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12 de dez. de 2013

Artistas brasileiros aderem à campanha contra trabalho infantil


 

 
 
 
 
 
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) relançou a campanha Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil, que já conta com o apoio de diversos artistas renomados como Cher e Susan Sarandon. Agora, as estrelas brasileiras também aderiram a iniciativa, são elas: Wagner Moura, Priscila Camargo, Osmar Prado, Camila Pitanga, Gilberto Miranda, Dira Paes e Bete Mendes. Além disso, a Copa de 2014 e as Olimpíadas do Rio, em 2016, também serão grandes eventos de mobilização da ação.
 
A OIT lançou a primeira campanha do cartão vermelho em 2002 com o objetivo de sensibilizar a opinião pública sobre o trabalho infantil. Oito anos depois, a segunda Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que foi realizada em Haia, comprometeu-se com a eliminação das piores formas de trabalho infantil até 2016.
 
 
 
 
 
 
Embora durante a última década o número de crianças que trabalham no mundo tenha reduzido em um terço (atualmente são 168 milhões de jovens no trabalho), os progressos foram lentos. Os 152 países que participaram da terceira Conferência Global, promovida em Brasília, renovaram o compromisso da segunda conferência.
 
Metade das crianças que trabalham está presa nas piores formas de trabalho infantil. Trabalham em campo, minas ou fábricas e podem ser vítimas de abuso sexual, exploradas pelo tráfico de drogas ou forçados a alistar-se em milícias ou exércitos.
 
A OIT é a agência da ONU especializada no mundo do trabalho e conta com o maior programa para a eliminação do trabalho infantil. A iniciativa contribuiu para liberar três milhões de crianças em todo o mundo.
 

 
Fonte: mercadoetico.com.br
 
 
 
 
 

Governo cria medida para evitar caos logístico








Para evitar, em 2014, a repetição do caos logístico como as filas quilométricas de caminhões que se viram no início deste ano, o governo lançou um pacote de medidas que inclui um sistema de agendamento que vai sincronizar a chegada de navios e caminhões aos portos, o Portolog. A ideia é evitar que os caminhões sobrecarreguem o sistema Anchieta-Imigrantes e a cidade de Santos (SP). Os caminhões só serão autorizados a entrar no porto dentro de uma faixa de horário estabelecida pelo administrador portuário, de forma que ele não ficará esperando para descarregar. Para evitar que o motorista fique parado na estrada, serão colocados à disposição pátios de estacionamento. (Estado)
 
 
 
Fonte: gironews.com
 
 
 
 
 

11 de dez. de 2013

“Felicidade sustentável”







Só teremos um modelo de desenvolvimento sustentável, se houver ampla reflexão sobre a felicidade e do que precisamos para sermos felizes. A maioria dos cientistas e dos indicadores nos mostra que o atual modelo de desenvolvimento está esgotando os recursos naturais, aquecendo o planeta, dizimando a biodiversidade, derrubando nossas florestas, transformando terras férteis em desertos, poluindo o ar e as águas, aumentando a desigualdade, incentivando o desemprego e os empregos precários, fomentando a competição e a violência, solapando a democracia e a confiança nas instituições e nos governos e piorando a qualidade de vida, no campo e nas cidades.
 
Foi vendida a ideia de que o caminho da felicidade passa pelo consumo, pela aquisição da roupa de grife, do carro do ano, do último modelo de celular ou do eletrodoméstico. É o consumo e o acúmulo de bens sem limites e nunca saciados que propulsionam esse modelo suicida de desenvolvimento.
 
A Rede Nossa São Paulo desenvolveu o Irbem (Indicadores de Referência de Bem-Estar nos Municípios) para avaliar a qualidade de vida nas cidades. Para montar os indicadores, perguntou aos habitantes quais seriam os itens importantes para sua qualidade de vida. A maioria respondeu que a felicidade é ter uma boa, carinhosa e fraterna convivência com a família, os amigos e a comunidade; uma relação amorosa saudável; equilíbrio entre trabalho e vida pessoal; acesso à educação e transporte público de qualidade; proximidade da natureza; frequentar cinema, espetáculos, teatros e museus; hospital e posto de saúde perto de casa; melhor convivência com animais; vida espiritual rica; prática de atividades físicas; ações comunitárias e a chance de viver numa sociedade solidária e segura.
 
 
 
É claro que condições materiais razoáveis de vida são importantes, e é fundamental que as políticas públicas objetivem proporcionar essa realidade para todos. Mas centrar a felicidade no consumo e no acúmulo de bens é insustentável. Ao olhar todos os apelos que hoje relacionam consumo à felicidade, é de se perguntar: como fizeram antigas gerações, antes de todas essas invenções, para serem felizes? Como fazem as pessoas sem carros ou sem últimos modelos para serem felizes? Por que muitas pessoas que têm todos esses bens são infelizes?
 
Em vez de promovermos investimentos e empregos em atividades artísticas, culturais e educacionais que favoreçam a saúde e o bem-estar; apoiem idosos, pessoas com deficiência, crianças e populações menos favorecidas; priorizem o transporte público de qualidade; preservem a natureza e apostem na pesquisa médica e no desenvolvimento de energias sustentáveis, concentramos nossos esforços em produzir bens de consumo que rapidamente tornamos obsoletos para podermos, enfim, consumir suas novas versões.
 
