucrativos que ajuda crianças com problemas de saúde emocionais, comportamentais e mentais.
 
Segundo ele, há três características definidoras que determinam se o comportamento de agressão entre irmãos é bullying:
 
  • Se é deliberado. O agressor tem a intenção de machucar alguém fisicamente ou emocionalmente;
  • Se é repetido. O agressor alveja repetidamente a mesma vítima;
  • Se há um desequilíbrio de poder. O agressor escolhe uma vítima que ele ou ela percebe como vulnerável.
    •  
    Goldsmith dá dicas para os pais prevenirem ou impedirem o bullying entre irmãos:
    - Defina a expectativa de que a casa é um lugar seguro e bullying não será tolerado;
     
    - Modele o comportamento que deseja ver nos seus filhos. Não discipline de forma agressiva ou com raiva, mostre o devido respeito para cada membro da família e elogie seus filhos quando eles fizeram o mesmo. Pratique essa disciplina de forma clara e consistente;
     
    - Cultive uma relação próxima com seus filhos;
     
    - Estabeleça uma comunicação aberta e confiável no seio da família. Ouça seus filhos e responda se eles dizem que estão sendo emocionalmente ou fisicamente abusados de alguma forma – por qualquer pessoa, mesmo um irmão ou irmã;
     
    - Descubra o que há por trás do comportamento de bullying. Talvez a criança esteja em busca de atenção ou sendo intimidada na escola;
     
    - Encontre maneiras positivas para que os irmãos interajam, como jogos em família;
     
    - Ensine às crianças formas de se acalmar antes de reagir, como contar até 10, ouvir música, etc. Essas habilidades de enfrentamento são benéficas para todas as situações. Certifique-se de louvar o bom comportamento;
     
    - Forneça supervisão e participação na vida do seu filho. Se o bullying está ocorrendo, aumente a supervisão e não deixe as crianças envolvidas juntas e sozinhas;
     
    - Certifique-se de que os seus filhos têm o apoio social adequado onde quer que vão, inclusive na escola. Cuidadores e babás devem estar cientes do comportamento de bullying;
     
    - Deixe o seu filho saber que ele ou ela não é o único que já experimentou o bullying, e você vai tomar medidas para protegê-lo;
     
    - Observe atentamente para quaisquer pensamentos ou ações suicidas. As crianças que sofrem bullying estão em alto risco de tentativa de suicídio. As intimidações são também fatores de risco para problemas de saúde mental, incluindo depressão e uso de drogas. [ScienceDaily, PRWeb]
     
     
     
     
     
     
     
     
    Fonte: hypescience.com / sciencedaily.com
     
     
     
     
     
     
     
     

    Refrigerantes dietéticos podem matar você?

     
     
     
     
     
    Duas universidades americanas uniram esforços para investigar um produto alimentício muito consumido nos últimos anos. Em uma comparação entre refrigerantes normais e refrigerantes dietéticos, pesquisadores da Universidade de Miami (Flórida) e da Universidade de Columbia (Nova Iorque) descobriram que os últimos podem ser mais nocivos à saúde.
     
     
    O consumo de refrigerantes feitos para emagrecer, conforme eles apuraram, aumenta mais do que o refrigerante comum o risco de derrame, ataque cardíaco e morte vascular.
     
     
    Em uma pesquisa com 2.564 voluntários, que tiveram analisadas suas dietas e quadros de saúde, os pesquisadores descobriram que aqueles que costumavam beber refrigerantes dietéticos eram 43% mais propensos a estas doenças.
     
    A pesquisa levou em conta condições pré-existentes, especialmente aquelas ligadas a problemas vasculares, como disfunções no metabolismo, diabetes e pressão alta. E o maior risco vale tanto para consumo moderado quanto exagerado: entre uma vez por mês e seis por semana, o panorama geral dos pesquisados foi de chances elevadas de problemas vasculares.
     