Só teremos um modelo de desenvolvimento sustentável que preserve o planeta, reduza a desigualdade e promova a paz, a solidariedade e a qualidade de vida das pessoas e das futuras gerações, se houver uma ampla reflexão pessoal e coletiva sobre a felicidade, sobre o que realmente precisamos para sermos felizes. E se essa reflexão pautar a vida das pessoas, empresas, instituições e governos.
 
 
 
Fonte: envolverde.com.br / Folha de S. Paulo / mercadoetico.com.br
 
 
 
 
 

EL ELEGIDO: El Papa Francisco es la Persona del Año 2013 de TIME






Hubo una vez un niño tan dócil y modesto que le otorgaron una medalla por ser "El más humilde". Al día siguiente se la quitaron por haberla usado. Así termina la lección.
¿Cómo uno practica la humildad desde el trono más glorificado de la Tierra? Pocas veces un nuevo actor en el escenario mundial ha captado tanta atención tan rápido –de jóvenes y viejos, creyentes y cínicos– como lo ha hecho el Papa Francisco.
 
En sus nueve meses en el trono, Francisco se ha puesto en el centro mismo de las principales conversaciones de nuestra época: sobre riqueza y pobreza, imparcialidad y justicia, transparencia, modernidad, globalización, el rol de la mujer, la naturaleza del matrimonio, las tentaciones del poder.
 
En un tiempo en que los límites del liderazgo son puestos a prueba en tantos lugares, llega un hombre –sin ejército ni armas, sin un reino más allá de un pequeño pedazo de tierra en el centro de Roma, pero con el enorme respaldo de la riqueza y el peso de la historia– para plantear un desafío. El mundo se está haciendo más pequeño; las voces individuales se escuchan cada vez más fuertes; la tecnología hace que la virtud se vuelva viral, por lo que el púlpito de Francisco es visible hasta el confín de la Tierra. Cuando besa la cara de un hombre desfigurado o lava los pies de una mujer musulmana, la imagen resuena mucho más allá de los límites de la Iglesia Católica.
 
Los escépticos apuntarán a los obstáculos que enfrenta Francisco para lograr algo concreto, más allá de hacer que los creyentes menos fervientes se sientan mejor acerca del tono más moderado de Roma y libres a la vez de ignorar las cuestiones más sustanciales. La Iglesia Católica es una de las instituciones más antiguas, grandes y ricas del mundo, con 1.200 millones de fieles, y el cambio no es algo natural en ella. En su mejor versión, la Iglesia inspira e instruye, ayuda y sana, y llama a los fieles a escuchar a sus ángeles más benévolos. Pero se ha visto debilitada a nivel mundial por escándalos, corrupción, la escasez de sacerdotes y la competencia, especialmente en los fértiles campos misionarios del hemisferio sur, de rivales evangélicos y pentecostales. En algunos lugares, la enseñanza de doctrinas centrales sobre el divorcio y los anticonceptivos es ampliamente ignorada y la ortodoxia es ridiculizada por obsoleta. Los burócratas y el clero del Vaticano son acusados de disputas internas, corrupción, chantaje y una obsesión con "reglas mezquinas", como sostiene Francisco, en lugar de las enormes posibilidades de gracia. No sólo prediquen, escuchen, dice. No reprendan, sanen.
 
Y sin embargo, en menos de un año, ha hecho algo notable: no cambió las palabras, pero cambió la música. El tono y temperamento pesan en una iglesia construida sobre la sustancia de los símbolos —pan y vino, cuerpo y sangre—, y por lo tanto es un error desestimar las elecciones simbólicas de cualquier Papa como gestos que carecen de la fuerza de la ley. Publicó su primera exhortación apostólica, un ataque a "la idolatría del dinero", justo cuando los estadounidenses celebraban el Día de Acción de Gracias y evaluaban si pasar este feriado, establecido para la gratitud, en los centros comerciales. Este es un hombre que maneja muy bien los tiempos. Que no vive en el palacio papal rodeado de cortesanos sino que en una austera residencia con peregrinos. Reza todo el tiempo, incluso cuando espera a que lo atienda el dentista. Sacó de circulación el Mercedes papal y lo reemplazó por un Ford Focus con algunos rasguños. No usa zapatos rojos ni sotanas lujosas, lleva en el cuello una cruz de hierro en lugar de una de oro. Cuando rechaza la pompa y los privilegios, revela por primera vez las finanzas del Vaticano, reprende a un arzobispo alemán por derrochador, llama por teléfono a desconocidos en apuros, y ofrece bautizar al bebé de una mujer divorciada cuyo amante casado quería que abortara, está haciendo más que convertirse en un ejemplo de compasión y transparencia. Está aceptando la complejidad y admitiendo el riesgo de que una iglesia obsesionada con sus propios derechos y su virtud puede provocar más heridas de las que sana. Cuando se le pregunta por qué no parece interesado en librar una guerra cultural, hace referencia al campo de batalla. La Iglesia es un hospital de campaña, dice. Nuestro primer deber es asistir a los heridos. Uno no le pregunta a un hombre que está sangrando cuál es su nivel de colesterol.
 