    Embora os números tenham passado essa informação, os cientistas não souberam detectar exatamente os motivos da tendência. Ainda é necessário, segundo eles, estudar tanto o refrigerante comum quanto o dietético para tirar conclusões mais precisas. [ScienceDaily]
     
     

     
     
     
    Fonte: hypescience.com / sciencedaily.com
     
     
     
     
     
     

    27 de dez. de 2013

    Cochilos nos ajudam a pensar melhor





     
    Uma boa desculpa para você usar com seu chefe! De acordo com cientistas, uma soneca durante o dia aumenta a capacidade do cérebro de absorver informações.
     
    Voluntários de um estudo que dormiram 90 minutos se saíram melhor em testes cognitivos do que aqueles que ficaram acordados. No entanto, alguns cientistas acham que é difícil acreditar que a soneca aumenta o poder cognitivo do cérebro quando, na verdade, as pessoas só estão menos cansadas.
     
    No experimento 39 adultos saudáveis deveriam fazer um teste cognitivo. Depois metade das pessoas pôde tirar uma soneca, enquanto a outra metade precisou repetir os testes. Quando os dorminhocos repetiram os testes também, eles se saíram bem melhor do que aqueles que não dormiram.
     
    Análises da atividade cerebral mostraram que essa "ajuda" no processo cognitivo pode estar acontecendo em uma fase do sono entre o sono profundo e os sonhos, quando as memórias são movidas da área de "arquivos temporários" para o hipocampo. Ou seja, tirar uma soneca o ajuda a fixar melhor suas memórias e acordar com mais disposição e "espaço" para aprender coisas novas.
     
     
     
    Fonte: hypescience / BBC / news.bbc.co.uk
     
     
     
     
     
     

    Corda aproveita pulos para carregar bateria de celulares e tablets

     
     
     
     
     
    Uma corda de pular que transforma os movimentos de seus usuários em eletricidade limpa foi criada pela empresa norte-americana Uncharted Play, especializada em brinquedos que assumem funções sociais. Batizada de Pulse, a corda usa a energia cinética gerada em exercícios realizados por adultos e crianças para carregar celulares, tablets e outros gadgets, sem causar impactos no meio ambiente.
     
    O funcionamento da corda de pular especial é simples e muito inteligente: depois que o usuário começa a pular e girar o equipamento, a energia acumulada pelo exercício é convertida em impulsos elétricos, que são armazenados nas baterias, instaladas dentro dos manetes. A partir daí, um adaptador leva a eletricidade para os gadgets – de acordo com a empresa, minutos de exercícios garantem horas de carregamento com energia verde.
     
    Segundo os representantes da empresa, um dos objetivos da corda Pulse é incentivar a atividade física entre as crianças, fazendo com que o divertimento com os eletrônicos venha depois dos exercícios, que também são atividades atrativas. Mas a visão da empresa vai além: de acordo com o site Treehugger, o equipamento foi pensado para fornecer eletricidade a regiões carentes – assim, as crianças aproveitam a luz do sol para brincar, e, à noite, garantem energia para iluminarem suas casas.
     
    A corda Pulse acabou de ser lançada e está em sua fase de pré-venda online - no site unchartedplay.com - porque, num primeiro momento, só estão disponíveis cem unidades, vendidas por 129 dólares cada (cerca de R$ 310).
     
     
     
     
     
     
    Fonte: ciclovivo.com.br / unchartedplay.com
     
     
     
     
     
     

    Cérebro primitivo do ser humano pede carboidratos à noite

     
     
     
     
     
    Comer massas e carboidratos em geral no período da noite é sinônimo de noite mal dormida e alguns quilos a mais, certo? Errado. Uma pesquisa recente feita pela Universidade Hebraica de Jerusalém comprovou que consumir carboidrato após as 18h, na quantidade adequada, é benéfico para a saúde.

    Para Tereza Cibella, nutricionista da consultoria Equilibrium, o estudo desmistifica o mito e reforça que carboidrato não é vilão da alimentação. "O que o estudo aponta é que o ganho de peso não está relacionado ao carboidrato consumido à noite e sim à qualidade da alimentação no restante do dia, ao sedentarismo e ao exagero na quantidade de alimentos consumidos", afirma Tereza.


    Consumir carboidrato à noite favorece o aumento do hormônio leptina, substância que pode diminuir o apetite durante o dia, auxiliando na manutenção do peso. Também contribui para uma noite de sono tranquila.