Este foco en la compasión, junto a un aura general de alegría no siempre asociada a los príncipes de la Iglesia, ha hecho de Francisco una especie de estrella de rock. Más de 3 millones de personas llegaron a la playa de Copacabana en Río de Janeiro el pasado julio para verlo, las multitudes en la Plaza de San Pedro están eufóricas y los souvenir se venden en números récord. Francesco es el nombre masculino más popular entre los bebés en Italia. Las iglesias reportan un "efecto Francisco" de católicos no practicantes que han regresado a misa y han vuelto a confesarse, aunque las anécdotas no son sustituto para la evidencia y los sondeos entre católicos estadounidenses muestran hasta ahora pocos cambios en la práctica. Pero la fascinación con Francisco, incluso más allá del círculo católico, le brinda una oportunidad que nunca tuvo su antecesor, Benedicto XVI: magnificar el mensaje de la Iglesia y su poder para hacer el bien.
 
La buena acogida de la prensa laica lo vuelve sospechoso entre los tradicionalistas, quienes temen que compra popularidad pagando el precio de una fe diluida. Ha usado hábilmente la fascinación de los medios para llamar la atención sobre muchos temas, desde sus plegarias por la paz en Siria hasta su punzante ataque a la economía del goteo, lo que inspiró a Jesse Jackson a compararlo con Martin Luther King y a Rush Limbaugh a preguntar si es marxista. Cuando uno es una celebridad en los medios, cada palabra pronunciada es analizada minuciosamente, como lo es lo que se elige no decir. ¿Por qué no se ha referido con más detalle sobre el escándalo de los abusos sexuales cometidos por sacerdotes?, preguntan los partidarios de las víctimas. (Este mes, estableció una comisión para abordar el abuso de niños por parte de sacerdotes). ¿Por qué no habla más de la santidad de la vida?, preguntan los tradicionalistas, quienes observan que en su exhortación el aborto sólo fue mencionado una vez, mientras que la misericordia apareció en 32 oportunidades. Francisco ratifica las enseñanzas tradicionales sobre la sexualidad y a la vez advierte que distraen a la Iglesia. Ataca a los sacerdotes que se niegan a bautizar a los niños de madres solteras por practicar un "riguroso e hipócrita neo-clericalismo". Declara que Dios "nos ha redimido a todos… no sólo a los católicos. A todos, también a los ateos". Posa con activistas medioambientales mostrando una camiseta que condena el fracking, y llama a los políticos y líderes empresariales a ser "protectores de la creación".
 
Nada de esto vuelve liberal a Francisco, quien también afirma que un cuerpo de sacerdotes exclusivamente masculino no está en discusión, como tampoco el aborto, ni la definición del matrimonio. Pero su enfoque en los pobres –y el hecho de que el 0,1% de las personas más ricas del mundo controla el 81% de la riqueza– irrita a los que defienden el capitalismo como el programa antipobreza más exitoso de la historia. Se podría argumentar que es Teddy Roosevelt protegiendo al capitalismo de sus propios excesos, o simplemente dice lo que sus antecesores han dicho: que Jesús nos llama a preocuparnos por los que menos tienen —aunque lo dice de un modo que hace que la gente lo escuche de manera diferente—. Y eso puede ser especialmente importante cuando lo dice el primer Papa del Nuevo Mundo. Hace un siglo, la mayoría de los católicos vivía en Europa; hoy menos de un cuarto reside allí, y cómo sea escuchado en los países donde ser gay es un crimen y las mujeres en puestos de liderazgo una herejía podría tener el poder de transformar culturas en las que el catolicismo es una fuerza en alza y potencialmente liberadora.
 
Por estos días es estimulante escuchar a un líder decir cualquier cosa que moleste a alguien. Hoy, liberales y conservadores enfrentan por igual una elección cuando escuchan a una nueva voz de la conciencia: qué es más importante, ¿que este líder carismático dice cosas que ellos creen que es necesario decir o que también dice otras que preferirían no escuchar?
 
El corazón es un músculo fuerte y Francisco propone un riguroso régimen de ejercicio. En un período muy breve, una audiencia amplia, global y ecuménica ha mostrado ansias de seguirlo. Por haber trasladado el pontificado del palacio a las calles, comprometer a la mayor religión del mundo a enfrentar sus necesidades más profundas y equilibrar el juicio con la misericordia, el Papa Francisco es la Persona del Año 2013 de TIME.


Fonte: time.com
 
 
 
 
 

Garrafas PET são usadas para fabricar remédios contra fungos






Uma parceria entre o Instituto de Bioengenharia e Nanotecnologia de Singapura e um grupo de pesquisadores da IBM resultou num novo método que transforma as garrafas PET recicladas num eficiente remédio contra os fungos. Batizadas de "polímeros ninja", as estruturas são extraídas diretamente dos resíduos e conseguem eliminar em quase 100% determinados fungos responsáveis por algumas infecções.
Utilizando as nanofibras de PET nos laboratórios, os cientistas conseguiram eliminar 99,9% das colônias dos fungos Candida Albicans, causadores da candidíase, uma das infecções sanguíneas mais comuns nos humanos. Depois da utilização, os "polímeros ninja" se desfazem naturalmente – além de serem biodegradáveis, também não carregam toxinas.
De acordo com a INFO, com a expectativa do sucesso no tratamento da doença, os pesquisadores também esperam utilizar as nanofibras para a fabricação de cremes dentais, desodorantes e outros produtos de higiene pessoal, eliminando as suspeitas de contaminação pelos fungos de maneira eficiente e sustentável.
Depois da coleta das garrafas PET usadas, os cientistas as levaram aos laboratórios, processando os resíduos para obter os agentes de desinfecção. Invisíveis a olho nu, as nanofibras retiradas dos polímeros atuam cumprindo uma função semelhante à do velcro, que se afixa às membranas das células por meio da energia eletrostática, retirando os invasores.
A pesquisa surgiu não apenas com o intuito de reciclar mais garrafas PET, mas, principalmente, com o objetivo de desenvolver novas maneiras de combater as infecções resistentes aos medicamentos tradicionais. Assim, enquanto os polímeros se afixam nas membranas das células para destruir os fungos, as substâncias dos remédios convencionais encontram dificuldades até mesmo para se aproximar dos invasores.
 