    A nutricionista ressalta ainda que o carboidrato, fonte de energia para o corpo, é tão essencial para uma boa alimentação como vitaminas, proteínas, minerais e fibras.


    Quatro motivos para comer carboidratos à noite

    O ser humano evoluiu culturalmente. Porém, nosso cérebro ainda é a mesma máquina usada por nossos ancestrais caçadores e coletores. Veja quatro motivos para comer carboidratos à noite explicados pelos nossos instintos mais primitivos, segundo o site LiveStrong:


    1. Instinto natural

    O homem antigo passava seus dias procurando, caçando e coletando alimentos. O que o fazia passar suas noites relaxando e banqueteando-se com tudo o que havia sido pego. Em vez de ir contra a evolução, por que não passar os seus dias na "caça" - em forma de trabalho – e comer a maioria de suas calorias à noite, a fim de reabastecer, recuperar e se preparar para as batalhas do dia seguinte?


    Mas, afinal, nem todos os carboidratos noturnos fazem você engordar? Não de acordo com um estudo de 2011 da Obesity (Silver Spring) Journal, que comparou um padrão de jantar em estilo de festa com uma abordagem dietética mais convencional. O estudo descobriu que o grupo experimental, que comeu a maioria de seus carboidratos no jantar, obteve uma maior perda de peso e redução mais acentuada na circunferência abdominal e gordura corporal do que o grupo controle mais convencional.

     
     

    2. Números

    Comer a maioria de suas calorias à noite, incluindo carboidratos, parece ir contra a maré da maioria dos programas nutricionais. Mas será isso mesmo?

    Mesmo que se consumam de cinco a seis pequenas refeições e lanches por dia, em vez de comer três refeições maiores , na maioria das vezes nosso intervalo entre o jantar e outra refeição é maior do que o do café da manhã ou almoço. Se somarmos um lanche de fim de noite da equação - o que a maioria de nós deve fazer para evitar uma perda de massa muscular de 12 horas entre a refeição da noite e o desjejum - fica fácil entender como podemos consumir metade de nossas calorias após 18:00.


    Se você treinar depois do trabalho, ou até mesmo depois do jantar, os números mudam de maneira ainda mais drástica. A sua refeição pós-treino, ainda que seja apenas um shake ou smoothie – pode levar o total diário de calorias para mais tarde.

    Quando se trata de contagem de carboidratos, adiar pode parecer a melhor ideia. Ao armazenar seus amidos naturais (como inhame, batata doce e arroz integral ) para o jantar e comer alimentos mais leves , como frutas e vegetais ricos em fibras durante o dia, você maximiza os hormônios de queima de gordura enquanto está ativo durante o dia. Isso dá um trecho mais longo de tempo em que você está queimando gordura mais eficientemente .

    Além disso, quando os estoques de glicogênio estão esgotados após o treino e (ou no final de um dia de alimentação mais baixa em hidratos de carbono ), carboidratos noturnos reabastecem suas reservas energéticas primeiro, antes de transbordá-las para as reservas de gordura . Pense nisso: Se você dirige seu carro o dia todo e o tanque de gasolina está vazio, você precisa preenchê-lo para o dia seguinte. A única forma de ter problemas com esta abordagem é se exagerar na dose.


    3. Psicologia

    Outro instinto humano que vem desde os tempos mais remotos é o de comer em excesso, a fim de acumular energia para os momentos de fome. Isso fez sentido durante os tempos das cavernas, mas não na era moderna, onde a comida está prontamente disponível.


    Precisamos estruturar a nossa alimentação de uma forma que satisfaça esse desejo natural de festa, mas excessos. O cérebro humano funciona em um padrão de sacrifício / recompensa. A maioria das pessoas pode cortar calorias, comer de forma leve e fazer melhores escolhas alimentares durante o dia se puder recompensar-se com uma refeição mais robusta durante a noite.

    O inverso não é verdadeiro, no entanto. É muito mais difícil de recompensar-se com comida todo os dia e, em seguida, tentar sacrificar uma boa refeição à noite.