 
Fonte: info.abril.com.br / ciclovivo
 
 
 
 
 

Remarks by President Obama at Memorial Service for Former South African President Nelson Mandela







First National Bank Stadium
Johannesburg, South Africa
1:31 P.M. SAST
PRESIDENT OBAMA: Thank you. (Applause.) Thank you so much. Thank you. To Graça Machel and the Mandela family; to President Zuma and members of the government; to heads of states and government, past and present; distinguished guests -- it is a singular honor to be with you today, to celebrate a life like no other. To the people of South Africa -- (applause) -- people of every race and walk of life -- the world thanks you for sharing Nelson Mandela with us. His struggle was your struggle. His triumph was your triumph. Your dignity and your hope found expression in his life. And your freedom, your democracy is his cherished legacy.
It is hard to eulogize any man -- to capture in words not just the facts and the dates that make a life, but the essential truth of a person -- their private joys and sorrows; the quiet moments and unique qualities that illuminate someone’s soul. How much harder to do so for a giant of history, who moved a nation toward justice, and in the process moved billions around the world.
Born during World War I, far from the corridors of power, a boy raised herding cattle and tutored by the elders of his Thembu tribe, Madiba would emerge as the last great liberator of the 20th century. Like Gandhi, he would lead a resistance movement -- a movement that at its start had little prospect for success. Like Dr. King, he would give potent voice to the claims of the oppressed and the moral necessity of racial justice. He would endure a brutal imprisonment that began in the time of Kennedy and Khrushchev, and reached the final days of the Cold War. Emerging from prison, without the force of arms, he would -- like Abraham Lincoln -- hold his country together when it threatened to break apart. And like America’s Founding Fathers, he would erect a constitutional order to preserve freedom for future generations -- a commitment to democracy and rule of law ratified not only by his election, but by his willingness to step down from power after only one term.
Given the sweep of his life, the scope of his accomplishments, the adoration that he so rightly earned, it’s tempting I think to remember Nelson Mandela as an icon, smiling and serene, detached from the tawdry affairs of lesser men. But Madiba himself strongly resisted such a lifeless portrait. (Applause.) Instead, Madiba insisted on sharing with us his doubts and his fears; his miscalculations along with his victories. "I am not a saint," he said, "unless you think of a saint as a sinner who keeps on trying."
It was precisely because he could admit to imperfection -- because he could be so full of good humor, even mischief, despite the heavy burdens he carried -- that we loved him so. He was not a bust made of marble; he was a man of flesh and blood -- a son and a husband, a father and a friend. And that’s why we learned so much from him, and that’s why we can learn from him still. For nothing he achieved was inevitable. In the arc of his life, we see a man who earned his place in history through struggle and shrewdness, and persistence and faith. He tells us what is possible not just in the pages of history books, but in our own lives as well.
Mandela showed us the power of action; of taking risks on behalf of our ideals. Perhaps Madiba was right that he inherited, "a proud rebelliousness, a stubborn sense of fairness" from his father. And we know he shared with millions of black and colored South Africans the anger born of, "a thousand slights, a thousand indignities, a thousand unremembered moments…a desire to fight the system that imprisoned my people," he said.
But like other early giants of the ANC -- the Sisulus and Tambos -- Madiba disciplined his anger and channeled his desire to fight into organization, and platforms, and strategies for action, so men and women could stand up for their God-given dignity. Moreover, he accepted the consequences of his actions, knowing that standing up to powerful interests and injustice carries a price. "I have fought against white domination and I have fought against black domination. I’ve cherished the ideal of a democratic and free society in which all persons live together in harmony and [with] equal opportunities. It is an ideal which I hope to live for and to achieve. But if needs be, it is an ideal for which I am prepared to die." (Applause.)
Mandela taught us the power of action, but he also taught us the power of ideas; the importance of reason and arguments; the need to study not only those who you agree with, but also those who you don’t agree with. He understood that ideas cannot be contained by prison walls, or extinguished by a sniper’s bullet. He turned his trial into an indictment of apartheid because of his eloquence and his passion, but also because of his training as an advocate. He used decades in prison to sharpen his arguments, but also to spread his thirst for knowledge to others in the movement. And he learned the language and the customs of his oppressor so that one day he might better convey to them how their own freedom depend upon his. (Applause.)
Mandela demonstrated that action and ideas are not enough. No matter how right, they must be chiseled into law and institutions. He was practical, testing his beliefs against the hard surface of circumstance and history. On core principles he was unyielding, which is why he could rebuff offers of unconditional release, reminding the Apartheid regime that "prisoners cannot enter into contracts."
But as he showed in painstaking negotiations to transfer power and draft new laws, he was not afraid to compromise for the sake of a larger goal. And because he was not only a leader of a movement but a skillful politician, the Constitution that emerged was worthy of this multiracial democracy, true to his vision of laws that protect minority as well as majority rights, and the precious freedoms of every South African.