    "Guardar espaço" para um jantar maior e com mais carboidratos desencadeia a liberação de serotonina, que nos faz sentir satisfeitos e induz o sono. Muitos atletas que treinam duro e tentam cortar carboidratos à noite reclamam de insônia. Agora você sabe o porquê.


    4. Praticidade

    Contanto que você conte o total de calorias e suas escolhas alimentares, a frequência das refeições e distribuição de alimentos é menos relevante em termos de perda de gordura, embora faça sentido comer mais à noite. A chave é fazer com que a dieta se adapte à sua vida e não o contrário, para lhe dar a melhor chance de sucesso.

    A maioria de nós não é composta por atletas em tempo integral. Somos atletas em tempo parcial com trabalho a tempo inteiro. Otimizar os padrões de distribuição de alimentos é um fator chave na criação de um programa nutricional que se torne um plano de vida funcional a longo prazo, em oposição a um insustentável, como as dietas bruscas.

    Pense como um homem das cavernas durante o dia. Prefira refeições leves e petiscos à base de proteínas magras, legumes, frutos, e pequenas porções de castanhas durante o dia. Guarde os amidos para o jantar.

    Então, quando chega a noite, coma como um aldeão. Faça um maior jantar à base de proteínas magras, legumes e alguns alimentos naturais como amido de inhame, batata, ou arroz com porções baseadas no tamanho do corpo e nos níveis de atividade.
     
     
     
     
     
     
     
    Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
     
     
     
     
     
     

    APOIO A INICIATIVAS SUSTENTÁVEIS






    O Fundo Nacional do Meio Ambiente (FNMA) entrou em nova fase de apoio a iniciativas sustentáveis em todo o território nacional. Mais de R$ 15,5 milhões serão investidos em programas voltados para iniciativas em segmentos como educação ambiental e recuperação de áreas de preservação. Equipes técnicas de todo o país participaram, em 11 de julho, de treinamento promovido pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) sobre o modelo de projetos que serão apoiados pela medida.
     
    A verba será distribuída por meio de dois editais. O primeiro edital selecionará de até sete projetos, onde serão investidos R$ 5 milhões. A seleção incluirá programas de formação de agentes populares de educação ambiental na agricultura familiar e de implantação de projetos comunitários de educação ambiental.
     
     
     
     
     
     
    Fonte: Portal Giro News / gironews.com
     
     
     
     
     
     

    Garrafa portátil deixa a água do mar potável


     
     
     
     
     
    Quatro estudantes da Universidade de Yonsei, na Coreia do Sul, criaram uma garrafa especial que deixa a água do mar própria para consumo. Batizado de Puri, o recipiente concorre a um prêmio por contar com uma tecnologia que elimina o sal e outras propriedades das amostras do líquido.
     
    Os nomes dos criadores da garrafa são bem difíceis: Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim – mas o sistema desenvolvido é bem fácil de ser utilizado: de acordo com os criadores da Puri, o usuário só precisa bombear um dispositivo e direcionar a água salgada para a câmara de filtragem da garrafa, responsável pela pressurização. Por meio do processo, o líquido é dessalinizado e enviado a uma câmara interna de armazenamento de água potável.
     
     
     
     
    De acordo com o grupo de estudantes, a garrafa foi criada com a intenção de ser instalada nas embarcações, garantindo o acesso à água potável em situações de risco, como naufrágios, incêndios e outros acidentes em alto mar
     
    Assim, por meio do processo batizado de osmose inversa, os usuários coletam a água salinizada no mesmo recipiente que vai filtrar o recurso. "Este é o único objeto que pode suprir a demanda de água potável dos envolvidos em um acidente em alto mar", afirmam os estudantes.
    Classificada pelo site internacional Co.Exist como uma "garrafa mágica", a Puri ainda é um protótipo, mas já concorre a um importante prêmio de design e inovação. Além de se tornar uma importante ferramenta de combate à escassez de água potável no mundo, se for comercializada, a garrafa se tornará uma ferramenta indispensável de resgate em alto mar.
     
     
     
     
     
     
     
    Fonte: fastcoexist.com / ciclovivo.com.br
     
     
     
     
     
     

    26 de dez. de 2013

    Sabonetes antibacterianos podem representar riscos à saúde

     
     
     
     
     
    FDA propõe regras mais duras para estes produtos de limpeza
    O FDA (agência americana que regula remédios e alimentos) quer que as fabricantes de sabonetes antibacterianos provem que seus produtos de limpeza são mais seguros e eficazes do que simplesmente água e sabão. As informações são do site USA Today.
     