And finally, Mandela understood the ties that bind the human spirit. There is a word in South Africa -- Ubuntu -- (applause) -- a word that captures Mandela’s greatest gift: his recognition that we are all bound together in ways that are invisible to the eye; that there is a oneness to humanity; that we achieve ourselves by sharing ourselves with others, and caring for those around us.
We can never know how much of this sense was innate in him, or how much was shaped in a dark and solitary cell. But we remember the gestures, large and small -- introducing his jailers as honored guests at his inauguration; taking a pitch in a Springbok uniform; turning his family’s heartbreak into a call to confront HIV/AIDS -- that revealed the depth of his empathy and his understanding. He not only embodied Ubuntu, he taught millions to find that truth within themselves.
It took a man like Madiba to free not just the prisoner, but the jailer as well -- (applause) -- to show that you must trust others so that they may trust you; to teach that reconciliation is not a matter of ignoring a cruel past, but a means of confronting it with inclusion and generosity and truth. He changed laws, but he also changed hearts.
For the people of South Africa, for those he inspired around the globe, Madiba’s passing is rightly a time of mourning, and a time to celebrate a heroic life. But I believe it should also prompt in each of us a time for self-reflection. With honesty, regardless of our station or our circumstance, we must ask: How well have I applied his lessons in my own life? It’s a question I ask myself, as a man and as a President.
We know that, like South Africa, the United States had to overcome centuries of racial subjugation. As was true here, it took sacrifice -- the sacrifice of countless people, known and unknown, to see the dawn of a new day. Michelle and I are beneficiaries of that struggle. (Applause.) But in America, and in South Africa, and in countries all around the globe, we cannot allow our progress to cloud the fact that our work is not yet done.
The struggles that follow the victory of formal equality or universal franchise may not be as filled with drama and moral clarity as those that came before, but they are no less important. For around the world today, we still see children suffering from hunger and disease. We still see run-down schools. We still see young people without prospects for the future. Around the world today, men and women are still imprisoned for their political beliefs, and are still persecuted for what they look like, and how they worship, and who they love. That is happening today. (Applause.)
And so we, too, must act on behalf of justice. We, too, must act on behalf of peace. There are too many people who happily embrace Madiba’s legacy of racial reconciliation, but passionately resist even modest reforms that would challenge chronic poverty and growing inequality. There are too many leaders who claim solidarity with Madiba’s struggle for freedom, but do not tolerate dissent from their own people. (Applause.) And there are too many of us on the sidelines, comfortable in complacency or cynicism when our voices must be heard.
The questions we face today -- how to promote equality and justice; how to uphold freedom and human rights; how to end conflict and sectarian war -- these things do not have easy answers. But there were no easy answers in front of that child born in World War I. Nelson Mandela reminds us that it always seems impossible until it is done. South Africa shows that is true. South Africa shows we can change, that we can choose a world defined not by our differences, but by our common hopes. We can choose a world defined not by conflict, but by peace and justice and opportunity.
We will never see the likes of Nelson Mandela again. But let me say to the young people of Africa and the young people around the world -- you, too, can make his life’s work your own. Over 30 years ago, while still a student, I learned of Nelson Mandela and the struggles taking place in this beautiful land, and it stirred something in me. It woke me up to my responsibilities to others and to myself, and it set me on an improbable journey that finds me here today. And while I will always fall short of Madiba’s example, he makes me want to be a better man. (Applause.) He speaks to what’s best inside us.
After this great liberator is laid to rest, and when we have returned to our cities and villages and rejoined our daily routines, let us search for his strength. Let us search for his largeness of spirit somewhere inside of ourselves. And when the night grows dark, when injustice weighs heavy on our hearts, when our best-laid plans seem beyond our reach, let us think of Madiba and the words that brought him comfort within the four walls of his cell: "It matters not how strait the gate, how charged with punishments the scroll, I am the master of my fate: I am the captain of my soul."
What a magnificent soul it was. We will miss him deeply. May God bless the memory of Nelson Mandela. May God bless the people of South Africa. (Applause.)
END
1:50 P.M. SAST
 
 
Fonte: whitehouse.gov
 
 
 
 
 

10 de dez. de 2013

Traseiro grande pode ser surpreendentemente saudável

 
 
 
 
 
 
A obesidade é uma das maiores causas de doenças crônicas e problemas de saúde associados ao excesso de peso. Mas existe uma revolução no conceito em relação ao sobrepeso: cientistas da Universidade de Oxford descobriram que mulheres com traseiros mais avantajados são cada vez mais resistentes a doenças crônicas.
Dados coletados de mais de 16.000 mulheres apontaram que aquelas que têm quadris maiores tendem a ter níveis menores de colesterol e são mais aptas à produção de hormônios que metabolizam açúcar, o que diminui sua probabilidade de desenvolver diabetes ou problemas cardíacos.

A manutenção de um garupa com proporções tipicamente brasileiras também exige uma quantidade extra de Omega 3, que comprovadamente catalisam o desenvolvimento do cérebro. Os pesquisadores descobriram que os benefícios se estendem também aos filhos de mães com bumbum grande, que mostraram ser intelectualmente superiores aos de mães com quadris magros.

Isso acontece porque a gordura traseira vem com níveis altos de leptina, um hormônio que regula o peso; e dinopectina, um hormônio com propriedades antinflamatórias, antidiabetes e que protege o sistema vascular. Além disso, o tecido adiposo das nádegas ajuda a neutralizar partículas de gordura prejudiciais à saúde, o que previne futuras doenças cardiovasculares.

Estudos similares conduzidos por universidades na Califórnia e Pittsburgh, nos Estados Unidos, divulgaram que mulheres com traseiros grandes, quadris largos e cinturas menores podem ter uma vida mais longa.
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
Com informações do Green Prophet
 
 
 
 
 

Adidas lança coleção de tênis de papelão reciclado



 
 
 
 
A Adidas firmou uma parceria com o designer britânico Chris Anderson para criar uma nova coleção de tênis que utilizam o papelão reciclado como matéria prima. Por enquanto, a marca esportiva anunciou que serão produzidas versões sustentáveis de cinco modelos diferentes de calçados, que começarão a ser comercializados internacionalmente a partir de abril do ano que vem.
O conceito de sustentabilidade está totalmente agregado à nova coleção de calçados, uma vez que utilizam um dos resíduos mais encontrados nos depósitos de lixo do mundo inteiro. Os tênis serão feitos inteiramente em papelão, inclusive os logotipos da marca e as palmilhas, e o conforto oferecido pelos modelos de papelão será o mesmo dos modelos convencionais. Além do insumo de reutilização, os calçados utilizam apenas cola não tóxica e fita adesiva (para unir todas as partes) e barbante, utilizado para substituir os cadarços convencionais.
 
 
 
 
 
 
De acordo com a Adidas, por enquanto serão fabricadas versões sustentáveis dos modelos Campus e Stan Smith (adequados para skateboarding), os casuais Superstar Shelltoe, ZX700 e o modelo de corrida ZX8000. Embora os novos tênis possuam design arrojado e reduzam quase totalmente os impactos de fabricação, especialistas em mercado apresentaram suas dúvidas quanto à viabilidade comercial da coleção, sobretudo porque o papelão é resistente, mas não deixa de exigir cuidados nos períodos de chuva e nos terrenos molhados.
 
 
 
 
 
 
Os calçados sustentáveis serão produzidos em larga escala, fazendo parte da coleção Primavera/Verão da Europa e dos EUA, onde deverão ter início as vendas. A marca esportiva ainda não divulgou os preços dos modelos que chegarão ao mercado, e também não informou se os tênis poderão ser encontrados nas lojas brasileiras, mas, de qualquer forma, será possível adquiri-los pela web. Por aqui, a Adidas aproveitou o impacto do tênis dos atletas nas pistas de corridas para fornecer energia limpa à Fundação Gol de Letra, instituição que presta assistência a crianças e jovens carentes na capital paulista e no Rio de Janeiro.
 
 
Fonte: ciclovivo
 
 
 
 
 

Estudo revela que obesidade saudável não existe

 
 
 
 
 
 
Um estudo realizado por pesquisadores canadenses e divulgado na publicação científica americana Annals of Internal Medicine, revelou que excesso de peso é prejudicial à saúde mesmo quando não há distúrbios metabólicos, como diabete, pressão alta e colesterol alto.
Para a realização da pesquisa foram monitoradas mais de 61.000 pessoas no período de 10 anos, e constatou-se que o risco de morte decorrente de ataque cardíaco ou AVC é 24% maior em pessoas com sobrepeso do que aqueles que estavam com peso ideal.

Caroline Kramer, coordenadora do estudo, identificou que as análises anteriores avaliaram apenas a relação entre o peso do indivíduo e o risco de doenças, sem aprofundar os estudos em relação ao metabolismo desses pacientes.

A pesquisa indica que o ganho de peso é sempre prejudicial, já que não há um nível saudável de obesidade. O responsáveis pelo estudo afirmam ainda, que o conceito de obesidade saudável é um mito, e incentivam a prática de exercícios físico regulamente, além de manter uma disciplina saudável na alimentação.
 
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com
 
 
 
 