    Segundo Sandra Kweder, vice-diretora do Centro de Avaliação e Pesquisa do FDA, "embora os consumidores considerem esses produtos eficazes, não há nenhuma evidência de que eles realmente atuem na prevenção de doenças como a lavagem com água e sabão comum".
     
    Para David Hill , diretor de saúde pública global na Escola de Medicina da Universidade de Quinnipiac, "lavar as mãos com água e sabão depois de preparar alimentos, usar o banheiro, tossir ou assoar o nariz continua sendo uma das formas mais eficazes para diminuir o risco de propagação de infecções".
     
    Além disso, pesquisas sugeriram que a longa exposição a substâncias químicas antibacterianas, como o triclosan presente em sabonetes líquidos e o triclocarban em sabonetes em barra, poderia ter efeitos hormonais nocivos à saúde.
     
    O FDA reforça que se as empresas não demostrarem que seus produtos são seguros e eficazes, terão de reformular sua composição ou reclassificá-los para permanecer no mercado. As empresas têm até dezembro de 2014 para apresentar os dados e estudos. A meta da agência é finalizar o processo até setembro de 2016.
     
    Segundo o FDA, isso não afetará desinfetantes para as mãos, sanitários ou produtos antimicrobianos utilizados nos serviços de saúde.
     
     

     
     
     
    Fonte: consumidorconsciente.eco.br
     
     
     
     
     
     

    Carne vermelha nos deixa mais felizes [estudo]

     
     
     
     
     
    A carne vermelha pode já ter sido apontada como vilã em um vasto número de estudos, mas pesquisadores australianos atribuem a ela um ponto positivo. Segundo a nova pesquisa, mulheres que diminuem o consumo de carne de vaca e carneiro estão mais sujeitas a sofrer de depressão.
     
    A pesquisa foi feita pela Universidade Deakin, em Victoria (Austrália). Os cientistas acompanharam 1.000 mulheres australianas e as colocaram em uma escala de quantia "recomedável" de carne ingerida.

    O valor era entre 60 e 100 gramas por dia, de três a quatro vezes por semana. Aquelas cujo consumo ficou abaixo da linha aconselhável eram mais propensas a ter sintomas depressivos e de ansiedade. Ultrapassar essa quantia, no entanto, também não era bom.
     
    Para evitar conclusões precipitadas, foram analisados indicadores como estado socioeconômico, atividades físicas, uso de tabaco, peso e idade. Mesmo levando estes fatores em conta, foi verificado o risco direto entre depressão e consumo de carne.
     
    Uma possível justificativa para isso é o pasto que as vacas e carneiros australianos consomem. Rica em componentes como os ácidos graxos ômega-3, que favorecem a boa saúde mental, a carne que chega à mesa dos australianos pode realmente fazer a diferença.
     
    Este dado revela, segundo os cientistas, o motivo dos efeitos se aplicarem apenas à carne vermelha. Não se observaram as mesmas relações com depressão na ingestão de carne de frango, peixe, porco, ou carnes de origem vegetal.
     
    Apesar disso, o motivo também não é o vegetarianismo: 19% das pesquisadas eram contrárias a qualquer consumo de carne. Quando seus índices foram desconsiderados na pesquisa, os resultados gerais permaneceram.
     
     
     
     
     
     
    Fonte: HyperScience / Telegraph / portaldomeioambiente.org.br
     
     
     
     
     
     

    Quase metade dos brasileiros compra produtos que nunca usa, revela pesquisa

     
     
     
     
     
    Apesar de se declarar moderado na hora das compras, o brasileiro não resiste aos impulsos e leva para casa produtos sem planejamento, revela pesquisa divulgada na terça-feira, 22 de outubro, pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O levantamento mostra uma contradição no comportamento do consumidor: 88% dos entrevistados declaram-se moderados ou conservadores na hora de fazer compras, mas 47% admitiram terem comprado produtos que sequer chegaram a usar.
     