Iogurte pode curar a depressão e reduzir a ansiedade, diz estudo






Um novo estudo coordenado pelo Instituto de Tecnologia da Califórnia, nos EUA, mostra que os probióticos presentes no iogurte e nas bebidas fermentadas são capazes de melhorar o humor das pessoas, uma vez que liberam alguns dos neurotransmissores responsáveis pela sensação de bem estar e pelo controle da ansiedade. Assim, o líquido pode não só deixar as pessoas mais bem humoradas, como também auxiliar no tratamento da depressão e de outros transtornos mentais e de comportamento.
O biólogo Paul Patterson é o responsável pela pesquisa, que vem realizando testes a fim de comprovar que os benefícios do iogurte e das bebidas fermentadas vão muito além dos nutrientes oferecidos para uma alimentação saudável.
Por meio de experiências, a equipe concluiu que as bactérias presentes no estômago estão diretamente conectadas ao cérebro, por meio do nervo vago, estrutura que aproveita as propriedades do iogurte para ativar os nervos sensitivos responsáveis pela regulagem do humor. Estes micro-organismos também estão ligados à produção de anticorpos e à regulação de hormônios que atuam no organismo.
O estudo é divido em várias frentes de trabalho, mas, de fato, as perspectivas têm sido as mais positivas. "Estas bactérias são microorganismos que possuem o poder de alterar a mente", afirmou ao site Quartz o especialista Mark Lyte, membro da Universidade Tecnológica do Texas, instituição que também participa da pesquisa.
Na prática, o hospital psiquiátrico Sheppard Pratt, em Baltimore, está estudando os efeitos causados por uma dieta rica em probióticos diretamente nos pacientes, com objetivo de perceber até que ponto o iogurte e as bebidas fermentadas podem estabilizar o humor e controlar a ansiedade.
 
Fonte: ciclovivo / qz.com
 
 
 
 

9 de dez. de 2013

Designer holandês cria saco para 'descarte' de objetos em bom estado






Todo mundo tem "aquele" cantinho com objetos encostados que funcionam bem, mas não são mais necessários. E eles devem ter ido parar lá, provavelmente, depois de uma faxina de final de ano e uma "dor no coração" por não se querer jogar fora algo em tão bom estado. Só que não dá para acumular tudo em casa para sempre, né?
Foi pensando nisso que o designer holandês Simon Akkaya teve uma ideia superbacana: criou um saco transparente, com faixa colorida e resistente a chuva ao qual deu o nome de Goedzak* (a expressão é equivalente a ‘simplório’, em português) para reunir apenas produtos que ainda podem ser utilizados por outras pessoas. Ou seja, que não são lixo.
Ao ver o saco criado por Akkaya, qualquer pessoa que passar pelo seu bairro – inclusive os vizinhos – se sentirá à vontade para abri-lo e levar para casa o que você não quer mais e não sabe para quem doar. Não é genial?
Uma campanha assim é um grande estímulo à reutilização de objetos de segunda mão, e ainda incentiva a adoção de um comportamento sustentável. Afinal, o que não tem utilidade para um pode ser "uma mão na roda" para outros, não? Você adotaria o Goedzak?
 
 
Fonte: super.abril.com.br
 
 
 
 
 

Uísque poderá ser usado para abastecer veículos na Escócia



 


Os pesquisadores escoceses da empresa Celtic Renewables estão buscando maneiras de utilizar o uísque para abastecer automóveis e motocicletas, sem prejudicar a fabricação e nem acabar com os estoques da bebida. Isso porque a alternativa vai utilizar os resíduos da produção do uísque, que são potentes insumos para a produção de combustíveis verdes em larga escala.
Segundo informações da Esquire, ao longo do processo de destilação, mais de 90% dos ingredientes utilizados nas indústrias do uísque são considerados como resíduos, e são estas sobras que concentram as bactérias responsáveis pela produção do biobutanol, um biocombustível com potencial energético 30% maior que o etanol fabricado no Brasil.
O recurso para a produção de combustível limpo originado da produção do scotch pode ser retirado em duas formas – serve tanto a versão líquida, originada da fermentação da bebida, como as partículas depositadas nos alambiques após os processos de fabricação, que possuem consistência sólida. Além dos responsáveis pela pesquisa, os membros da comunidade científica têm se mostrado contentes com a nova descoberta, uma vez que as sobras da produção de uísque são resíduos bem comuns em território escocês.
Após o preparo, o biocombustível pode abastecer os veículos em bombas convencionais, com a possibilidade de ser misturado ao diesel e ao biodiesel, por exemplo. Em agosto deste ano, uma matéria publicada no CicloVivo falou sobre a usina Helius Energy, que utiliza uísque para produzir a energia necessária para suprir a demanda de 9 mil residências.

Fonte: esquire.com / ciclovivo
 
 
 
 
 

In honour of Nelson Rolihlahla Mandela








"What counts in life is not the mere fact that we have lived. It is what difference we have made to the lives of others that will determine the significance of the life we lead".
Nelson Mandela
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Ministério Público evita venda de carnes produzidas em áreas desmatadas


 
 
Iniciativa valoriza a pecuária sustentável e coíbe o trabalho escravo na cadeia produtiva de carne
 
 
O trabalho "Pacto com os Supermercados pela Pecuária Sustentável no Brasil", do Ministério Público Federal (MPF), ganhou a primeira menção honrosa do Prêmio Innovare na categoria Ministério Público. Com a iniciativa, grandes redes de supermercado passaram a oferecer linhas de produtos rastreados desde a origem, permitindo que os consumidores saibam que a carne não é resultado de desmatamento ou trabalho escravo.
Concedido pelo Instituto Innovare na semana passada, o prêmio é um dos mais prestigiados do Brasil. Ele destaca, anualmente, as melhores iniciativas nos diversos setores do sistema Judiciário em prol da modernização da prestação jurisdicional.
O termo de cooperação pela pecuária sustentável foi firmado no final de março entre o MPF e a Associação Brasileira de Supermercados (Abras). O objetivo é evitar que os supermercados brasileiros comprem carne bovina proveniente de áreas desmatadas ilegalmente na Amazônia, ou onde tenham sido constatadas irregularidades como invasão de terras públicas e trabalho escravo.
O procurador da República Daniel César Azeredo Avelino, coordenador do grupo de trabalho Amazônia Legal, disse que o prêmio é uma oportunidade de dar visibilidade ao projeto.
De acordo com Avelino, o pacto conta com a participação das empresas e dos consumidores. "Logo após a assinatura do acordo, grandes redes de supermercado lançaram linhas específicas de produtos com a identificação de origem. O consumidor, na prateleira do supermercado, consegue atestar a origem do produto e ter a comprovação de que o produto não é fruto nem de desmatamento nem de trabalho escravo", acrescentou.
Muitas empresas lançaram, inclusive, o selo específico para facilitar a identificação por parte dos clientes. "Fazemos reuniões periódicas com a Abras e com os supermercados para discutir formas de melhorar a implementação do acordo. A maioria dos produtores rurais consegue vislumbrar hoje que o seu produto só vai ter aceitação no mercado se for acompanhado de um mínimo de regularização ambiental", disse o procurador.
Pelo termo de cooperação, a Abras se comprometeu a informar e orientar as empresas do setor supermercadista sobre práticas que ajudem a coibir o trabalho escravo na cadeia da carne, ampliem a redução do desmatamento e a recuperação de áreas desmatadas e combatam o abate clandestino.
Esse pacto é fruto de uma série de ações propostas pelo MPF, iniciadas no Pará em 2009, que buscava indenizações por danos ambientais causados pela criação irregular de gado no estado. Segundo o MPF do Pará, as ações levaram à assinatura de termos de Ajuste de Conduta (TACs) com cerca de 100 frigoríficos, curtumes e empresas calçadistas, que se comprometeram a cobrar medidas de sustentabilidade ambiental e social dos seus fornecedores.
"Em 2009, tínhamos vários estudos e dados públicos reconhecendo que a atividade da pecuária era a que mais causava desmatamento na Amazônia. Foi isso que gerou a atuação do Ministério Público", informou o procurador Avelino.

 
Fonte: ciclovivo.com
 
 
 
 
 

Fumo passivo pode afetar memória e capacidade de aprendizado







Experimentos realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP demonstraram que a exposição de animais à fumaça de cigarro logo após seu nascimento induziu alterações em processos críticos do desenvolvimento do sistema nervoso central e a diminuição da atividade locomotora na infância e na adolescência. Os testes foram feitos em camundongos durante a pesquisa de doutorado da farmacêutica Larissa Helena Lobo Torres. Segundo a OMS, 40% das crianças no mundo são expostas ao fumo passivo

De acordo com o estudo, a fumaça de cigarro prejudicou os processos de mielinização (formação da bainha de mielina que é a camada protetora dos neurônios) e de sinaptogênese (formação e refinamento das sinapses). "Nossos resultados sugerem que, com a exposição à fumaça do cigarro não há reversão dos efeitos observados no aprendizado e memória ou mesmo nos níveis das proteínas pré-sináptica na adolescência e na fase adulta", aponta a farmacêutica.

"Até o momento, este é o único estudo experimental em roedores que associa dados bioquímicos e comportamentais ao avaliar os efeitos do fumo passivo no inicio do desenvolvimento do sistema nervoso central e as possíveis consequências na adolescência e na fase adulta, dos animais", destaca a pesquisadora. De acordo com ela, a exposição à fumaça do cigarro ocorreu durante as duas primeiras semanas de vida dos camundongos.
Os animais foram expostos à fumaça de cigarros 3R4F, que foram produzidos pela Universidade de Kentucky (EUA) exclusivamente para pesquisa. "Realizamos a exposição com uma mistura de fumaça central e fumaça lateral numa câmara de polipropileno", explica. A fumaça lateral é a que sai pela ponta acesa do cigarro e a central é aquela que é tragada pelo fumante. Os animais foram expostos à fumaça duas vezes por dia, durante uma hora no período da manhã (8 horas) e uma hora à tarde (16 horas). Foi utilizado um sistema que produz vácuo e que permitiu que a fumaça fosse ‘tragada’ pelos animais. Os camundongos foram avaliados na infância, com 15 dias de vida; na adolescência, com 35 dias; e na fase adulta, com 65 dias.

"Realizamos ainda estudos comportamentais para avaliar os efeitos da fumaça do cigarro na aprendizagem e memória, na atividade locomotora e ansiedade", relata a pesquisadora, que completa: "Estes dados são condizentes com outra pesquisa que demonstrou que crianças e adolescentes expostos ao fumo passivo apresentam deficiência de aprendizado evidenciado por um pior desempenho escolar. Em conjunto, esses resultados representam uma ferramenta que pode direcionar futuras pesquisas que visem a prevenção dos danos causados pelo fumo passivo", estima a pesquisadora.

O fumo passivo é um problema de saúde pública e diversos trabalhos comprovam os prejuízos causados por essa exposição, principalmente no sistema respiratório. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 40% das crianças no mundo são expostas ao fumo passivo, que é responsável por elevada morbidade respiratória e mortalidade em crianças de baixa idade.

"Apesar desses dados, poucos trabalhos têm como foco os efeitos do fumo passivo no SNC, em especial, durante o período de desenvolvimento", finaliza a farmacêutica.
 
Fonte: consumidormoderno.uol.com.br
* Com informações da Agência USP