    O estudo constatou a tendência de o brasileiro usar o consumo para satisfazer as vontades pessoais. De acordo com a pesquisa, 62% dos entrevistados declararam pensar em compras supérfluas do mês seguinte antes mesmo de receber o salário. Além disso, 59% disseram ter comprado um produto pensando que o merece, sem analisar as condições financeiras.
     
    Para o gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, as compras por impulso são resultado tanto de fatores psicológicos como socioeconômicos. Segundo ele, boa parte do contingente de 40 milhões de pessoas que subiram para a nova classe média na última década tem usado o consumo para se encaixar na sociedade.
     
    "Existe um processo de redefinição da identidade de classe pelas pessoas que subiram de classe social. Por uma questão de status, elas compram mais para impressionar a família, os amigos e obter autoestima. Sem planejamento, essas pessoas adquirem produtos de que não precisam de fato e acabam se endividando excessivamente", explica Borges. Ele ressalta que o levantamento mostrou que 12% dos consumidores fazem questão de ter acesso a tecnologias de ponta assim que são lançadas. "Será que tem necessidade?", questiona.
     
     
    Sinal de alerta
    De acordo com o gerente do SPC, o consumidor deve ser ainda mais cuidadoso com as compras em tempos de aperto no crédito e baixo crescimento da economia. "Os bancos estão aumentando os juros e reduzindo a oferta de crédito. O emprego está crescendo menos. Isso deveria ser um sinal de alerta para a população, mas o consumidor continua gastando muito, mesmo num cenário menos otimista", alerta.
     
    Além dos fatores sociais e culturais, o especialista cita a falta de educação financeira como uma das principais causas para a impulsividade do consumidor. "Quem tem educação financeira tende a saber definir prioridades e organizar gastos e passa até a ter maior controle psicológico sobre a impulsividade. Se esse tipo de conhecimento for trabalhado desde a idade escolar, o consumidor chegará à idade adulta com maior controle sobre os gastos", destaca.
     
     
     
     
     
     
    Fonte: mercadoetico.com.br
     
     
     
     
     
     

    Projeção para as Carnes em 2014



     
     
     
     
    Este foi um ano de recuperação para os produtores. O ano anterior (2012) havia sido bastante difícil, com altos custos de produção (especialmente com os preços altos de milho e soja para a alimentação dos animais), resultando no forte abate de matrizes. A decorrente oferta enxuta de animais se refletiu na valorização das carnes em 2013. No caso dos suínos, a oferta também ficou comprometida pelo forte calor do verão e o inverno rigoroso, o que prejudicou a cria dos animais.
     
    Com insumos mais baratos em 2013, um mercado interno aquecido pela melhoria do poder aquisitivo e um câmbio favorável à exportação, o ano foi de recomposição de renda para o produtor. Para o boi gordo, por exemplo, o incremento no Valor Bruto da Produção (VBP) foi de 26,2%. Para suínos, o faturamento bruto de 2013 foi 25,6% maior e, para as aves, o acréscimo foi de 16,5% na comparação com o ano anterior. A trajetória de valorização das carnes deve permanecer nesta virada de ano, com o período festivo e a melhoria do poder aquisitivo das famílias, com o recebimento do 13º salário.
     
     
    2014
    A expectativa é de manutenção de um mercado interno bastante aquecido, impulsionado especialmente pelos eventos festivos e esportivos e por uma forte campanha de marketing para elevação do consumo. Também são esperados novos acordos internacionais. O bom momento de 2013 deve estimular uma produção um pouco maior.
     
     
    Vale lembrar
    2013 foi também marcado pela reabertura de mercados, queda de barreiras e restrições e novos acordos internacionais. Exemplo foi a missão empresarial da CNA à China, buscando abertura para alguns dos principais produtos agrícolas brasileiros e, especialmente, suspensão do embargo à carne bovina. O presidente da FAEMG, Roberto Simões integrou a comitiva que apresentou, ao país mais populoso do mundo, as oportunidades de negócios e investimentos no agronegócio brasileiro, das cadeias produtivas à infraestrutura.
     
     
     
     
     
     
    Fonte: FAEMG / Agron.com.br